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Edição de 30-06-2019
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    Arquivo: Edição de 15-10-2009

    SECÇÃO: Local


    A guerra não é um brinquedo

    Foto GRUPO ESTUDANTES ESE/AMNISTIA INTERNACIONAL
    Foto GRUPO ESTUDANTES ESE/AMNISTIA INTERNACIONAL
    Desenvolvida pela Amnistia Internacional, no âmbito da campanha “Controlar as Armas”, a actividade “A guerra não é um brinquedo” vislumbra-se como acção eficaz no que diz respeito à sensibilização de alunos, e respectivos pais, para o perigo da violência armada.

    Partindo do princípio de que os brinquedos desempenham um papel fulcral no desenvolvimento e construção da personalidade das crianças, o projecto “A Guerra não é um brinquedo” incentiva o envolvimento das crianças e suas famílias através da participação na construção, a apresentar no dia 10 de Dezembro de 2009, de uma escultura pela Paz elaborada por Joana de Vasconcelos a partir de brinquedos de carácter bélico, entregues pelos alunos nas suas escolas.

    Assim, com o objectivo primordial de informar e captar a atenção dos principais actores neste projecto, as crianças de escolas básicas, o Grupo de Estudantes da Amnistia Internacional da Escola Secundária de Ermesinde, deslocou-se até à Escola básica do 1º Ciclo com Jardim de Infância n.º 2 de Ermesinde e a recepção não podia ser melhor. Foi extraordinário o entusiasmo, até mesmo o alvoroço, com que o grupo foi recebido. Apesar de nenhuma das crianças ter uma noção elementar do que é a Amnistia Internacional e dos seus objectivos fundamentais, a atenção que nos prestaram foi admirável.

    No final da sessão realizada reinava, no seio do grupo, o espírito de missão cumprida. Houve alunos que referiam que seriam eles próprios a incentivar os pais a não ofertar brinquedos desta natureza, pelo que se concluí que as crianças ficaram mais sensibilizadas acerca da importância da prevenção da violência armada. Exemplo da interiorização da mensagem, que se pretendia passar a todas as crianças, é o número considerável de brinquedos bélicos entregues pelas mesmas, sendo que estes foram posteriormente enviados para a Secção Portuguesa da AI.

    Num mundo que se pretende cada vez mais justo, a instrução de crianças para questões relacionadas com os Direitos Humanos apresenta-se como essencial e decisiva na formação de seres verdadeiramente humanos.

    AGRADECIMENTO ESPECIAL À ESCOLA

    Por fim, dirigimos um especial agradecimento à escola onde decorreu esta acção pela disponibilidade demonstrada ao alargarem voluntariamente a actividade a todas as turmas.

    Setembro de 2009

    O Grupo de Estudantes da Escola Secundária

    de Ermesinde

     

     

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