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VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (100)
A oportunidade de falar de associativismo!
Completo com este número, o centésimo artigo publicado em “A Voz de Ermesinde”, uma publicação regional, propriedade do Centro Social de Ermesinde, instituição com enorme prestígio, que completou os seus 71 anos de existência, com enormes responsabilidades sociais para com a população da freguesia com o mesmo nome.
Atingir o número 100 nesta colaboração mensal publicado em “A Voz de Ermesinde”, aconteceu por mero acaso de um desafio, que foi lançado pelo seu Diretor, Dr. Manuel Augusto Dias, a quem agradeço o convite e a oportunidade então concedida.
Na altura, não deixei de lhe manifestar a minha dificuldade no domínio da escrita, e por tal motivo, pedi-lhe apoio na leitura atenta e na correção dos textos, o que aconteceu, sem que alguma vez me tenha sugerido qualquer ideia de desvio do texto em questão, o que, achando ato natural, me levou a assumir mensalmente a responsabilidade pela minha opinião associativa, escrita em todos os artigos publicados mensalmente, registando aqui o agradecimento pela sua atenção.
Assinalar este facto, 100 artigos de “Vamos falar de Associativismo”, acontece por entender o propósito importante em dar mais visibilidade ao trabalho que, enquanto dirigentes associativos, desenvolvemos com naturalidade, decorrendo daí, assumir a sua divulgação, por todos os meios que nos sejam proporcionados, por órgãos da comunicação social escrita.
Uma nota pessoal
Tratou-se de um processo que me obrigou a prestar atenção redobrada em vários sentidos, sendo verdade que esta aventura em assumir o que penso, escrevendo, tornando-o público, nunca esteve nos meus horizontes.
Pela responsabilidade em assumir mensalmente a abordagem de um tema tão importante como é o de escrever sobre o movimento associativo, pela sua pertinência, e por entender que a exposição, a partir de então, não passaria a ser só minha, mas de outros, uma vez que assumo responsabilidades coletivas, neste grande movimento associativo.
Escrever sobre o tema, a partir do primeiro número, e tendo em conta a quantidade de assuntos utilizados desde há 8 anos, obrigou à necessidade de abordagens, o mais corretas possível, da atividade geral da Confederação.
Com toda a naturalidade, desde então, dei conhecimento aos meus companheiros dirigentes desta minha/nossa viagem associativa, não só aos dos nossos Órgãos Sociais, mas também a todos os outros, com quem tenho aprendido nos últimos 12 anos de atividade nacional, de forma a que me pudessem sugerir coisas, dando opinião ao que escrevo, numa perspetiva crítica, ou mesmo na procura de sugestões para outras abordagens de temas, pedindo correções à forma como o estivesse a fazer, uma vez que, assinando em nome pessoal, sempre associei a minha responsabilidade de representação associativa à CPCCRD.
Também é verdade que, o facto de ter trabalhado na área livreira, me permitiu alguns
(...)
leia este artigo na íntegra na edição impressa.
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Adelino Soares*
* CPCCRD
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