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Edição de 31-10-2020
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    Arquivo: Edição de 30-05-2008

    SECÇÃO: Local


    Delegação do Bloco de Esquerda veio dar os parabéns pelos 50 anos de “A Voz de Ermesinde”

    Uma delegação do Bloco de Esquerda, composta por Luís Santos, eleito da Assembleia de Freguesia de Ermesinde, e Carlos Basto, deputado municipal que frequentemente substitui Fernando Monteiro na Assembleia Municipal de Valongo, esteve, no passado dia 21 de Maio, na redacção de “A Voz de Ermesinde” para apresentar cumprimentos e saudar o nosso jornal na passagem deste seu 50º aniversário.

    A delegação do Bloco de Esquerda foi recebida pela directora Fernanda Lage e pelo chefe de redacção.

    Os bloquistas tiveram também de visitar as instalações do nosso jornal.

    Fotos URSULA ZANGGER
    Fotos URSULA ZANGGER
    Luís Santos e Carlos Basto, eleitos nas autarquias locais de Ermesinde (Assembleia de Freguesia) e Valongo (Assembleia Municipal), respectivamente, estiveram de visita à redacção de “A Voz de Ermesinde”, onde vieram apresentar cumprimentos, no passado dia 21 de Maio.

    Os bloquistas apresentaram as congratulações ao nosso jornal, considerando o cinquentenário como uma data «muito importante».

    Segundo as palavras dos representantes do Bloco, “A Voz de Ermesinde” era claramente um «bom exemplo da imprensa local».

    A directora Fernanda Lage agradeceu as palavras amáveis da delegação bloquista e deu alguns pormenores sobre algumas iniciativas deste ano comemorativo, em particular do lançamento de uma serigrafia e da realização de um debate sobre imprensa regional, que deverá ter, inclusive, uma ainda que modesta, componente internacional.

    Estas iniciativas deverão ter lugar após o Verão.

    Luís Santos enalteceu o alcance desta iniciativa e formulou votos para que «o jornal se afirme e reafirme».

    Elogiou alguns aspectos de “A Voz de Ermesinde”, como as matérias habitualmente abordadas no editorial, a cobertura extensa das reuniões autárquicas, já que se não fossem elas, a maioria das pessoas não sabem o que se passa, e achou interessante a actual série de publicações de páginas históricas de “A Voz de Ermesinde”. Luís Santos sublinhou sobretudo o carácter de «idoneidade e consistência» do nosso jornal.

    Comentando depois o desempenho do próprio partido, reconheceu que sendo o BE um partido pequeno, as suas iniciativas têm tido pouca visibilidade, até por uma questão de preguiça dos próprios militantes.

    Carlos Basto reconheceu também que, por uma vez ou outra, terá ficado à primeira vista insatisfeito com o tratamento dado pel’”A Voz de Ermesinde”, vindo mais tarde a reconhecer, afinal, ser este o registo mais adequado.

    Foi explicado aos representantes do Bloco a preocupação de “A Voz de Ermesinde” ter uma postura plural e independente, mesmo se faz uma leitura própria dos factos que vão surgindo. Postura responsável, e que reflecte a preocupação com a questão social e a Cultura, naturalmente o que seria de esperar de uma publicação que é propriedade do Centro Social de Ermesinde.

    À delegação do Bloco de Esquerda foi também traçado um quadro da história e evolução do jornal, as suas actuais preocupações, e a dinâmica empenhada em fazer a diversificação e o rejuvenescimento do seu público.

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    Curiosamente da parte dos dois bloquistas revelou-se a sua antiga ligação Imprensa, pois tanto um como outro trabalharam em órgãos da Comunicação Social portuense, há umas décadas atrás, Luís Santos no “Diário do Norte” e Carlos Basto em “O Primeiro de Janeiro”. Para Carlos Basto foi aliás o seu último trabalho antes da sua prisão pela PIDE, nos tempos negros da outra senhora.

    Luís Santos e Carlos Bastos, ao depararem-se com a capa de “A Voz de Ermesinde” n.º 800, onde se simula a composição manual do jornal em tempos idos e ao inteirarem-se de que o trabalho de paginação hoje é inteiramente feito na redacção, com recursos próprios e sem qualquer intervenção exterior, lembraram as dificuldades da composição dos jornais nessa época, e deram como exemplo até a forma como se escolhia entre os vários tipos existentes, o mais adequado para titular uma notícia, ou uma matéria de carácter mais magazinesco.

    Por: LC

     

     

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