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Edição de 28-02-2019
Jornal Online

SECÇÃO: Ciência


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A Ciência Hoje (2)

Lua, o astro que sempre encantou o homem

Neste segundo artigo dedicado à divulgação da ciência vamos debruçar-nos sobre o único satélite natural do nosso planeta, a Lua. A Lua fascina-nos desde os primórdios da humanidade, não só pela sua beleza, mas também pela influência que ela exerce na natureza da Terra.

 A LUA NO HORIZONTE, A 45º DE ALTURA E NO ZÉNITE, PARA UM OBSERVADOR EM O.R. INDICA A MEDIA DO RAIO TERRESTRE MÉDIO
A LUA NO HORIZONTE, A 45º DE ALTURA E NO ZÉNITE, PARA UM OBSERVADOR EM O.R. INDICA A MEDIA DO RAIO TERRESTRE MÉDIO
Sempre existiram, e continuarão a existir, mitos e crenças populares relacionadas com a Lua. Há quem apenas corte o cabelo quando a Lua está na fase crescente, existem familiares que tentam adivinhar o dia do nascimento de um bebé para uma noite de lua cheia, já para não falar de colheitas inteiras que são semeadas porque o agricultor leva à risca o calendário desse importante corpo celeste. Existe, assim, na nossa sociedade, a crença generalizada de que a Lua influencia vários acontecimentos aqui na Terra. No entanto, a única coisa que os cientistas podem afirmar é que a Lua tem um efeito na água do mar e controla as marés.

A subida e descida da água do mar, conhecida como maré, é causada pelas forças de atração que a Lua e o Sol exercem sobre a Terra. Assim como a força gravitacional da Terra atrai a Lua para que ela gire ao seu redor, a Lua também atrai a Terra. É esta força gravitacional que faz com que a água suba ou desça numa qualquer praia em redor do nosso planeta.

Como a Lua não possui atmosfera a sua superfície não tem vento nem chuva. As temperaturas são extremas e podem chegar aos 100ºC, durante o dia, e -150ºC à noite. Uma curiosidade sobre este astro é que, da Terra, vemos sempre o mesmo lado da Lua. Isto acontece pois o tempo que ela leva a rodar sobre o seu próprio eixo é o mesmo tempo que leva a completar uma órbita à volta do nosso planeta, aproximadamente 27 dias e 8 horas. Da nossa perspetiva a Lua parece redonda mas na realidade é oval, este fenómeno é resultado da força gravitacional existente entre a Terra e a Lua.

O artigo que publicamos nesta edição, da autoria do físico Guilherme de Almeida, desvenda um dos mitos criados pela nossa observação terrena da Lua. Será a Lua, quando a vemos no horizonte, maior do que quando a vemos mais alta no céu?

“A LUA NO HORIZONTE É REALMENTE MAIOR?

Diz-se que a Lua junto ao horizonte parece maior do que quando a vemos mais alta. Todos nos apercebemos disso. Mas é realidade, ilusão ou pura confusão? Vamos desfazer o mito!

A distância média da Terra à Lua, entre os centros destes dois astros, é de cerca de 384 400 km. No entanto, a órbita lunar em torno da Terra tem a forma de uma elipse, descrita em cerca de 27,3 dias, pelo que a distância Terra-Lua não é constante: varia entre cerca de 363 299 km (perigeu), em que a Lua parece maior, até 405 507 km (apogeu), onde é vista com menor diâmetro aparente. Isso é real e pode medir-se, mas aqui o nosso objectivo é outro: como se explica a diferente percepção visual do diâmetro aparente da Lua, na mesma noite, a diferentes alturas em relação ao horizonte?

(...)

Leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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Por: Luís Dias

 

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