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Edição de 30-09-2019
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    Arquivo: Edição de 30-06-2019

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (16)

    Ser solidário dá trabalho. Mas é compensador

    Quando se fala de movimento associativo, fala-se do envolvimento de milhares de pessoas. A simples abordagem de uma coletividade, prossupõe uma relação entre determinado número de dirigentes, associados, familiares de uns e de outros, e vizinhanças locais.

    No caso destes dois últimos atores sociais, familiares e vizinhanças, a realidade demonstra que, para o bem e para o mal, uns e outros estão sempre atentos ao que se passa ali, na sua sede, onde as pessoas assinaladas se encontram, reúnem e decidem o que fazer, e o que acontece é sempre fruto de muito empenho e envolvimento. Seja dentro de quatro portas, seja utilizando os espaços possíveis para o desenvolvimento das suas atividades que exijam tais meios.

    Os que assumem o funcionamento de uma coletividade, os seus dirigentes, com mais ou menos vocação e predisposição para estar ali, por muita dificuldade que demonstrem ter para as respostas correspondentes ao ato que é necessário para dirigir, aprendem a saber como e o que “mandar” fazer, ao longo do tempo em que se predispõem a ser dirigentes.

    É uma realidade da vida, que só acontece a quem é capaz de assumir responsabilidades, de uma forma solidária, benévola, e sobretudo, gratuita.

    Foi sempre assim, desde o princípio, quando o ser humano sentiu a necessidade de viver em comunidade, participando em eventos, após o tempo de trabalho, por mais duro ou leve que este possa ser.

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    Assim, a ideia de se associar foi-se desenvolvendo em crescendo permitindo que hoje existam dezenas de milhares de coletividades dirigidas por centenas de milhares de associados, de utentes utilizadores das suas instalações, de relacionamentos sociais, como também assistentes e participantes nas várias atividades proporcionadas pelas coletividades, com qualidades enormes.

    Para isto tudo poder funcionar, centenas de milhares de cidadãos, assumem a sua condição de dirigentes. Na sua imensa maioria, e dentro do espírito que está na origem deste movimento associativo, fazem-no sem a obtenção de qualquer ganho monetário. Mesmo que olhemos para a realidade de hoje, onde é necessário assumir outras responsabilidades para o desenvolvimento de atividades, que obrigam os seus orçamentos a dimensionarem-se de forma espantosa, causadora de muitas preocupações, para a criação de condições de sustentabilidade.

    São factos reais, independentemente da grandiosidade de cada associação. A necessária transmissão desta realidade deve ser sempre um fator de preocupação e de interesse de todos os dirigentes associativos, para toda a envolvente associativa. Quanto mais não seja, deve servir para evidenciar sempre a responsabilidade assumida, e o contributo prestado à sociedade e ao país, por todos nós.

    Frequentemente destacamos o papel das coletividades na substituição do Poder Central e do Poder Local, e das responsabilidades destas entidades no que respeita ao cumprimento da Constituição da República Portuguesa, no que toca ao desenvolvimento das mais variadas atividades desportivas, culturais, recreativas e sociais.

    Mas também não devemos deixar de fora, o acompanhamento de dois atores importantes no movimento diário das nossas atividades, coletividade a coletividade.

    Quando se pensa em formação, a formação e comunicação do que fazemos, do que queremos, de como funcionamos, tem que ser destinada a todos os que se movimentam na coletividade.

    (...)

    Por: Adelino Soares

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