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Edição de 28-02-2021
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    Arquivo: Edição de 30-03-2010

    SECÇÃO: Destaque


    José Manuel Ribeiro lança candidatura à presidência da Concelhia socialista

    O deputado socialista e ex-candidato à presidência da Câmara Municipal de Valongo José Manuel Ribeiro, apresentou sábado à tarde, na Junta de Freguesia de Valongo, a sua candidatura à presidência da Concelhia do PS de Valongo.

    Ao acto, a que também estiveram presentes os presidentes da Câmara de Amarante, Armindo Abreu, e de Baião, José Luís Carneiro, compareceram muitos militantes do PS de todas as freguesias do concelho, que encheram o espaço da Junta reservado para o lançamento da candidatura.

    Fotos URSULA ZANGGER
    Fotos URSULA ZANGGER
    Com o auditório da Junta (no formato pequeno) repleto como um ovo, José Manuel Ribeiro começou por ser apresentado, numa saborosa gaffe que arrancou algumas risadas à assistência, como candidato à presidência da Câmara de Valongo.

    O candidato começou por agradecer a presença de todos, explicar a ausência ou o atraso de alguns militantes do concelho, como o actual presidente da Concelhia, Orlando Ribeiro, para fazer depois um agradecimento especial à presença dos presidentes de Câmara de Amarante e Baião, respectivamente Armindo Abreu e José Luís Carneiro.

    Passou então a explicar a metodologia desta candidatura a que concorre, como disse, não só com as suas ideias, mas também já com as ideias de outros, pois o lançamento agora realizado da sua candidatura à presidência da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Valongo tinha sido precedido de uma auscultação dos militantes do concelho (até agora cerca de um terço), indo prosseguir até ao contacto com todos os militantes, questão que fez questão de defender como um ponto de honra.

    Dirigiu depois uma palavra aos militantes que, nos últimos quatro anos, dirigiram o partido no concelho, «que se devem sentir elogiados pelos serviços prestados», e destacou também os militantes anónimos, a quem dirigiu uma «palavra de especial reconhecimento». Por fim, destacou nominalmente os cabeças--de-lista socialistas aos vários órgãos autárquicos concelhios (Antóno Oliveira, Alfredo Sousa, Afonso Lobão, António Queijo Barbosa, Tavares Queijo, Joaquim Silveira e Anabela Magalhães), isto é uma ordem em que destacou primeiro os vencedores, para referir que todos se devem sentir honrados pelos resultados alcançados pelo Partido Socialista.

    O candidato apresentou depois a fundamentação da sua candidatura, que «não é resultado de um acto meramente individual», mas, «antes pelo contrário a concretização de uma genuína vontade colectiva de aprofundar o trabalho de preparação para as tarefas de governação local (...)».

    Critando depois o actual Executivo camarário pela sua «incompetência e falta de visão», «sem uma voz audível e de afirmação», José Manuel Ribeiro defendeu que a sua candidatura à Concelhia só teria sentido com a adopção «de uma atitude diferente, desde logo dentro do próprio (...) partido», contactando directamente todos os militantes» sem distinção.

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    Os militantes do partido «ansiavam há muito tempo por oportunidades e momentos onde lhes fosse permitido um “grito” sobre tudo o que lhes vai na alma (...)».

    E defendendo ainda este princípio: «Porquê contactar e falar com os militantes, questionaram alguns? (...) Porquê escutar todos, sem excepção?

    Porque acreditamos ser o melhor investimento que se pode e deve fazer pela militância, pois quando escutamos alguém estamos a respeitar e valorizar as opiniões, críticas e sugestões dos outros e ao mesmo tempo a aprender mais com os nossos próprios erros».

    E logo depois: «Os militantes (...) do nosso concelho querem participar mais na vida e nas decisões colectivas do partido, e para isso necessitam de estar mais informados, sabendo e conhecendo a todo o tempo o que o Partido (...) anda a defender».

    Falou depois de aprofundar a rede entre os militantes (também com recurso às novas tecnologias), e prometeu mal esteja eleita a nova Concelhia, sair «da concha, com o objectivo de conhecer e estudar muito bem os problemas das pessoas, das famílias, das empresas, das associações (...)».

    Os militantes do Partido Socialista, referiu ainda, «querem um partido mais credível e responsável aos olhos da população».

    Por: LC

     

     

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