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Edição de 31-05-2024
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    Arquivo: Edição de 28-02-2023

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (58)

    Associativismo, com responsabilidade democrática!

    Conforme assinala a Constituição da República Portuguesa, está estabelecido nos seus princípios fundamentais, que Portugal assume, enquanto Estado de Direito Democrático que “A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democrática, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa”. (Artigo 2.º)

    Como está estabelecido nos seus princípios, também aqui, a CRP, se evidencia como de uma importância extraordinária para todos nós na defesa de valores da nossa democracia, apelando à atenção permanente de todos os cidadãos, em todos os domínios da nossa atividade de participação cívica.

    Seja ela em defesa de direitos consagrados, seja na discussão pública de causas, no cumprimento de direitos e deveres, na aplicação e desenvolvimento de medidas, em tudo o que seja necessário aplicar ao melhoramento da nossa vida como um todo.

    O natural princípio de defesa e funcionamento democrático, é assim fundamental, também, para o nosso movimento associativo.

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    É PRECISO DEFENDÊ-LO!

    Vivemos um tempo em que a defesa de tais princípios democráticos obriga a que, com grande frequência, se considere a necessidade de avaliar a sua aplicação e prática, no seio do movimento associativo.

    Fazer tal avaliação em permanência é sempre fundamental, por vários motivos.

    Por um lado, porque com toda a naturalidade e desatenção, nos esquecemos de clarificar a posição que melhor defenda o interesse coletivo. Ou quando acontecem divergências que possam dar azo a posições isoladas do dirigente mais expedito na defesa e tomada de decisão, que nem sempre possa ser a melhor. Ou quando somos levados a pensar que não se justifica perder tempo com tais preocupações, uma vez que é necessário decidir depressa. Ou, principalmente, quando acontecem dificuldades aparentemente insolúveis, somos levados à tal tomada de decisão, que em nada evidencia ser fruto de uma discussão insuficientemente e francamente democrática, dificultando até o principio formativo tão necessário na integração de novos dirigentes, jovens ou não, esquecendo-nos de evidenciar de imediato a importância da sua aplicação.

    Estes princípios e outros, são um conjunto de exercícios importantes a todo o momento.

    Desde o seu início, aquando do aparecimento da atividade associativa, em todo o processo de desenvolvimento que o homem entendeu dar vida ao seu ato em se associar, aprendendo com as dificuldades que foram acontecendo ao longo de todo o percurso de crescimento associativo.

    De se entender com o outro, procurando justificações contínuas, para se unir, dando corpo ao trabalho coletivo. Pensando e ouvindo a opinião do outro. Ganhando consciência do que entendia necessário para dar vida à razão do seu principal objetivo: Promover o ato de se associar, traçando linhas de orientação acerca da execução de uma atividade.

    Conhecendo-se hoje que as bandas filarmónicas são a atividade que está na base da construção associativa, várias outras soluções de envolvimento foram acontecendo ao longo dos últimos séculos, evoluindo assim em coletividades, a princípio com uma só atividade, para a existência de milhares de outras coletividades com mais de que uma atividade.

    Situação esta que impõe, só por si e necessariamente, uma outra capacidade de preocupações de entendimento entre vários dos seus componentes.

    ENVOLVER, FORMANDO E RESPONSABILIZANDO

    A democracia em sociedade foi naturalmente acontecendo no movimento associativo com a certeza de que,

    (...)

    leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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    Adelino Soares*

    * CPCCRD

     

     

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