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Edição de 31-07-2020
Jornal Online

SECÇÃO: Local


Eleições na Ágorarte

MOMENTO DA POSSE DO NOVO PRESIDENTE DA DIREÇÃO, MANUEL AUGUSTO DIAS (FOTOS RUI LAIGINHA)
MOMENTO DA POSSE DO NOVO PRESIDENTE DA DIREÇÃO, MANUEL AUGUSTO DIAS (FOTOS RUI LAIGINHA)
As Assembleias Gerais da Ágorarte - Associação Cultural e Artística, que chegaram a estar calendarizadas para o dia 13 de março deste ano, para aprovação do Relatório e Contas do Exercício de 2019 e para a eleição dos Corpos Gerentes, tiveram de, por força da pandemia da Covid-19, ser adiadas para o dia 30 de junho de 2020. Durante esse dia, no período da manhã e no período da tarde, conforme previamente havia sido previsto e anunciado a todos os associados, decorreram, na sede da Associação, Rua Eng.º Armando Magalhães - Passagem inferior da C. P. Lojas 10 e 11, as eleições para o biénio 2020-2022, sendo eleita a única lista que se apresentou a sufrágio, bem como a lista da Comissão de Alunos.

UM ASPETO DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL DA ÁGORARTE, NO AUDITÓRIO DA JUNTA DE FREGUESIA DE ERMESINDE (DIA 30 DE JUNHO DE 2020)
UM ASPETO DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL DA ÁGORARTE, NO AUDITÓRIO DA JUNTA DE FREGUESIA DE ERMESINDE (DIA 30 DE JUNHO DE 2020)
À noite, já no Auditório da Junta de Freguesia de Ermesinde e tomadas todas as precauções relativamente ao distanciamento social, decorreram as duas Assembleias Gerais agendadas. Na primeira, fez-se a análise e aprovação do Relatório e Contas de 2019 – um documento de mais de 40 páginas – onde a direção dá conta detalhada de toda a atividade realizada, que, pelas palavras do vice-presidente da direção, representou uma grande percentagem de concretização do Plano de Atividades que, oportunamente, havia sido gizado. Manuel Augusto Dias aproveitou ainda para agradecer, em nome da direção da Ágorarte, à Câmara Municipal de Valongo, que, para além da cedência das atuais instalações onde funcionam a maior parte das aulas da Universidade Sénior de Ermesinde (USE), no edifício Dr. Faria Sampaio, permite a utilização das Piscinas Municipais e do Pavilhão pelos nossos alunos e cedeu também o espaço onde funciona a nossa sede, e à Junta de Freguesia de Ermesinde, com quem a Ágorarte tem várias parcerias, e que nos tem facultado o seu Auditório para as aulas de História Contemporânea e para a realização de algumas atividades e para algumas assembleias gerais como acontece no presente caso.

Foram também apresentadas as Contas do exercício de 2019 que mereceram parecer favorável do Conselho Fiscal. Posto o documento, no seu conjunto, a votação foi o mesmo aprovado por unanimidade.

O presidente da Mesa da Assembleia Geral, António de Almeida Santos, no uso da palavra ventilou a possibilidade de a Associação poder aspirar a uma sede mais consentânea com a dignidade do seu prestígio, pois como se sabe nunca foi muito adepto da sede no subterrâneo onde se encontra. Lembrou que a Casa do “Rei do Aço” [ver destaque à frente] perto do Café Gazela, se encontra à venda e era um excelente sítio para a sede e até para o funcionamento de algumas aulas com menos alunos. Claro que se põe desde logo a questão do financiamento, mas a ajuda das autarquias e de eventuais associados, podia solucionar esse problema, ao mesmo tempo que se podia manter aquele belo exemplar do património urbano no centro da cidade.

A SEDE DA ÁGORARTE/USE EM DIA DE ATO ELEITORAL (30 DE JUNHO DE 2020)
A SEDE DA ÁGORARTE/USE EM DIA DE ATO ELEITORAL (30 DE JUNHO DE 2020)

NOVOS CORPOS GERENTES DA ÁGORARTE

Mesa da Assembleia Geral:

António de Almeida Santos - Presidente da Mesa

Maria Adélia Moreira Jorge - Secretária

Américo Raul Ribeiro Blanquete - 2.º Secretário

Direção:

Manuel Augusto Dias - Presidente

Ilda Manuela Ferreira Pinheiro - Vice-Presidente

Celeste Azevedo Costa Andrade Campeão – Secretária

Álvaro de Andrade Campeão – Tesoureiro

Maria Elisabete Barbeitos de Castro – Vogal

Suplentes:

Maria Eduardina Maia Tuna Barbosa

António Pinto Canises

Conselho Fiscal:

João Gomes Ferreira – Presidente

Carlos Francisco Maieiro da Costa – Secretário

Humberto Alexandre Gomes Rodrigues – 2.º Secretário

NOVA COMISSÃO DE ALUNOS DA UNIVERSIDADE SÉNIOR DE ERMESINDE

Maria de Fátima Saavedra Gonçalves – Presidente - Aluna n.º 161

Luís Manuel da Rocha Santos – Vogal - Aluno n.º 24

Maria Fernanda Vieira – Vogal - Aluna n.º 14

Germano Nogueira Martins de Castro – Vogal - Aluno n.º 306

Maria Fátima Teixeira Freitas Vasconcelos – Vogal - Aluna n.º 233

Suplentes:

José Vicente Mendes dos Reis – Aluno n.º 205

Irene Lourdes Almeida da Costa Santos – Aluna n.º 223

Maria Conceição Ferreira de Sousa Campos – Aluna n.º 232

foto

A CASA DO REI DO AÇO

Do tempo em que Ermesinde era uma estância balnear do Porto, com o Leça ainda límpido e as suas margens arborizadas, conhecida então como a “Sintra do Norte”, com os seus belos palacetes disseminados um pouco por toda a freguesia, poucos desses belos edifícios restam, sendo um deles aquele que a foto documenta, bem no centro da cidade, junto ao Largo da Capela de S. Silvestre – a Casa do Diamantino, mais conhecida como a Casa do Rei do Aço. Esta casa, ao longo da sua história, já teve imensas utilizações, tendo sido até, sede da quase centenária corporação dos Bombeiros Voluntários de Ermesinde (mais uma razão histórica para a sua preservação). Soubemos que a mesma se encontra à venda e pelo que dizem, pode ser deitada abaixo, para ali vir a ser construído um novo edifício.

Se tal se vier a concretizar é mais uma pesada e irreparável perda de património da cidade. Importa fazer tudo para que tal não aconteça.

O nosso colaborador e antigo diretor, Jacinto Soares, no seu livro “Ermesinde – O Património e a Nossa Gente [Mosaicos e Historiais]” considera esta casa um “exemplar arquitectónico” da história da cidade, referindo concretamente o seguinte: «Trata-se de uma casa mais recente (…) de estilo avançado, onde o colorido dos seus elementos se impõe no todo o panorama estético. Pena é que, neste momento, não esteja salvaguardada no PDM. Digno de admiração é um belo e polícromo painel de azulejos representando uma paisagem mediterrânica que se insere numa moldura quadrangular, exposta na fachada sul. Na parte virada à Rua Ribeiro Teles, sobre uma sacada, salienta-se um frontão recto e sobre o avançado deste ressalta, numa moldura rectangular, um painel de azulejos polícromos, onde uma carranca central se prolonga lateralmente ondulantes festões floridos. Este painel é balizado por frontões laterais de granito que interrompem o madeiramento da cornija.»

(...)

leia esta reportagem na íntegra na edição impressa.

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