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Edição de 31-07-2020
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    Arquivo: Edição de 30-06-2020

    SECÇÃO: Destaque


    NA PRESENÇA DO MINISTRO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA:

    Arrancaram as obras da nova esquadra da PSP de Valongo

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    Decorreu no dia 2 de junho a cerimónia da assinatura do ato de consignação da empreitada para a instalação da Esquadra da PSP de Valongo no edifício do antigo Mercado Municipal da sede do concelho, cerimónia essa que contou com a presença do Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.

    Para o presidente da Câmara Municipal de Valongo (CMV), José Manuel Ribeiro, é importante marcar este momento, pois «há 29 anos que temos um problema de uma esquadra mal localizada. Nunca foi a esquadra ideal (a que funciona atualmente nas instalações situadas na Rua Joaquim Marques dos Santos), foi a possível, mas entretanto já passaram 29 anos», lembrou o autarca no início da sua alocução, acrescentando que estava a ser dado um passo para resolver este problema que se arrasta desde 1991. Recordou que antes deste passo outros foram dados anteriormente, reconhecendo a participação de um conjunto de pessoas, outros “atores políticos” «muitas pessoas que trabalharam para que hoje fosse possível assinar este ato de consignação», ressalvou o edil que na pessoa do Ministro da Administração Interna endereçou um “obrigado” a todos os que contribuíram para a resolução deste problema.

    José Manuel Ribeiro destacou ainda a importância das forças de segurança no combate à crise sanitária (provocada pela pandemia da Covid-19) que nos últimos meses foi (e é) travada no concelho, recordando que o concelho tem a circunstância de ter duas forças de segurança, designadamente a PSP, uma em Ermesinde e outra em Valongo, acrescentando que em conjunto com outras entidades, como a Proteção Civil, a GNR, as corporações de bombeiros, com os presidentes das Juntas de Freguesia, entre outras entidades, houve um diálogo diário, no sentido de reagir à crise pandémica, enaltecendo a importância de todas estas entidades e o que foi possível aprender com todas elas ao longo destes meses. «Todos ganhámos uns com os outros», disse, lembrando ainda que em relação às duas forças de segurança da PSP do concelho fizeram em conjunto um trabalho notável neste período de crise, na forma como ajudaram a construir soluções.

    Relativamente à esquadra que vai nascer no antigo Mercado de Valongo, à reinstalação da esquadra da PSP de Valongo no antigo mercado municipal, o autarca recordou que quando chegou à Câmara ninguém acreditava que ali fosse possível existir uma esquadra. «O que não era possível pelos vistos vai ser possível e vai aqui nascer uma nova esquadra. E com outras condições não tenho dúvidas de que é possível fazer um trabalho mais perfeito».

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    À parte desta alocução, o autarca falou aos jornalistas, onde frisou que ali irá nascer uma nova esquadra, uma adaptação deste espaço do antigo mercado, «que tem uma belíssima localização ao contrário da atual localização», uma esquadra que foi dimensionada para a dimensão (de efetivos) atual da esquadra de Valongo. Questionado sobre uma necessidade de reforço de meios humanos, José Manuel Ribeiro frisou que «temos vindo a pedir, e tem havido sensibilidade para isso, sendo desejável que quer esta esquadra quer a esquadra de Ermesinde tenham sempre os meios adequados, porque sem meios não se consegue desempenhar a função de garantir a segurança e garantir que as pessoas tenham uma perceção de segurança». Questionado ainda sobre o ponto da situação da esquadra de Ermesinde, relativamente ao facto de há alguns meses atrás ter sido tornado público que a mesma tinha por vezes de ficar fechada porque não tinha efetivos suficientes, o autarca disse «aquilo que nos tem sido dito pelos responsáveis da PSP é que estão a conseguir encontrar formas de reforçar os meios e é o que nós pretendemos», acrescentando que em relação aos números, o que é dito pelos responsáveis da PSP, «é que nos últimos anos a criminalidade tem baixado aqui no concelho, mas o nosso objetivo é que haja criminalidade zero, queremos que as pessoas aqui vivam em tranquilidade, que haja segurança».

    Por sua vez, o Ministro da Administração Interna, no seu discurso, destacou também o papel fundamental que as forças de segurança tiveram ao longo dos meses em que o país viveu sob o Estado de Emergência seguido de Estado de Calamidade. Frisou mais à frente que ao longo destes meses de pandemia foram acelerados vários investimentos ao nível das forças de segurança, «dezenas de processos deste tipo nestes últimos meses que foram resolvidos», aplicando os princípios de autoridade de Estado numa matéria que é competência do Governo, mas em parceria com as autarquias locais, como esta que acontece com a CMV. Eduardo Cabrita ressalvou ainda que «a segurança é uma competência nacional que deve ser exercida numa dimensão de proximidade», e que «este investimento é um passo para o reforço da eficácia, dá melhores condições de trabalho para os profissionais e dá perceção de segurança. Espero daqui a um ano voltar a Valongo para celebrar a existência deste espaço de uma nova esquadra», concluiu o governante.

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    E A TÃO SONHADA E NECESSITADA

    NOVA ESQUADRA DA PSP DE ERMESINDE?

    A Voz de Ermesinde quis ainda conhecer a opinião/posição do autarca sobre uma antiga reivindicação da nossa Cidade no que concerne à esquadra local da PSP, mais precisamente na necessidade de novas instalações que substituam as atuais, que estão desajustadas. O que podem pois esperar os ermesindenses no futuro quanto a esta velha reivindicação? «Os ermesindenses da minha parte esperam aquilo que sabem, que é estar sempre disponível para melhorar. Nós temos vindo a falar com a PSP sobre a questão da esquadra de Ermesinde, e neste momento existe um contrato de arrendamento, digamos assim, de longa duração. Mas estamos atentos, e sempre dissemos ao Comando que o Município está, e sei que a Junta de Ermesinde também porque já tive a oportunidade de falar com o senhor presidente da Junta, no momento em que estiverem a discutir essa questão da esquadra nós estamos disponíveis para encontrar soluções. Neste momento essa questão não se coloca, mas se vier a colocar-se eu assumo que o Município estará na linha da frente para encontrar soluções», disse.

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    Por: Miguel Barros

     

     

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