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Edição de 28-02-2021
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    Arquivo: Edição de 31-01-2021

    SECÇÃO: Local


    CARTAS AO DIRETOR

    Mais bruxaria?

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    Mais uma vez venho falar sobre o assunto já referido em “A Voz de Ermesinde” no passado mês de outubro acerca do aparecimento de fenómenos de bruxaria em alguns locais da nossa cidade e não só. Desde então, já topei com mais quatro ou cinco casos relacionados com fenómenos daquela natureza.

    Assim, há cerca de dois meses, num atalho que liga o velho moinho do Parque Socer à rua de Prosela, em Sampaio, encontrei um conjunto esquisito de massa, farofa, ovos e várias velas de estearina. Ainda lá se encontram vestígios como mostra a foto anexa (1ª). Na última semana do ano, junto a uma árvore na berma do trilho dentro do Parque Socer, encontrei, além de farofa, milho em grão, bagos de uva e uma rosa branca (foto anexa).

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    No passado domingo, dia 3 de janeiro, numa passeata até à Quinta da Pícua, sobranceira à área de serviço da A4, em Águas Santas, encontrei mais uma manifestação de bruxaria: num grande prato redondo de barro vermelho, estava uma galinha de penas castanhas morta e sem cabeça. Ao lado, três rosas vermelhas, uma garrafa de champanhe e uma taça de pé alto com algum líquido.

    Ontem, dia 5 de janeiro, da parte de tarde, como habitualmente passeava a cadela no Parque Socer, próximo do cartaz de obras da Câmara, em local bastante visível para as muitas pessoas que por ali passeiam, quando deparei com mais outro caso macabro idêntico ao anterior. Junto a uma árvore, estava um prato de louça com uma galinha de penas brancas morta, sem cabeça e algum sangue coalhado no prato. A cabeça estava separada e fora do prato. Também tinha os habituais pozinhos de farofa e várias peças de fruta, a saber: uvas brancas, uma romã, uma maçã e uma pera, estas três últimas peças de fruta com dois golpes em forma de cruz (foto anexa). Ao lado estava uma banana toda enrolada com linha preta.

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    Estas manifestações de bruxaria não sei a que se devem, mas estão a ser cada vez mais frequentes, principalmente nas proximidades do rio Leça. A quem se devem? Merecerão estes casos maior vigilância das autoridades? Certo é que algumas pessoas ficam intimidadas e com receio, conforme verifiquei em conversa com alguns transeuntes que por ali passeavam naquela altura.

    Ermesinde, 06-01-2021

    Luís Santos

     

     

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