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    Arquivo: Edição de 30-06-2005

    SECÇÃO: Destaque


    Nova biblioteca de Valongo abriu as portas à população

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    A nova Biblioteca Municipal de Valongo foi inaugurada no passado dia 17 de Junho. Considerado um dos melhores do país, este equipamento, que custou 3,780 milhões de euros, coloca ao dispor dos utilizadores 30 mil livros.

    Situada no local destinado para a construção da nova centralidade, a nova Biblioteca Municipal de Valongo, de uma moderna concepção arquitectónica, disponibiliza a todos os seus utilizadores um vasto e funcional leque de valências distribuídas por três pisos.

    Assim, no piso inferior, e para além do balcão de recepção e informação ao utilizador e de um pequeno bar, está igualmente disponível uma sala polivalente com capacidade para 100 lugares sentados, destinada a actividades diversificadas que vão desde conferências a colóquios, passando por espectáculos de música e de teatro. No segundo piso funcionam as salas de leitura infanto-juvenil e de adultos, sendo a primeira um espaço onde é pretendido recriar ambientes ligados ao imaginário infantil, onde os mais pequenos têm à sua disposição uma série de obras e de filmes em formato DVD, enquanto que na sala destinada aos mais velhos é possível consultar, e alugar, diversas obras organizadas por assuntos, jornais diários e outras publicações. No último piso os leitores têm ao seu dispor um espaço multimédia, onde podem consultar três mil obras em formato CD-Rom, ou ainda aceder à Internet, ouvir música, ou se preferirem, visionar filmes em DVD. A infra-estrutura comporta ainda um auditório exterior destinado a actividades culturais, e que entretanto foi já “baptizado” – no dia da inauguração – pelo grupo de teatro infantil “Tralhas e Companhia” da Escola do Susão, com a exibição da peça “Bem Cá Ber”. Os utilizadores que queiram aceder à nova biblioteca de Valongo terão de preencher uma ficha de inscrição, sendo-lhes posteriormente entregue um cartão magnético de identificação, para que possam depois circular livremente em todo o espaço público do local, bem como utilizar todos os serviços disponíveis. Esta obra teve um custo global de 3,780 milhões de euros, tendo sido comparticipada em 50% pelo Instituto Português do Livro e Bibliotecas, entidade esta com quem a Câmara Municipal de Valongo celebrou um protocolo para levar adiante esta infraestrutura.

    PREVISTOS MAIS EQUIPAMENTOS

    PARA A NOVA CENTRALIDADE

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    O presidente da autarquia, Fernando Melo, era, na hora de inaugurar esta obra, um homem feliz, sublinhando orgulhosamente o facto desta biblioteca ser uma das melhores em todo o país. Pese embora a nova biblioteca de Valongo ter, ao longo dos últimos tempos, sido alvo de duras criticas, em virtude da sua localização – na zona destinada a erguer a Nova Valongo – afastada do centro da cidade, e até agora a única infra-estrura existente naquela zona, Melo desdramatizou a situação dizendo que em breve irão nascer no local novos equipamentos.

    «Acusam-nos de termos construído uma biblioteca num ermo, longe de tudo, mas as pessoas que dizem isso têm de saber que Valongo tem limites territoriais. Estava fora de hipóteses construir esta obra na Serra de Santa Justa, um espaço natural que pretendemos conservar, e para onde a cidade não pode crescer. Como também não pode crescer para as freguesias vizinhas. Por isso, só podia ser construída aqui. Quero dizer também que esta biblioteca não irá ser a única infra-estrutura neste local, pois pretendemos trazer para aqui a Escola Superior de Hotelaria e Turismo, o Palácio da Justiça, cuja construção está prevista para o próximo ano, e ainda erguer a nova sede da Câmara Municipal de Valongo». O edil valonguense informou ainda que enquanto a nova centralidade não for uma realidade, a população poderá deslocar--se do centro da cidade para a biblioteca através de uma rede de autocarros gratuitos disponibilizados pela autarquia, com viagens de 30 em 30 minutos, de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 19h00.

    Por: Miguel Barros

     

     

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