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Edição de 30-11-2020
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    Arquivo: Edição de 31-10-2020

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (30)

    Segurança máxima, risco zero

    A Confederação das Coletividades ao dar início à campanha “segurança máxima, risco zero”, procura mais uma vez traçar linhas de ação que relancem objetivos de confiança para todo o movimento associativo nacional.

    A nossa atitude, desenvolvida durante o tempo que dura a Covid-19, tem sido sempre com o princípio de comunicar e aconselhar sobre o momento vivido, indo ao encontro de muitas solicitações de dirigentes de coletividades filiadas ou não, evidenciando sempre uma atitude de preocupação, nunca deixando de transmitir indicações positivas, que pensamos serem fundamentais.

    Independentemente das preocupações que atrapalham a nossa atividade, perante esta chamada segunda fase da Covid19, pensamos que a melhor forma é mantermo-nos atentos.

    Prestando sempre atenção cuidada aos aspetos de organização, dando continuidade ao que de melhor já fazíamos e pensando mais sobre como devemos estar mais atentos, aproveitando o momento criado.

    Como exemplo desta necessária atenção, é altura ideal para tentar o melhoramento dos Planos de Atividades e Orçamento (PA/O) para 2021 de forma a ser dada continuidade às experiências anteriores, fazendo da (má) experiência de 2020, um levantamento rigoroso do que nos foi possível realizar, melhorando conteúdos, definindo objetivos, criando condições para o maior envolvimento de todos os dirigentes e associados, chamando-os a uma participação mais ativa para o próximo ano que vai ser muito mais exigente.

    A preparação atempada de tais Planos de Atividades e Orçamentos, permitirá até final deste ano, fazer um levantamento exaustivo dos prejuízos causados em todas as áreas de atividade de cada coletividade. É necessário e fundamental fazê-lo.

    A importância de darmos cada vez mais atenção à nossa capacidade de organização, é fundamental para o futuro de entidades populares como as nossas. Se a nossa coletividade depende fundamentalmente da atividade dos seus associados e dos que assumem responsabilidades atribuídas por eles, os dirigentes, é ainda maior a importância do seu enquadramento e envolvimento.

    Todo o trabalho de melhoramento da nossa capacidade de organização, na definição da responsabilidade de cada dirigente, nos métodos de realização de reuniões com a participação geral no debate e na capacidade de nos ouvirmos, na prestação de contas aos associados e no seu envolvimento para os trabalhos a realizar tanto na sua preparação como na sua execução, na comunicação possível para com a sua comunidade local com as suas famílias e residentes, todos ficaremos a ganhar.

    É também esse o objetivo da Confederação. Levar à prática mais uma iniciativa que nos permita conhecer os efeitos reais causados às nossas associadas filiadas e não filiadas. Para isso estamos a envolver todos os dirigentes dos órgãos nacionais, para que em todas as regiões, se conheça a realidade, procurando obter o maior número de dados possíveis, através do contacto de determinado número de coletividades em cada concelho ou distrito.

    Assim, faz sentido associar as respostas à iniciativa da Confederação, através do conhecimento real da situação que nos é criada individualmente pela Covid-19, da preparação das atividades e orçamentos para 2021, da transmissão dessa realidade, à necessidade de conhecer a realidade, para que possamos melhor defender, a outros níveis, o movimento associativo nacional.

    Dependemos, particularmente, uns dos outros.

    ADR GANDRA - DIRIGENTES ABSOLVIDOS

    Em março de 2019, com o título “Os jogos de cartas nas Coletividades e a necessária prevenção”, chamámos a atenção para o ocorrido na Associação Desportiva e Recreativa da Gandra, nossa associada, onde, uma força policial “atuou de forma um tanto ou quanto desproporcional através de uma abordagem assustadora, detendo cerca de 15 pessoas, feita perante outros tantos, que numa ação descontraída e pacífica, jogavam cartas, o que fazem todos os dias.” AVE março/2019.

    Entendemos ter sido a conclusão mais justa sobre este processo, uma vez que não ficou comprovada a existência de qualquer ilicitude pela parte dos normais frequentadores da associação em causa, associados e dirigentes, tendo sido absolvidos todos os detidos e acusados.

    (...)

    leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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    Adelino Soares*

    *Confederação Portuguesa das Coletividades

     

     

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