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Edição de 31-12-2020
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· Artigos do Autor: Luis Chambel
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685. A polémica 25-06-2007 15:31:00
Sónia Sousa esteve na segunda parte da reunião da Junta (a 11 de Junho) com a mão entrapada, resulta...

686. Distúrbios desnecessários 25-06-2007 15:28:00
Devido ao alongar da reunião da Junta de Freguesia de Ermesinde do passado dia 6 de Junho – com as intervenções do público e dos membros do Executivo –, a maior parte da Ordem de Trabalhos prevista acabaria por ser discutida numa sessão extraordinária que se realizou no passado dia 11, ao fim da tarde. Na primeira destas sessões destaque para as intervenções do público dos senhores José Bezerra da Silva e José Soeiro. O primeiro queixando-se ao presidente da Junta pelos níveis de ruído insuportáveis que há longo tempo se fazem sentir junto da sua área de residência, na Santa Rita. O segundo, criticando asperamente a política municipal e dirigindo alguns remoques a “A Voz de Ermesinde”, a quem acusou de não publicar as cartas dos leitores. Quanto às intervenções dos membros do Executivo, destaque para Sónia Sousa, do PCP, que apresentou três requerimentos – sobre informações a propósito das obras ainda não concretizadas, de beneficiação dos parques infantis de Ermesinde, sobre o andamento dos trabalhos com vista à constituição do Conselho Consultivo da Cidade, e sobre o andamento dos trabalhos do edifício-sede da Junta. Foi ainda dado a conhecer aos membros da Junta a intervenção do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República a propósito das condições da Esquadra de Ermesinde da PSP. Destaque ainda para a intervenção de Juliana Silva a propósito do funcionamento do Centro Veterinário Municipal. Na segunda sessão, destaque para a discussão da aquisição de software para a Gestão de Cemitérios e para a Gestão de Residentes, o Projecto Escolas Criativas, a questão da abertura de concursos (ou não) para os espaços vagos no Mercado de Ermesinde e, finalmente, para a questão dos distúrbios ocorridos na feira, os quais acabaram por se estender à própria reunião da Junta.A primeira parte da reunião da Junta trouxe à baila uma questão já aflorada em “A Voz de Ermesinde”,...

687. Primeira fase da limpeza do Leça já detectou vários focos poluidores 25-06-2007 15:14:00
A Câmara Municipal de Valongo, em nome do projecto Corrente Rio Leça, convocou para o passado dia 15 de Junho, uma Conferência de Imprensa que decorreu junto à ponte da Travagem em Ermesinde, para dar conta do andamento dos trabalhos e das iniciativas a eles associadas. Em nome do consórcio estabelecido entre as várias entidades que subscreveram o projecto da Câmara de Valongo, usou da palavra o vereador com o pelouro do Ambiente, José Luís Pinto. Em dia de chuva, que acabou por não atrapalhar muito a Conferência de Imprensa ao ar livre, com cadeiras e tudo, estiveram também presentes algumas das entidades da Corrente Rio Leça, por exemplo – a lista não pretende ser exaustiva – Nuno Matos Silva, das Águas de Valongo, Cristina Santos, da Lipor, Ana Barros, da Quercus, Arnaldo Soares, da Junta de Freguesia de Alfena. Foi distribuído um dossier aos jornalistas.Tendo-se agora concluído a limpeza das margens do primeiro troço definido no projecto, o denominado ...

688. D. António Ferreira Gomes - o bispo da Liberdade 08-06-2007 15:29:00
Não pode reduzir-se a acção de D. António Ferreira Gomes, bispo do Porto, apenas aos aspectos da sua vida civica. Mas não foi por acaso que, com este título, um dos alunos da Escola Básica D. António Ferreira Gomes se lhe referiu num dos muitos desenhos que os estudantes desta escola de Ermesinde lhe dedicaram, e que estiveram expostos no Fórum Cultural de Ermesinde, na altura da Conferência organizada pela associação cultural Ágorarte. De facto, foi ao ilustre bispo do Porto que foram dedicadas as II Conferências de Ermesinde (as primeiras tiveram Eça como tema), tendo participado activamente na evocação de D. António Ferreira Gomes, quer os alunos da escola local que leva o seu nome (com trabalhos de desenho, declamação de um poema de Sophia e exibições musicais), quer várias personalidades que o conheceram e com ele conviveram bem de perto, caso do director do Colégio de Ermesinde, padre Sebastião Brás, que usou da palavra para um breve testemunho muito sentido, quer o principal orador desta noite de 25 de Maio passado, o bispo auxiliar do Patriarcado de Lisboa, D. Carlos Azevedo. A sessão, na qual foi ainda projectado o documentário “D. António Ferreira Gomes (1906-1989) Bispo do Porto ao Serviço da Liberdade”, teve na Mesa de Honra além do já referido ilustre conferencista, o presidente da Câmara Fernando Melo, o presidente da Direcção do Ágora, Carlos José Faria, a presidente do Conselho Executivo da Escola D. António Ferreira Gomes, Helena Ferreira, e o pároco de Ermesinde, João Peixoto.Nascido a 10 de Maio de 1906, na freguesia de S. Martinho de Milhundós, concelho de Penafiel, D. Ant...

689. Henrique Queirós Rodrigues: «Recordo que se definiu como primeira prioridade nacional a luta contra o insucesso escolar» 08-06-2007 15:22:00
Durante cerca de 10 anos ele foi o rosto do Centro Social de Ermesinde, instituição que, sob a sua Direcção, foi ganhando cada vez mais capacidade de prestação de serviços, notoriedade, e prestígio na vida da comunidade. Em muitos aspectos das práticas e da orientação estratégica que levou a cabo, o Centro Social de Ermesinde assumiu mesmo uma posição pioneira, aliás reconhecida pelos seus pares no seio da UDIPSS do Porto e mesmo da Confederação Nacional. A conversa que tivemos com Henrique Queirós Rodrigues procurou aflorar este período da vida do Centro Social, os seus desafios e dificuldades e, por outro lado, fazendo o ponto da siituação, lançar os olhos em frente e abordar também, ainda que pela superfície, os novos desafios. As circunstâncias e o modo de vida na nossa comunidade exigem hoje do Centro Social respostas cada vez mais proactivas e eficazes no que respeita ao combate às misérias sociais, tarefa que só pode ser feita atacando a montante as razões da exclusão – no domínio da acção social, da saúde, mas também, e muito, na educação. Tais motivos levaram a que um novo projecto – “Ermesinde Cidade Aberta” brotasse agora do Centro Social.Recorda como, há cerca de 10 anos, foi convidado para liderar o Centro Social, num período em que es...

690. Estrelinha por essa vida demandava... 23-05-2007 12:28:00
Em formato de comic book, mas com umas generosas 120 páginas no seu primeiro número, datado de Outubro de 2006, a revista “BD Voyeur” é mais uma estrela da constelação brilhante que é a pedranocharco, e apresenta-se como de «banda desenhada portuguesa para adultos». Trata-se de uma revista de banda desenhada erótica (toda a gente sabe o que é que quer dizer o eufemismo “para adultos”), mas sem nunca se aproximar do registo porno da também de recente lançamento “Carne Viva”, uma outra revista portuguesa de BD, mas de contornos bastante mais ousados. Nesta “BD Voyeur” o erotismo é o tema dominante quer nas pranchas de banda desenhada nela publicadas...

691. Deputados municipais calcorrearam futuro corredor ecológico 23-05-2007 11:52:00
Na manhã do passado sábado dia 5 de Maio, os deputados da Assembleia Municipal de Valongo realizaram um longo e esforçado passeio, desde o centro de Valongo até à aldeia de Couce para ficarem a conhecer o futuro corredor ecológico do concelho de Valongo. Para o apresentar estava a técnica municipal Clara Poças, que contou com o apoio da investigadora da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Helena Couto para explicar algumas peculiaridades da história geológica do concelho, já nas imediações de Couce, sobretudo referentes às serras de Santa Justa e Pias. Outro dos ilustres participantes da visita foi Chelo Meneses, investigador da área da Ecologia e autor de várias publicações sobre a rica biologia do concelho de Valongo, e colaborador de “A Voz de Ermesinde”. Vários outros técnicos da autarquia e o vereador com o pelouro do Ambiente, José Luís Pinto, fizeram também parte da comitiva. O autarca deu também a conhecer alguns aspectos e novas iniciativas da política concelhia neste domínio. Não esteve presente nenhum deputado municipal do PS.O futuro corredor ecológico do concelho de Valongo terá um percurso com início em Susão, junto do lo...

692. Limpeza do rio Leça: só os resultados podem responder aos cépticos 23-05-2007 11:26:00
Arrancou no terreno, no passado dia 28 de Abril, a primeira acção de limpeza das margens do rio Leça, que teve lugar em Ermesinde, entre a ponte da Travagem e o local para onde está prevista a implantação de um projecto imobiliário, nos terrenos da antiga Resineira. Entre outros estiveram presentes vários autarcas, como José Luís Pinto, o vereador do pelouro, os presidentes de Junta de Ermesinde, Artur Pais, e de Alfena, Arnaldo Soares, a presidente da Assembleia Municipal Sofia de Freitas, muitos voluntários da Quercus e da população escolar do concelho, trabalhadores e técnicos da Câmara e das Águas de Valongo (como Nuno Matos Silva), elementos ligados às várias instituições parceiras do projecto, como as Faculdades de Ciências e Engenharia, e ainda militantes social-democratas, como o presidente da Concelhia João Paulo Baltazar.Depois de anos de promessas, de avanços e recuos, e de jogadas eleitorais para inglês ver, não são p...

693. "Déogratias" - a mão pérfida do colonialismo 10-05-2007 17:19:00
Acontecimento horrível da história recente da Humanidade,o genocídio do Ruanda, ocorrido em 1994, constitui, infelizmente, abundante matéria dramática, rica de episódios que fazem com que este tema histórico tenha já sido objecto de enredo cinematográfico e, como é o caso que hoje abordamos, também tema de guião para a Banda Desenhada. A obra de que falamos hoje é “Déogratias”, do belga Jean-Philippe Stassen, publicada originalmente em 2003 pela Dupuis, e traduzida (por Pedro Cleto) e editada em Portugal logo no ano seguinte, pela Asa (com adaptação de Maria José Pereira e legendagem de Jorge Ribeiro). Ex-colónia belga, mas com uma marcada influência francesa, os principais grupos étnicos, hutus e tutsis (também existem os residuais twa, povos pigmeus, de mais baixa estatura, de que o livro de Stassen nos fala e que constituíam a mais antiga etnia presente no país) são levados a uma artificial rivalidade e antagonismo, em nada condizente com a sua história de séculos de convivência harmoniosa entre povos sobretudo dedicados à agricultura ou à pastorícia. Os motivos desta animosidade, sobretudo da maioria hutu para com os tutsis não podem desligar-se da grave crise económica que afectou o Ruanda a partir de 1989, com a queda brusca dos preços do café no mercado internacional (calcula-se que o Ruanda tenha perdido cerca de 40% dos seus rendimentos) e com a fome gerada pela escassez de alimento devida à crise e à substituição extensiva das culturas de subsistência pelas culturas industriais nas mãos das grandes companhias coloniais europeias. Estando à altura da sua independência o poder entregue sobretudo à minoria tutsi, mas posteriormente maioritariamente nas mãos dos hutus, as escaramuças entre as duas etnias vão levar à criação de grupos armados organizados que, com a morte num atentado ao avião do presidente Juvenal Habyarimana e o avanço da Frente Patriótica Ruandesa (tutsis), irão desencadear o planeamento cuidadoso do genocídio, que afectou sobretudo a min Com “Pawa”, editado pela Delcourt, em França, em 2002, já Jean-Philippe Stassen tinha abordado a q...

Registos 685 a 693 de 986

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