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Edição de 25-06-2024
Jornal Online

SECÇÃO: Destaque


TOMADA DE POSSE DOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO DAS COLETIVIDADES DO CONCELHO DE VALONGO

«Confiança de que juntos faremos a diferença e construiremos um movimento associativo ainda mais vibrante e significativo»

JOANA FITAS NO USO DA PALAVRA
JOANA FITAS NO USO DA PALAVRA
O auditório da Junta de Freguesia de Ermesinde (JFE) foi placo ao longo da tarde de 8 de junho passado da tomada de posse dos novos órgãos sociais da Associação das Coletividades do Concelho de Valongo (ACCV) com vista ao mandato de 2024-2027. Tal como demos conta na passada edição do nosso jornal, Joana Fitas é a nova presidente desta associação, sucedendo no cargo a Joaquim Oliveira.

A cerimónia da tomada de posse contou com muitos convidados, desde logo muitas dezenas de representantes de associações do concelho de Valongo, bem como personalidades afetas ao Poder Local, entre outros, o presidente da JFE, Miguel de Oliveira; o vereador da Câmara Municipal de Valongo (CMV), Paulo Esteves Ferreira; ou o presidente da Assembleia Municipal de Valongo, Abílio Vilas Boas. O vice-presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, Adelino Soares, esteve de igual forma presente, ele que, aliás, faz também parte dos novos órgãos sociais da ACCV. Manuel Moreira, dirigente da Associação das Coletividades do Distrito do Porto foi outra das personalidades convidadas.

A cerimónia não foi preenchida apenas pelos discursos da praxe destas ocasiões, pelo contrário, teve animação, com música, bombos e momentos de poesia. Os bombos abriram as solenidades no exterior do edifício da Junta, com as atuações dos grupos Sons com Bombos (da Associação Académica e Cultural de Ermesinde) e os Filhos da Pauta (de Alfena). A poesia esteve a cargo de elementos afetos à Universidade Sénior do Rotary Club de Valongo, ao passo que o momento musical foi levado a cabo pela jovem Sara.

A EQUIPA QUE VAI DIRIGIR OS DESTINO DA ACCV NO PRÓXIMO MANDATO
A EQUIPA QUE VAI DIRIGIR OS DESTINO DA ACCV NO PRÓXIMO MANDATO
A primeira intervenção da tarde coube a Miguel de Oliveira, que começaria por destacar que numa cidade como Ermesinde as coletividades culturais, desportivas, recreativas, ou de âmbito de intervenção social são fundamentais para a construção de cidade. «Não conseguimos construir cidade sem estas coletividades. Não conseguimos construir cidade sem este trabalho abnegado, voluntário, que muitos de vocês fazem todos os dias, quando abdicam do contacto com as vossas famílias, quando abdicam do conforto das vossas casas, quando abdicam do vosso tempo de lazer. Mas fazem-no porque têm um ideal, que é um ideal de sociedade. Vocês dão de vocês sem pedir nada em troca. E por isso o Poder Local tem de estar particularmente agradecido a todos aqueles que aqui em Ermesinde, e no resto do concelho de Valongo, todos os dias fazem com que sejamos uma comunidade melhor, mais resiliente, mais forte, mais preparada para enfrentar os desafios», ressalvou o presidente da JFE.

Maria Trindade Vale irá neste próximo mandato continuar a desempenhar o cargo de presidente da Assembleia Geral da ACCV, ela que começou por pedir um forte aplauso para o anterior presidente da associação, Joaquim Oliveira, «um presidente que fez tudo o que pôde», agradecendo-lhe por isso o trabalho realizado, bem como aos restantes órgãos cessantes, pela paixão e tempo dedicado na defesa dos interesses das coletividades do concelho. Mais adiante, daria as boas vindas aos membros dos novos órgãos sociais, referindo que acredita neste punhado de homens e mulheres que ali iriam tomar posse. «Vocês trazem convosco novas ideias, energia renovada, essenciais para o progresso contínuo da nossa associação. Este é o momento da renovação, e com ele surge a oportunidade de explorar novos horizontes. Aos novos membros encorajo-os a abraçar este desafio com entusiasmo e determinação. O vosso papel será crucial para dar continuidade ao trabalho já realizado e para levar esta associação a novos patamares», disse. Mais à frente na sua intervenção frisaria que juntos podem enfrentar os desafios do futuro, promovendo não só a solidariedade entre as coletividades, mas de igual forma criar iniciativas que atendam às necessidades e aspirações do nosso concelho. «A união e a cooperação serão a nossa maior riqueza, as nossas maiores forças, juntos podemos construir uma associação mais forte, inclusiva e capaz de responder eficazmente às mudanças e demandas do nosso tempo», referiu.

GRUPO SONS COM BOMBOS ANIMOU O INÍCIO DA CERIMÓNIA
GRUPO SONS COM BOMBOS ANIMOU O INÍCIO DA CERIMÓNIA
Um dos discursos mais aguardados da tarde foi o da nova presidente da direção, Joana Fitas, que após agradecer a presença de todos, destacou que o envolvimento desses mesmos “todos” nesta cerimónia é um sinal claro da vitalidade do associativismo, da união que este promove, da importância que tem na vida da comunidade, na promoção da liberdade, da democracia e na oportunidade da união em torno de um objetivo comum. Mais à frente destacou alguns dos objetivos que a sua equipa – a quem agradeceu ter aceitado o desafio de desempenhar este papel com «tanta dedicação e competência» - pretende atingir no próximo mandato. A preocupação com a inclusão, ou a valorização do «trabalho fantástico» que é desenvolvido no concelho pelo tecido associativo em diversas áreas, são algumas das metas a atingir nos próximos anos. «Percebemos que são as associações os verdadeiros responsáveis pelo acesso democrático das populações aos seus objetos de interesse. E isto deve ser apreciado, valorizado, e é nesse sentido que se justifica a existência da ACCV em estrita colaboração com os órgãos de Poder Local», disse a nova presidente. «Esta cerimónia marca uma nova fase de vida da associação, a passagem de testemunho do senhor Joaquim Oliveira para a nossa equipa. Tem diferenças? Naturalmente que sim. Não é fácil vir depois de uma figura como a do senhor Joaquim, uma referência do associativismo local e nacional. É inegável o contributo dado à construção e manutenção das coletividades, pelo que se percebe que quem chegar a seguir o faz com uma maior pressão para mostrar obra. A cobrança e a comparação têm tendência para serem maiores, mas estamos preparados para isso. Não sendo um desafio fácil confio plenamente na minha equipa e nos objetivos que delineamos, na defesa do associativismo como um todo. Quando defendemos o interesse de uma associação defendemos o interesse de todas, mas é inegável que quanto mais força tivermos mais e melhor conseguiremos fazer», sublinhou Joana Fitas, que deu conta de outros objetivos traçados pela sua equipa, como por exemplo, aumentar o número de coletividades associadas à ACCV, criar mais e melhores relações com os órgãos de Poder Local, valorizar o associativismo como uma forma de ligação à terra, ou promover a troca de experiências entre gerações. «A ACCV quer fortalecer e promover o associativismo local, representando e defendendo os interesses de associações e clubes. Reconhecemos as dificuldades que precisamos de enfrentar, mas estamos confiantes de que com o envolvimento de todos, incluindo os órgãos de gestão local, iremos superar esses desafios. É fundamental que todas as coletividades se sintam representadas e envolvidas, e que todos possamos defender juntos o movimento associativo junto do Poder Local. Sozinhos nós não vamos fazer absolutamente nada, precisamos do apoio de todos para que os nossos objetivos se materializem. Com o vosso apoio e colaboração tenho confiança de que juntos faremos a diferença e construiremos um movimento associativo ainda mais vibrante e significativo», rematou Joana Fitas.

Em representação da CMV esteve Paulo Esteves Ferreira, que começaria por recordar que a autarquia tem sido um parceiro da ACCV, pois «entendemos que as associações são muito importantes num concelho. Um concelho é tanto mais dinâmico quanto mais dinâmicas forem as associações, não tenho dúvidas disso». Enalteceu o facto de as associações viverem muito da

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Por: MB

 

 

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