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Edição de 31-01-2021
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    Arquivo: Edição de 15-05-2005

    SECÇÃO: Destaque


    Marco António e o líder ignorado

    Marco António falou, no almoço, de “um momento de radicalismo político interno” embora sem nunca referir explicitamente Marques Mendes, líder recém-eleito que passou completamente ignorado (!) no almoço de Valongo; denunciou a governação socialista como a responsável pelo crescimento das assimetrias favorecedoras da Região de Lisboa e Vale do Tejo em detrimento do resto do país e, em particular da Região Norte - referindo que o fazia a partir da constatação das estatísticas oficiais -, e terminou a sua breve alocução no almoço classificando de “ruído” tudo o que se tem vindo a discutir sobre a questão dos referendos.

    Foto Manuel Valdrez
    Foto Manuel Valdrez
    Em declarações aos jornalistas presentes, criticou a actual Direcção do partido que, embora no seu direito legítimo, não fazia cumprir as regras antes acordadas entre todos sobre a confirmação das candidaturas dos autarcas que pretendessem continuar. Mas afirmou também que não apoiaria uma candidatura independente (de Valentim Loureiro) contra uma candidatura do partido. De qualquer modo, havia situações e situações e era necessário compreender as justificações de cada um. Marco António acrescentou ainda que se a Concelhia de Gondomar insistisse na candidatura do major, a Distrital, só por isso não a iria logo obstaculizar, sendo então à liderança do partido que competiria uma palavra final.

    Só na altura em que referiu aos jornalistas ir estar nessa noite com Marques Mendes em Amarante, no lançamento da candidatura de Luís Ramos à presidência da Câmara local, é que o líder da Distrital do Porto, fez uma mais extensa menção ao actual presidente do partido.

    NO PLANO

    CONCELHIO

    À parte, em resposta a uma pergunta de “A Voz de Ermesinde”, Marco António confirmou a continuação da coligação autárquica com o PP no concelho de Valongo, devendo pois ser a este partido que compete apresentar um nome para cabeça de lista à Assembleia Municipal.

    Sabendo-se que alguns militantes social-democratas não vêem com bons olhos o nome de Campos Cunha - considerado “pára-quedista”, já que nada o ligaria a Valongo, além de não considerarem a sua gestão na Assembleia isenta de erros - e que, além disso, o recente Congresso do PP veio baralhar o jogo do partido, não é ainda certo a cem por cento que Campos Cunha volte a liderar a Mesa da Assembleia Municipal, a situação todavia mais esperada.

    Por: LC

     

     

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