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    Arquivo: Edição de 30-06-2012

    SECÇÃO: Cultura


    XIX Feira do Livro de Valongo

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    De 6 a 15 de Julho, no Parque Urbano de Ermesinde

    Da programação da XIX Feira do Livro do Concelho de Valongo salientamos a realização da VI Conferência de Ermesinde, realizada pela associação cultural Ágorarte, no dia 7 de julho, às 21h30, no Fórum Cultural de Ermesinde, conferência esta que em 2012 é dedicada a José Régio.

    Destaque ainda para a a programação do dia 13 de julho, com a comemoração do Dia da Cidade de Ermesinde.

    Quanto às propostas do jornal “A Voz de Ermesinde”, deixamos aqui umas breves notas.

    “A VOZ DE ERMESINDE”

    NA FEIRA DO LIVRO

    Renato Roque, autor de “O Caracol” – apresentação dia 12, às 16h00 – nasceu no Porto, («... há muitos anos. Não se lembra! Dizem-lhe que era uma segunda-feira e fazia sol. Apesar de céptico por natureza, acredita» [do seu blogue pessoal]).

    Engenheiro eletrotécnico por formação académica, tem-se vindo a notabilizar sobretudo pelo seu trabalho na Fotografia.

    Tem publicados: “Cada Pessoa é um Artista” (1996), “Renato no País das Manchinhas” (1997, ed. Salamandra), “A hora sua” (maio 2001, ed. Assírio &Alvim), “D' ouro d' Alendouro” (agosto 2003, ed. Gémeo R), “Eu é que digo quem são os artistas!” (natal 2004), “Corpos de cidade” (maio 2001, ed. Salamandra), “Projecções da memória” (2003), “Catedrais do Silêncio” (abril 2004, ed. Gémeo R), “Balada Solitária” (dezembro 2004, ed. Gémeo L), “Douro/Duero” (abril 2006), “Noves fora nada” (fevereiro 2008), “12 pm em flash” (maio 2008), “Espelhos Matriciais” (outubro 2009), “Hollywood” (maio 2011).

    Sobre o livro “O Caracol” (Afrontamento):

    «Há muitos animais que injustamente nunca aparecem nas histórias que se contam. É o caso do pequeno caracol. O caracol desta história todos os dias, mal o sol nascia, saía da cas(c)a que carrega às costas, o que como podemos imaginar é muito prático mas também muito cansativo, punha os corninhos ao sol e metia-se a caminho. Atrás de si deixava um trilho de baba, que brilhava quando os raios de sol nele incidiam.

    Esta história mostra que nenhum animal está a mais na floresta, e que quando há um problema para resolver a entreajuda é a melhor receita».

    Sousa Dias, autor de “Grandeza de Marx - Por uma política do impossível”, é professor de Filosofia, e autor de “Mil experimentações. O pensamento e o mundo”, (1980, ed. Civilização), “Razão e império” (1981, ed. Civilização), “Arte, Verdade, Sensação” (1983, ed. Civilização), “Lógica Lógica do acontecimento. Deleuze e a filosofia” (1995, ed. Afrontamento), “Estética do conceito. A filosofia na era da comunicação” (1998, ed. Pé de Página), “Questão de estilo. Arte e filosofia” (2004, ed. Pé de Página), “E ítaca eras tu” [poesia], (2005, ed. Pé de Página), “Vocação vegetal” [poesia] (2006, ed. Pé de Página), “O que é poesia?” (2008, ed. Pé de Página), “Grandeza de Marx. Por uma política do impossível” (2011, ed. Assírio & Alvim).

    Sobre o livro “Grandeza de Marx” (Assírio&Alvim):

    «Comunismo é para Marx o nome próprio, não só do movimento proletário de superação da forma da sociedade existente, mas da forma social futura resultante dessa superação, ou seja, da ‘sociedade sem classes’, da democracia social absoluta por vir. O comunismo, a Ideia de comunismo, como forma superior de democracia: eis o que parece incompatível, ou pelo menos aberto logo de início à corrupção fáctica no comunismo ‘real’, com o conceito de ditadura do proletariado, foco desde sempre, e sobretudo desde a efectividade dos Estados ‘comunistas’ totalitários, da atribuição a Marx de uma concepção autoritária, antidemocrática, do Poder revolucionário, ou de responsabilidades ‘conceptuais’ no totalitarismo histórico desse Poder. O que faz desse conceito a noção mais equívoca, mais historicamente sobreconotada, do pensamento político de Marx».

    Manuel Augusto Dias, natural de Ansião (1956), mestre em História das Instituições e Cultura Moderna Contemporânea, investigador, colaborador de “A Voz de Ermesinde”, de que foi diretor interino. Reside em Ermesinde. É autor, entre outros, de “Confraria de Nossa Senhora da Paz da Constantina (Ansião), 1996, “O Município de Ansião na Primeira República” (1998), “A Associação de Cultura Recreio e Beneficência de Chão de Couce - 59 anos de história (2000), “Ansião e o Estado Novo” (2000), “Chão de Couce - Estudo Monográfico” (2001), “Ermesinde – Registos Monográficos” (2001, com Manuel Conceição Pereira), “Ansianenses ilustres” (2002), “Comemorações dos 70 Anos do Retábulo De Malhoa – 1933? - 2003 (2003), “Ermesinde e a I República” (2011). É também autor de várias biografias de portugueses ilustres.

    Sobre o livro “Ermesinde e a I República” (Edição Junta de Freguesia de Ermesinde):

    «(...) Manuel Dias destacou a mudança de nome da freguesia de S. Lourenço d’Asmes para Ermesinde, explicando que este era antes apenas um dos lugares da freguesia, precisamente o escolhido para implantar a estação ferroviária, embora depois por razões técnicas, esta tivesse sido implantada um pouco mais a norte.

    Ermesinde não era então, em 1910, a freguesia mais populosa do concelho, mas já o era 11 anos depois, em 1921, mercê da rede de acessibilidades de que entretanto beneficiou», “A Voz de Ermesinde”, edição de 30-07-2011.

    A XIX Feira do Livro do Concelho de Valongo merece bem a atenção e a visita de todos!

     

     

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