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Edição de 31-10-2020
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    Arquivo: Edição de 15-03-2007

    SECÇÃO: Desporto


    Luís Filipe Vieira esteve em Ermesinde para inaugurar a Casa do Benfica local

    Fotos MANUEL VALDREZ
    Fotos MANUEL VALDREZ
    A família benfiquista de Ermesinde viveu a 3 de Março último um dia muito especial. E o motivo não era para menos, já que foram brindados com a visita do responsável máximo do clube lisboeta, o presidente Luís Filipe Vieira.

    Tal visita ficou a dever-se ao facto de o líder encarnado ter vindo até à nossa cidade inaugurar oficialmente a Casa do Benfica local.

    E à sua espera, junto ao Fórum Cultural de Ermesinde, estiveram cerca de três centenas de benfiquistas que não quiseram perder a oportunidade de saudar o presidente encarnado. Luís Filipe Vieira chegaria ao Fórum de Ermesinde ao princípio da tarde, sendo recebido como se de um chefe de Estado se tratasse a julgar pelo elevado número de personalidades políticas da freguesia, e do restante concelho, que ali marcaram presença.

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    E a encabeçar o “comité de boas-vindas” esteve o presidente da Câmara Municipal de Valongo, Fernando Melo, que acompanharia Vieira até à Casa de Espectáculos do recinto cultural ermesindense. Local onde decorreu uma pequena sessão de boas-vindas ao líder encarnado, sessão essa que seria aberta oficialmente pelo presidente da Casa do Benfica de Ermesinde, José Marques Craveiro, que passaria mais tarde a palavra ao edil de Valongo.

    Para além de manifestar o prazer de receber tal personalidade no concelho, Melo sublinharia ainda a grandeza do Benfica, ao dizer que se trata não só do maior clube português como um dos maiores a nível internacional. Uma afirmação que arrancou da plateia, que enchia por completo a Casa de Espectáculos, uma enorme salva de palmas e gritos de “Benfica...Benfica...”.

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    Na sua intervenção, Luís Filipe Vieira destacaria a importância das casas do Benfica espalhadas não só por Portugal como também por outros pontos do Mundo na vida do clube. Colocaria ainda a instituição por si presidida, em particular o Estádio da Luz, à disposição de todos os benfiquistas de Ermesinde, em especial dos mais jovens, caso queiram um dia destes assistir in loco a um desafio.

    Posteriormente toda a família benfiquista e demais entidades oficiais seguiram em direcção às instalações da Casa do Benfica de Ermesinde, que dali a nada iria ser inaugurada oficialmente pelo dirigente máximo do clube. A cerimónia contou com a presença do pároco da freguesia, o Cónego João Peixoto, que após o descerramento da placa alusiva ao acontecimento, procedeu à tradicional bênção das instalações.

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    A paragem seguinte foi o polivalente da Escola Secundária de Ermesinde, local onde decorreu o almoço entre a família benfiquista e entidades oficiais convidadas, o qual seria procedido de um vasto programa de variedades que serviu não só para assinalar a inauguração oficial como também para comemorar o 4º aniversário da Casa do Benfica de Ermesinde. Uma bonita festa à qual não faltou a popular águia “Vitória”, presença habitual nos jogos do Benfica realizados no Estádio da Luz.

    Luís Filipe Vieira despediu-se dos cerca de 300 benfiquistas ermesindenses ali reunidos pouco depois do almoço, uma vez que algumas horas mais tarde teria de regressar a Lisboa a fim de marcar presença no funeral da antiga glória do clube Manuel Bento (falecido dois dias antes).

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    O presidente da Casa do Benfica de Ermesinde, José Marques Craveiro, que mais tarde confidenciaria ao nosso jornal a intenção de continuar a trabalhar para tornar a instituição por si dirigida cada vez maior – uma casa onde todos os benfiquistas da cidade se possam sentir bem – estava naturalmente feliz com esta festa . De relembrar que a Casa do Benfica de Ermesinde tem actualmente cerca de 600 associados, um número que, segundo apurámos, tem tendência a aumentar nos próximos tempos.

    “A Voz de Ermesinde” tentou ainda chegar à fala com a figura central das festividades, Luís Filipe Vieira, embora sem sucesso, uma vez que o presidente do Benfica se escusaria a falar, alegando que já havia prestado declarações para a estação de televisão SIC e, como tal, não daria mais entrevistas.

    A festa prolongou-se pela tarde fora, um dia que certamente ficará gravado a “letras de ouro” na memória de todos os benfiquistas da nossa cidade.

    Por: Miguel Barros

     

     

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