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Edição de 30-09-2020
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    Arquivo: Edição de 15-03-2007

    SECÇÃO: Desporto


    FUTEBOL – CAMPEONATO NACIONAL DA 3ª DIVISÃO – SÉRIE B – 20ª JORNADA

    Verde-e-brancos marcam passo na luta pela sobrevivência

    O Ermesinde marcou passo na luta pela manutenção no Nacional da 3ª Divisão ao empatar no seu reduto a uma bola diante do Amarante. Inserido na 20ª jornada da prova, este encontro (realizado a 11 de Março último) pautou-se pela fraca exibição das três equipas em campo, o Ermesinde, o Amarante e o trio de arbitragem. Como tal, o resultado final acaba por se ajustar, o qual penaliza mais os ermesindistas do que os amarantinos, uma vez que os primeiros perderam uma soberana oportunidade de igualar em termos pontuais os segundos na tabela classificativa. Pior do que isso foi o facto dos verde-e-brancos terem baixado um lugar na classificação, ocupando agora a 13ª posição (em zona de despromoção) com 20 pontos somados.

    Foto ARQUIVO LUÍS MACEDO
    Foto ARQUIVO LUÍS MACEDO
    Numa bonita tarde de sol foram muitos os adeptos ermesindistas que se deslocaram ao Estádio dos Sonhos a fim de apoiar a sua equipa em mais um encontro crucial nas aspirações desta com vista à manutenção. E as expectativas dos adeptos da casa bem podiam ser elevadas, já que nas últimas quatro jornadas o conjunto verde-e-branco havia conquistado 7 pontos em 12 possíveis e subido dois lugares na tabela. O adversário desta jornada dava pelo nome de Amarante, equipa que tinha uma vantagem de apenas três pontos sobre os ermesindistas, pelo que se aguardava um jogo muito disputado desde o primeiro ao último minuto, com as duas equipas a lutar intensamente pela vitória sob pena de complicar as suas contas na classificação.

    Pois bem, esta seria uma previsão que não viria a ser realidade, já que os artistas da bola proporcionaram um fraco espectáculo de futebol que apenas a espaços teve alguma emoção.

    Seria preciso esperar até ao minuto 17 para ver o primeiro lance digno de registo, altura em que o forasteiro Brito, à entrada da grande área, rematou com algum perigo ao lado do poste direito da baliza de Isaac. O equilíbrio era por esta altura a nota dominante. E na primeira ocasião de golo que dispôs junto da baliza amarantina, ao minuto 22, o Ermesinde abriu o marcador por intermédio do seu homem-golo Paulo (na imagem), que apareceu isolado pelo seu flanco esquerdo e só com o guardião visitante pela frente não teve dificuldades em enviar a bola para o fundo das redes. Até ao final da etapa inicial o Amarante pouco ou nada fez para inverter o rumo dos acontecimentos, muito por culpa da defensiva local que estava num dia verdadeiramente inspirado. E até pertenceria à turma da casa a melhor oportunidade de golo antes do apito para o descanso, quando aos 37 minutos Paulo, dentro da área, rematou de primeira para uma excelente defesa do guarda-redes amarantino Celso.

    No 2º tempo o Amarante surgiu mais atrevido, e Corunha deu o primeiro sinal de aviso aos 48 minutos num perigoso remate que levou o esférico a sair um tudo ou nada por cima da barra da baliza de Isaac. Oito minutos volvidos o Ermesinde dispôs de uma claríssima oportunidade para “matar” o jogo, altura em que Alfredo Quaresma surgiu isolado pelo lado direito do seu ataque e, só com Celso pela frente, atirou incrivelmente ao lado da baliza, isto quando tinha espaço e tempo para fazer bem melhor.

    Aos 74 minutos aconteceu o lance polémico do jogo, momento em que o árbitro de Braga assinalou uma duvidosa grande penalidade a favor do Amarante, castigando uma pretensa mão na bola do defesa Bruno Cruz. Um lance que nos pareceu bola na mão e não o contrário, mas o juiz da partida – que realizou uma má arbitragem - assim não o entendeu e apontou de imediato para a marca de grande penalidade, mostrando em seguida o segundo cartão amarelo ao central do Ermesinde, que saiu assim mais cedo para os balneários.

    Na conversão do castigo máximo Brito faria o empate a um golo.

    Até final ambas as equipas tentaram chegar ao tento da vitória, mas na “hora H” acabou por faltar sempre a arte e o engenho para alcançar tal glória.

    Por: Miguel Barros

     

     

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