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Edição de 30-04-2024
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    Arquivo: Edição de 28-02-2023

    SECÇÃO: Destaque


    QUEIMA DO JOÃO - CARNAVAL 2023

    O “João” voltou ao nosso convívio envolto num mar de gente e com muitas novidades ao longo de cinco dias de intensa folia

    Fotos MANUEL VALDREZ
    Fotos MANUEL VALDREZ
    Costuma dizer-se que “esta vida são dois dias e o carnaval são três”, mas este ano em Ermesinde foram cinco os dias de folia. Tudo graças ao popular “João”, que após dois anos de ausência, por força da pandemia, regressou para dar (farta) animação e cor ao carnaval ermesindense.

    A “Queima do João” teve inúmeros momentos e muitas novidades entre os dias 17 e 21 de fevereiro. Esta tradição da cultura popular foi uma vez mais organizada pela Junta de Freguesia de Ermesinde (JFE) em colaboração com diversas associações/entidades locais, facto que só por si merece ser realçado, já que chama à festa um maior números de pessoas, dando assim uma dimensão e colorido maiores, como este ano ficou vincado. E uma das novidades, senão mesmo a mais saliente, foi a envolvência da comunidade escolar no evento. No primeiro dia da festa, o Parque Urbano foi pequeno demais para acolher cerca de 1800 crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do Agrupamento de Escolas de São Lourenço e do Agrupamento de Escolas de Ermesinde, bem como do Externato de Santa Joana e do Externato Maria Droste. Com esta chamada, digamos, da comunidade escolar local à festa a tradição ganhou ainda mais folia e cor.

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    E foi neste ambiente de alegria juvenil que o “nosso amigo” “João” chegou ao Parque Urbano a meio da manhã do dia 17, fazendo-se acompanhar do poder político local, onde sobressaiu o presidente da Junta, João Morgado, bem como alguns vereadores da Câmara de Valongo: Orlando Rodrigues, Paulo Esteves Ferreira, e Ana Maria Martins. A festa prosseguiu com o cortejo pelas ruas ermesindenses encabeçado pelo “João”, seguido dos alunos das escolas e externatos da freguesia.

    Outra novidade introduzida na festa deste ano foi o facto de a tradição ter sido levada até zonas da cidade onde normalmente ela não é vivida com tanta intensidade e acima de tudo presença. Ou seja, nos dias 18 e 19 o “nosso amigo” andou em cortejo, acompanhado pelo grupo de bombos da Associação Académica e Cultural de Ermesinde, em zonas como a Bela, Formiga, ou a Travagem.

    Nos dois últimos dias (20 e 21) o armazém da JFE junto ao Parque da Socer foi o epicentro do enredo carnavalesco, o qual não fugindo muito do habitual, ou seja, o velório do “João” (e aqui não podemos deixar de fazer uma especial referência ao papel da D. Maria Rambóia, a eterna viúva do “João”, que mais uma vez provou que é uma “peça” fundamental do enredo), o julgamento e a posterior queima. A novidade no âmbito destes três momentos habituais foi mesmo o imenso mar de gente que a eles ocorreu. De facto, há muitos anos que não víamos tanta, mas tanta gente, a marcar presença no enredo carnavalesco.

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