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Edição de 31-01-2021
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    Arquivo: Edição de 30-05-2006

    SECÇÃO: Arte Nona


    Um ano de “BDjornal”

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    Aludimos hoje, no primeiro aniversário do seu aparecimento, a esta notável publicação portuguesa de Banda Desenhada, a primeira experiência do género que conhecemos, e logo com a qualidade que apresenta e a incrível quantidade de informação que sempre traz com ela.

    Num meio como o nosso, ter sido capaz de publicar 12 números consecutivos, de 32 páginas plenas de informações, entrevistas, reflexões, pranchas de BD, com o bom gosto gráfico, a actualidade das informações, a variedade das contribuições, a novidade teórica, é indubitavelmente uma façanha.

    Mesmo que, sob a pressão de um mercado adverso, o “BDjornal” seja forçado a mingar, «para reduzir o custo das edições», o que já foi feito deixa-lhe, para sempre, um lugar na História da BD portuguesa. E isto é contando com o pior, que não se verificará necessariamente.

    De resto, o jornal dirigido por J. Machado-Dias, propriedade da Pedranocharco Publicações, anuncia até que o encolhimento do formato, até aqui tablóide (até ao número 12, de Abril de 2006), irá permitir incluir mais banda desenhada («tanto em estórias curtas, como em continuação»), o que implicará aumentar o número de páginas.

    AS PRANCHAS

    DE BANDA DESENHADA

    INCLUÍDAS

    De facto, mesmo até aqui, a inclusão de banda desenhada nos sucessivos números tem sido regra – recordem-se autores como Carlos Páscoa, Sergei, Maria João Careto, Estrompa, Alexandre Algarvio, A.Rechena, Álvaro, Pedro Alves, Ruben Lopez, Miguel Montenegro ou Derrade, cujas estórias, aliás, serão reunidas no livro “Onze Autores no BDjornal 2005-2006”, a ser posto à venda já neste mês de Junho.

    Centrando-se, evidentemente na Banda Desenhada, o “BDjornal” tem também abordado lateralmente o Cartoon, a Ilustração, a Caricatura, a Animação, o Cinema, a Ficção Científica, as Artes (Info)Gráficas, ou mesmo o Coleccionismo ou a Filatelia, sobretudo se em diálogo com a Nona Arte.

    O “BDjornal” tem contado com reportagens dos principais eventos ocorridos em Portugal (Amadora, Viseu, Moura, Beja, Funchal) ou no Estrangeiro (Angoulême, Ourense, Milão, San Francisco), ensaios sobre as obras de pioneiros como Winsor McCay ou consagrados como Harold Foster, Hugo Pratt, Alberto Breccia, Guido Crepax, Moebius, Schuiten//Peeters, Alex Robinson, Frank Miller, ou outros, ou dos clássicos/consagrados portugueses como Eduardo Teixeira Coelho, José Abrantes, José Carlos Fernandes, como a divulgação das correntes ou das produções de vários países – Japão, Finlândia, Galiza, além de ser um órgão de informação atento a todas as novidades que vão surgindo no mercado da Banda Desenhada Portuguesa e Internacional.

    Entre os seus habituais colaboradores, tem contado com nomes muito prestigiados da crítica portuguesa, como António Dias de Deus, João Miguel Lameiras, Eduardo Ferrão, Pedro Cleto, e outros, além de J. Machado-Dias, evidentemente.

    A todos os títulos, o “BDjornal” tornou--se pois uma publicação preciosa, que merece plenamente os elogios e as razões porque o evocamos agora aqui.

    Por: LC

     

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