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Edição de 31-01-2024
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    Arquivo: Edição de 30-04-2013

    SECÇÃO: Painel partidário


    O “centrão político” e a alternativa em Valongo

    São claras as consequências da rotatividade dos partidos do centro na governação nacional.

    A promiscuidade entre os interesses financeiros e a política são de tal forma notórias, que se torna cada vez mais difícil perceber onde começa um e acaba o outro.

    Se fizermos um paralelo com a rotatividade ao centro no poder local, facilmente percebemos como se chega a uma situação de rutura financeira, estando hoje as autarquias obrigadas a funcionar com orçamentos de gestão.

    A gestão do PSD em Valongo tem primado pela falta de transparência, pelo distanciamento da população e pelo despesismo, fruto em grande parte do clientelismo político e da má gestão.

    Por outro lado, o PS Valongo, durante todo este mandato tem viabilizado (quer através da abstenção quer votando a favor) as políticas desastrosas do PSD e do CDS-PP, que fizeram de Valongo uma das autarquias mais endividadas do país. Aliás, convém não esquecer que o próprio PS já tinha deixado a Câmara com dívidas em 1993.

    Aproximar os munícipes e ouvir as populações é algo que o BE sempre tem defendido, quer através dos orçamentos participativos, quer através das políticas de apoio às classes mais afetadas pela crise.

    Abrir uma parte do orçamento da autarquia ao escrutínio e à vontade direta da população (medida que sendo apresentada por várias vezes nas assembleias municipais, recebeu sempre um contundente “não” como resposta por parte do PSD), além de dar voz às pessoas, coloca-as no centro da ação política, onde é mais urgente e necessário o envolvimento imediato da comunidade. Os valonguenses gostariam muito de ter uma palavra a dizer na concretização de boas ideias e, sobretudo, na identificação e resolução dos problemas do seu concelho, isto se os fundos forem direcionados para o que realmente interessa.

    Hoje, mais do que nunca, é urgente uma rutura com as políticas do passado, com o clientelismo e com as más práticas, fazendo prevalecer os interesses da população.

    É neste sentido que o Bloco de Esquerda se assume como verdadeira alternativa política para o concelho, defendendo a democracia local e apresentando políticas que claramente ajudem as famílias a superarem o estado de emergência social em que infelizmente hoje se encontra o município.

    Por: Adriano Sousa (*)

    (*)Aderente do BE Valongo

     

     

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