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Edição de 28-02-2026
Jornal Online

SECÇÃO: Opinião

EditarBaIXOCima
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[P.1]
VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (92)
Editar 
[P.2]
Organização associativa, sempre em construção!


[P.3]
A importância do papel do Movimento Associativo organizado é por demais evidente para todos os que, no ato de dirigir a sua coletividade, representam as milhares de coletividades existentes de norte a sul do país, da Madeira e dos Açores, e nas comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo.
[P.4]
Onde acontece o envolvimento de milhões de cidadãos que as projetam para a ação e para o conhecimento geral, podendo afirmar-se que estamos perante um movimento social único, que transmite cultura, desporto e atividades recreativas e sociais populares, que se querem cada vez mais organizadas e interventivas.
[P.5]
Um movimento social único, onde centenas de milhares de nós nos formamos como melhores cidadãos, pelo que aprendemos e fazemos no convívio com gentes de várias formações e experiências ganhas ao longo dos tempos, transmitidas de geração em geração. É o ganho individual mais importante para quem sempre assumiu os destinos deste nosso Movimento.
[P.6]
Seja como associado, como praticante de atividades ou como dirigente, assumimos responsabilidades de liderança na condução de pessoas, evoluindo e fazendo evoluir através do estabelecimento de parcerias diversas, transmitindo conceitos de dignidade, defendendo princípios e valores de solidariedade e participação, aprendendo a interpretação da democracia há bem mais de 100 anos.
[P.7]
Perante tais factos, conhecidos por todos os que vivem esta realidade associativa, e procurando ver de forma mais ou menos assertiva o que se faz de bom, certos de que, no que acontece de mal, cabem os erros detetados e que inevitavelmente cometemos, importa transmitir como objetivo permanente o avivar de memórias com tal abordagem, evidenciando a importância das nossas coletividades.
[P.8]
Dizemo-lo considerando a necessidade permanente de fazermos valer, para fora das nossas sedes, o claro objetivo de fazer sentir que merecemos ser tratados com dignidade e respeito.
[P.9]

[P.10]
Respeito e dignidade
[P.11]
As tutelas da organização do Estado, a vários níveis de responsabilidade, em todas as instituições do poder central ou local e seus organismos derivados, para onde são canalizadas verbas e outras orientações, também o sabem.
[P.12]
Para que tal aconteça – sermos tratados com dignidade e respeito – bastaria procederem ao cumprimento natural do facto de que “50 anos depois de termos uma Constituição da República democrática e solidária, o Estado central e local continuam a estar dependentes desta parceria para cumprir os seus deveres constitucionais.” (Augusto Flor – CASES, 5/2/2026)
[P.13]
EditarBaIXOCima
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Sim. As coletividades, em todo o país, executam milhares de atividades, substituindo-se às responsabilidades do Estado central e local.
[P.14]
Ninguém pode alegar desconhecimento da nossa existência, bastando, para tal, evidenciar o enorme número de convites para visitas e reuniões com as forças concorrentes a atos eleitorais, pelo menos e principalmente sempre que acontecem eleições para o Poder Local democrático, sendo também sempre convidados para as festas das suas/nossas localidades.
[P.15]
Aos dirigentes, aos associados e aos praticantes de atividades cumpre
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[P.17]
(...)
[P.18]

[P.19]
leia este artigo na íntegra na edição impressa.
[P.20]

[P.21]
Nota: Desde há algum tempo que o jornal "A Voz de Ermesinde" permite aos seus leitores a opção pela edição digital do jornal. Trata-se de uma opção bastante mais acessível, 6,50 euros por ano, o que dá direito a receber, pontualmente, via e-mail a edição completa (igual à edição impressa, página a página, e diferente do jornal online) em formato PDF. Se esta for a sua escolha, efetue o pagamento (de acordo com as mesmas orientações existentes na assinatura do jornal impresso) e envie para o nosso endereço eletrónico ([email protected]) o nome, o NIF e o seu endereço eletrónico para lhe serem enviadas ao longo do ano, por e-mail, as 12 edições do jornal em PDF.
[P.22]

[P.23]
Mas se preferir a edição em papel receba comodamente o Jornal em sua casa pelo período de 1 ano (12 números) pela quantia de 13,00 euros.
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[P.25]
Em ambos os casos o NIB para a transferência é o seguinte: 0036 0090 99100069476 62
[P.26]

[P.27]
Posteriormente deverá enviar para o nosso endereço eletrónico ([email protected]) o comprovativo de pagamento, o seu nome, a sua morada e o NIF.
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[P.29]

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Adelino Soares*
[P.31]
* CPCCRD

 

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