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    Arquivo: Edição de 20-09-2013

    SECÇÃO: Destaque


    Catarina Martins apelou a votar no BE para defender serviços públicos

    Foto BE/VALONGO
    Foto BE/VALONGO
    A coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, e o cabeça de lista do partido à Câmara Municipal de Valongo, Eliseu Pinto Lopes, explicaram domingo, dia 15 de setembro, a importância do voto no Bloco de Esquerda como arma fundamental para a defesa dos serviços públicos. Os dois intervieram num almoço-convívio realizado em Ermesinde, que culminou uma arruada pelas ruas centrais da cidade, na qual participaram dezenas de apoiantes da candidatura bloquista que tem como lema "Concelho Jovem, Concelho Vivo".

    Eliseu Pinto Lopes, denunciou o facto de o candidato do PSD à edilidade tudo fazer para que se «confunda onde começa o presidente da Câmara e onde acaba o candidato do PSD», dando vários exemplos da mistura de papéis, que em nada contribui para a dignidade das instituições.

    O candidato exigiu «mais respeito pelos cidadãos», frisando que «a Câmara não pode continuar a ser uma coutada dos interesses privados», aqueles que fizeram a autarquia «perder, desde 2004, cinco milhões de euros com a concessão da água e saneamento, e cem mil euros por ano com o negócio dos parcómetros». Referindo-se aos objetivos das candidaturas bloquistas no concelho, Eliseu Pinto Lopes sublinhou a necessidade de "transformar um concelho que é dos mais jovens do país num concelho vivo, onde as diferentes freguesias tenham dinâmico e não continuem a ser um mero dormitório».

    A coordenadora nacional do Bloco de Esquerda explicou quais os principais desafios do partido com vista às eleições de 29 de Setembro. O primeiro é convencer os cidadãos a irem votar, a mostrarem «que este país é feito de gente que não se resigna, que não desiste, que sabe o que é o Estado de direito e que sabe que o povo é quem mais ordena».

    O segundo desafio, lembrou Catarina Martins, é contribuir para derrotar o Governo, «porque um executivo que saia derrotado destas eleições é um Governo com menos condições políticas para impor mais cortes e para aprofundar a política de austeridade». Por fim, há que «convencer as pessoas a escolherem o Bloco de Esquerda, porque os eleitos do Bloco não se intimidam perante o poder da finança». «Em Valongo, o PSD privatizou a água, mas o PS convive bem com isso e fez o mesmo noutros concelhos. A escolha passa por saber se as autarquias defendem os bens públicos ou se são balcões de negócios privados», concluiu a coordenadora nacional do Bloco de Esquerda, assinalando a necessidade de eleger candidatos do Bloco para os diferentes executivos, onde tenham uma palavra a dizer nas decisões mais importantes para a vida dos cidadãos.

     

     

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