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Edição de 31-03-2021
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    Arquivo: Edição de 15-07-2006

    SECÇÃO: Destaque


    Solução à vista para o mercado?

    No ponto da Ordem do Dia referente a informações diversas, Artur Pais daria a saber ao restante Executivo que depois de uma reunião com o vereador da Câmara Municipal de Valongo (CMV), José Luís Pinto, e com um arquitecto da autarquia, onde foram debatidos assuntos relacionados com a freguesia, foi avançado por estes dois elementos que a câmara irá pedir um parecer à Ordem dos Arquitectos e à Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto com vista à possibilidade de serem feitas melhorias no mercado de Ermesinde. Será que a solução para este velho problema está à vista? A ver vamos.

    Da reunião com José Luís Pinto e o arquitecto da câmara ficou ainda a saber-se que no interior de cada cemitério da freguesia será construída uma pequena loja destinada à venda de cera e flores. Uma situação que não reuniu o consenso de todos os elementos do Executivo. Para Almiro Guimarães a venda destes materiais deve ser feita fora do cemitério, num espaço próprio, à semelhança do que acontece no cemitério de Águas Santas. Já Alcina Meireles referiu que conhece alguns cemitérios em que a venda de cera e de flores é feita dentro do espaço, sublinhando que não vê incovenientes à construção destas lojas desde que as mesmas não alterem a arquitectura da infraestrutura, nem que a venda dos materiais seja feita pelos funcionários do cemitério, como antes acontecia.

    Neste período seria ainda aprovada a atribuição de um subsídio extraordinário de 400 euros à Casa do Povo de Ermesinde, que no próximo dia 22 de Julho irá organizar um festival de Folclore na freguesia.

    Não viabilizada foi uma proposta de um grupo editorial que pretendia criar uma revista mensal sobre as actividades da freguesia, com especial destaque para o trabalho desenvolvido pela Junta, cuja publicação ficaria nos 1 175 euros mensais, sendo que cada número teria uma tiragem de 4 000 exemplares. À maioria do Executivo a ideia não pareceu má de toda, mas todos foram unânimes em concordar que neste momento a prioridade da Junta é acabar a terceira fase das obras do seu edíficio, pelo que esta proposta não poderia ser aceite. Posto isto, Artur Pais daria a conhecer o programa definitivo das comemorações do Dia da Cidade, que como é sabido tiveram lugar a 13 de Julho passado. E foi já com algum público na sala que se deu entrada no segundo período da sessão destinado à intervenção de paroquianos. Período aproveitado pela conhecida Esmeralda Carvalho para colocar ao presidente da Junta algumas questões problemáticas – umas bem antigas outras nem por isso – que continuam a persistir na freguesia. A primeira dava conta de uma novidade, mais precisamente o facto de à porta do cemitério nº 1 estarem estacionados há bastante tempo alguns carros em estado de degradação. “Velhas” seriam as questões relacionadas com a estação de Ermesinde, querendo Esmeralda saber como estava o ponto da situação em relação ao abaixo-assinado a enviar à Refer e o assunto do painel electrónico. Voltaria a alertar novamente para a existência de cada vez mais ervas daninhas em passeios do centro da Cidade. Em resposta a estas questões, Artur Pais informaria que em relação aos painéis electrónicos a Refer ainda não havia dito nada, ao passo que o caso dos carros abandonados já havia sido comunicado à CMV. Quanto aos abaixo-assinados parece que o seu processo está perto de ser concluído, ou seja, já foram recolhidas assinaturas suficientes – embora o presidente não tenha dito quantas – e o documento está pronto a seguir para a Refer. E mais não disse, dando em seguida por terminada a sessão.

    Por: Miguel Barros

     

     

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