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Edição de 31-12-2020
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· Artigos do Autor: Luis Chambel
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577. Jacinto Soares foi a “estrela” da XV edição da Feira do Livro 29-07-2008 11:53:00
“Ermesinde: Memórias da Nossa Gente” foi seguramente o best seller desta edição da Feira do Livro de 2008. A apresentação da obra na Feira, que ocorreu no passado dia 10 de Julho, uns dias depois do lançamento na Escola Secundária de Ermesinde, trouxe muitos curiosos da obra à Feira, vendendo--se exemplares às dezenas, como pãezinhos quentes. Não eram poucas as pessoas que, no stand de “A Voz de Ermesinde”, procuravam saber onde podiam adquirir o livro, à venda quase em frente, no stand da Ágorarte, onde o autor autografou muitos e muitos dos exemplares vendidos. Do ponto de vista comercial seria, pois, uma boa aposta da Junta de Freguesia de Ermesinde, responsável pela edição, se fosse preciso esse argumento para fundamentar melhor o lançamento da obra pela autarquia. O entusiasmo pelo livro era tão grande, que sucedendo a sua apresentação na feira num dia de chuva, o evento prosseguiu, cá fora, em frente ao stand do expositor, sem que ninguém arredasse pé, ainda que – de forma inédita – se pudesse ali assistir a uma estranha palestra em que os protagonistas e a assistência se protegiam, quer uns, quer outros, de guarda-chuva aberto.Carlos José Faria, da Ágorarate, fez de novo a apresentação do currículo do autor , preparando os pr...

578. Como aguentar a falta de água no deserto? 11-07-2008 11:58:00
Falemos do cacto, por exemplo. Todos sabem como ele é eficaz a aproveitar a míngua de recursos que tem, para se fazer à vida no seu mundo difícil. Pois o cacto, talvez não por acaso, foi o símbolo escolhido para identificar as edições Elpep, uma iniciativa de auto-edição levada a cabo por Pepe, ou Pepedelrey, se se quiser, ou ainda Pedro Daniel Dinis da Silva Pereira, quadrinista português, nascido em Fátima (e a sua obra, neste contexto, é mesmo um milagre!) em Fevereiro de 1967. O pretexto que aqui nos traz para referir o trabalho de Pepe (e não só) é “Paris Morreu”, de Pepedelrey e Nuno Duarte, editado com a chancela Elpep, no já longínquo ano da graça de 2002. Aliás, do que não há dúvida é que se trata de uma experiência de auto-edição, porque quanto à responsabilidade desta, ela aparece repartida (?) por Elpep (mas também designada el pep, elpep@iol.pt e mmmnnnrrrg, também designada MMMNNNRRRG – um delicioso caos só mesmo possível na auto-edição. O livrinho, com copyright dos autores, tinha design gráfico de Pepedelrey e Carlos Fernandes (tasca d’animação), anunciando uma tiragem de 1 000 exemplares, cem dos quais acompanhado de um CD musical.Pepedelrey, com estudos na área da Imagem e Comunicação Audiovisual, foi editor de vários fanzines (...

579. Sousa Dias e João Guerreiro Vaz em sessão de autógrafos no stand de “A Voz de Ermesinde” 11-07-2008 11:28:00
Os escritores Sousa Dias e João Guerreiro Vaz estiveram presentes, na noite do passado dia 8 de Julh...

580. Os meninos de Maria Lurdes dos Anjos 11-07-2008 11:19:00
Mais do que propriamente a sua poesia, aquilo que nos encantou em Maria Lurdes dos Anjos foram as hi...

581. Fernando Nobre contra os loucos do petróleo no Alaska 11-07-2008 11:16:00
Para nós, é o destaque da primeira fase da XV Feira do Livro do Concelho de Valongo. De facto, Fernando Nobre tem feito um percurso surpreendente, profundo e doloroso, como ele próprio confessa e o leva a proclamar-se “politicamente incorrecto”. As dores do mundo transporta-as ele como uma mulher grávida pela vida fora e, por isso, teme o futuro dos netos de todos nós, sobretudo agora que ficou tempo de afiar as facas em vista da obtenção de maiores lucros e de negócios mais chorudos. Teme o canto do cisne do mandato de Bush e denuncia aqueles que vêem no aquecimento global uma boa oportunidade para a exploração do petróleo do Alaska.É com simplicidade que conversa connosco, momentos antes de fazer a sua intervenção na sala do Fórum...

582. Maleitas da Cidade 11-07-2008 10:56:00
ORA AÍ ESTÁ COMO SE ENSINAM AS CRIANÇAS: Esta não lembrava nem ao diabo. Então não é que, mesmo em f...

583. Um ano crítico para os livreiros mas com animação bem melhorada 10-07-2008 12:01:00
Com a recessão económica a fazer-se sentir, o mercado do livro é um dos que mais facilmente acusa o correr dos ventos. De facto, dos livreiros presentes na Feira do Livro do Concelho de Valongo, que decorre no Parque Urbano de Ermesinde desde o dia 4 e se prolonga até ao próximo dia 13 – embora ainda cedo para se fazer um balanço definitivo –, poucos são aqueles que até agora, a três dias do fim, podem traçar um quadro risonho da sua participação na feira, havendo, todavia, uma relativa unanimidade quanto às melhorias introduzidas pela organização relativamente à edição anterior. Quanto a este aspecto não verificámos razões de queixa. Quanto à questão comercial, o que melhor se vende é o livro técnico, a literatura de evasão – o ocultismo, por exemplo, está em alta, como que a implorar outros tempos – e alguma literatura infantil. Verdade seja dita, Julho acordou mal para esta feira, inaugurada à chuva pelo presidente da Câmara, Fernando Melo, e alguns escritores. A grande figura deste primeiro dia foi Fernando Nobre, presidente da AMI (Assistência Médica Internacional), instituição associada à Agorarte num stand que era também partilhado pela Associação José Afonso e pela Afrontamento, que apresentou na Feira o segundo volume da sua trilogia contra a indiferença (“Gritos contra a Indiferença”, que sucede assim às anteriores “Viagens...”). Acompanharam ainda esta inauguração o ilustrador Onofre Varela, que realizou alguns desenhos de improviso sobre traços iniciados por pessoas do público e os escritores Helena Magalhães, Filipa Aranda, Adélia Pires Gamboa, Alexandre Parafita, Álvaro Magalhães e António Mota. Matilde Rosa Araújo, anunciada, não pôde estar presente por motivos pessoais. Um destacado grupo de teatro profissional transmontano – a Filandorra, excelentes actores! – animou também este dia. Mas se não foi a chuva foi o frio. O tempo esteve agreste neste Julho, que não aqueceu com a percussão do grupo valonguense Be-Dom no sábado, e também como aliás bMais uma vez o jornal “A Voz de Ermesinde”, –no seu importante ano do cinquentenário –, esteve prese...

584. Jacinto Soares fez prova de vida da alma de Ermesinde 03-07-2008 16:41:00
Na noite do passado dia 20 de Junho, o investigador da História e Património local Jacinto Soares apresentou a um muito numeroso público que acorreu ao Salão Polivalente da Escola Secundária, o seu livro “Ermesinde: Memórias da Nossa Gente”, um valioso contributo para a compreensão da história, cultura, ofícios, usos e costumes da comunidade ermesindense.Repositório recolhido laboriosamente ao longo de anos e anos de pesquisa, no contacto com as gentes ...

585. Uma versão light dos Cahiers 03-07-2008 16:35:00
Talvez a mais importante (seguramente uma das mais importantes, pelo menos) revistas do género, “ Les Cahiers de la Bande Dessinée, criada por Jacques Glénat em 1971 e desparecida em 1990, era dedicada ao estudo e reflexão teórica sobre a Banda Desenhada, muito à semelhança do que eram para o Cinema os “Cahiers du Cinéma”. Publicou 89 números, os últimos dos quais já dirigidos por Thierry Groensteen. Entre os seus principais colaboradores encontrava-se o expert Henri Filippini, autor de “Guide de la bande dessinée pour la jeunesse”, Bordas, 2006. A “dBD”, que publica agora, em Junho de 2008, o seu 24º número, não é nem pouco mais ou menos o que eram os Cahiers [de la BD], mas ainda assim, tornou-se uma publicação incontornável do universo dos amantes e estudiosos da 9ª Arte. A revista, cuja redacção é igualmente em Paris, é dirigida por Frédéric Bosser, contando-se entre os seus redactores um tal Henri Filippini.A revista não tem a profundidade das abordagens dos “Cahiers de la BD”, nem é esse, visivelmente, o ...

Registos 577 a 585 de 986

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