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Edição de 30-04-2024
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    Arquivo: Edição de 30-11-2021

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (43)

    A importância de interação na coletividade

    Vem este tema a propósito da necessidade de que seja provocada discussão e esclarecimento da forma como funcionam as coletividades. Esta abordagem não significa que tal se esgote aqui. Muito pelo contrário. Existe muito caminho a fazer.

    Ao longo de anos, as populações por razões de interesses diversos, que merecem ser estudados por todos os que se envolvem no ato de gestão dos espaços do movimento associativo, sentiram a preocupação em se associar.

    Os propósitos dos primeiros construtores de associações, com características muito diferentes da imensa maioria das associações atuais, não deixaram de ser comuns em objetivos, aos que hoje fazem o mesmo caminho.

    Com diferenças assinaláveis, não deixa de ser importante assinalar o facto de que vários dos objetivos à época, passavam também pela criação de condições de acesso para todos, à criação e obtenção de meios de acesso à cultura, ao exercício físico e ao recreio popular. Atos que se foram tornando cada vez mais envolventes ao longo de gerações de associativistas, e como consequência da evolução do associativismo de classe.

    Ao longo de séculos, tal necessidade em associar transformou-se em realidade, que lentamente se foi afirmando, estendendo-se por todo o país.

    Os seus primeiros criadores, geraram formas de entendimento, envolvendo conhecidos e desconhecidos, com mentalidades e atitudes diferentes, que solidariamente e democraticamente, evoluíram, conseguindo formas de colaboração, aprendendo através da ação.

    ALGUMAS PREOCUPAÇÕES ATUAIS...

    A imagem existente para muitos dos frequentadores dos nossos espaços associativos, sejam em sedes, instalações para execução de diversas atividades ou nos bares, é, em grande medida, de um enorme desconhecimento acerca do funcionamento de uma coletividade em todas as suas vertentes. Se sempre foi assim, sendo certo que ninguém nasce ensinado, faz sentido preocuparmo-nos com tal situação, uma vez que assumimos responsabilidades mais importantes e preocupantes para todos os dirigentes.

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    Tal realidade deve merecer atenção em projetarmos para todos os que frequentam as nossas instalações associativas, preocupações de como são geridas, e as responsabilidades assumidas.

    Quem as dirige, como são eleitos os seus dirigentes, qual a função de cada órgão social, quais os direitos e deveres dos seus associados, e como estes devem acompanhar o seu funcionamento e pedir contas sobre o trabalho efetuado, entre outros desconhecimentos mais ou menos evidentes.

    Na imensa maioria, tanto associados como familiares e outros visitantes dos nossos espaços, manifestam simpatias e agrados quando se dirigem à sua coletividade. De resto, entram e saem com a mesma atitude de quem foi à procura da prestação de um serviço. Saúda o “porteiro “ de serviço, sem que veja neste, o seu dirigente, que está ali a cumprir um ato de controlo de defesa dos vários serviços prestados a todos.

    Preocupante o facto de uma boa parte de associados prestarem pouca atenção ao que deva ser a sua normal atitude, elegendo e acompanhando a vida da sua associação, pedindo contas do que é feito, e, sempre que possível, disponibilizar-se para apoiar a sua coletividade no dia a dia.

    Tal situação deve criar preocupação a quem dirige, para que encontre medidas de informação e comunicação de coisas que muitas das vezes nos parecem elementares, banais, mas que é necessário desenvolver.

    Fazermos o convite claro para o seu envolvimento, para o seu apoio e ligação efetiva. Associando-se e participando mais, defendendo a sua associação.

    Muitos desconhecem ou esquecem que os dirigentes dedicam o seu tempo disponível, e fazem-no gratuitamente, exercendo funções para as quais foram eleitos democraticamente em eleições normais e regulares onde todos podem e devem participar para eleger e ser eleitos.

    É uma realidade a necessitar de uma intervenção clara que leve ao conhecimento de quem acede às nossas instalações, esclarecendo o empenho desenvolvido, ao gerir o melhor possível o que é de todos.

    TODOS PODEMOS (IN)FORMAR

    Existem estudos que nos ajudarão a perceber a forma de como o fazer, que nos permitem conhecer e dar a conhecer a melhor gestão das nossas instalações, as respostas para com responsabilidades financeiras assumidas, as leis que somos obrigados a cumprir, procurando a criação de métodos de funcionamento que façam sentir e conhecer, a todos os associados ou não, frequentadores ocasionais ou não, em como é gerida aquela coisa que está ali, que lhe serve de formação, direta ou indiretamente já que muitos vão levar os filhos às atividades, sejam elas de educação física, de cultura, ou de convívio e recreio.

    (...)

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    Adelino Soares*

    *CPCCRD

     

     

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