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Edição de 31-01-2024
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    Arquivo: Edição de 31-10-2022

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (54)

    Novos desafios, como compromisso de trabalho!

    O período decorrente de março a julho deste ano foi de enorme importância e intensa atividade, não só pela necessária preparação do envolvimento das nossas Coletividades em duas significativas ações da Confederação, mas também pela necessidade de traçar objetivos claros de discussão de todos os conteúdos possíveis e com maior clareza das nossas opiniões e decisões a serem aprovados: a 26 de março, no Congresso Estatutário e a 16 de julho, no Congresso Eletivo.

    Ambos, a par das respostas à nossa atividade normal, obrigaram à mobilização do movimento associativo nacional, para a participação na procura de ideias, sugestões e apresentação de novos desafios assumindo compromissos de trabalho e ação futura.

    O natural e necessário trabalho então desenvolvido, não só pelo grau de contactos realizados, e da discussão dos vários temas em discussão em ambos os Congressos, pela sua mobilização para a participação presencial, pelos contactos com dirigentes, individual e coletivamente, para a composição da Lista apresentada e eleita, foram de enorme importância.

    Toda esta ação significa ainda, pela descrição aqui evidenciada, que a preparação de ambos os Congressos, se iniciou muito antes da realização efetiva de cada um. Logo, torna-se evidente que aos dois dias de cada Congresso, se devem acrescentar muitos meses de trabalho, muito envolvimento, muita discussão com discordâncias e os acertos necessários, correspondendo ao pretendido para que na sua realização e apresentação, a respetiva aprovação fosse mais fácil, uma vez que assim, seriam apresentadas as melhores soluções possíveis.

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    DESAFIOS E COMPROMISSOS

    A consideração da necessidade em se proceder a alterações estatutárias, uma vez que tal não acontecia há cerca de 20 anos, teve como principal objetivo melhorar a nossa capacidade de relação e envolvimento com as Estruturas Associativas a nível nacional, de forma a que de futuro, possam participar mais nas decisões do trabalho a realizar e a desenvolver pelos Órgãos Sociais da Confederação, principalmente pela Direção Nacional.

    O natural desafio e compromisso passa por assumirmos todos, a definição das atividades gerais da Confederação, na sua execução, mas também, o natural intercâmbio de comunicação com todo o movimento associativo, acerca do que as Estruturas vão realizando durante cada ano de atividade.

    Da parte dos novos dirigentes eleitos para todos os Órgãos Sociais, e independentemente das experiências de cada um na condução das respostas necessárias da Confederação, mesmo na consideração das dificuldades naturais das várias adaptações, com toda a certeza que poderão contar com o empenho necessário para o cumprimento dos novos Estatutos.

    E aqui, fica à consideração de todos os Dirigente das filiadas, a aplicação do Plano de Ação para 2022/2026, assumido no Congresso Eletivo, na medida que em cada ano seja acompanhado pelo respetivo Plano de Atividades e Orçamento, (PA/O).

    É da responsabilidade de cada um de nós, de todos os Dirigentes, em cada região, distrito, concelho ou freguesia, transportar a sua opinião, a sua crítica, a sua interrogação, a sua preocupação, ouvir-nos a todos e a cada um, de forma a que se estabeleça uma autêntica parceria nacional, idêntica à que, com toda a certeza acontece ou deve acontecer, em cada Coletividade, secção a secção.

    No fundo, atuar em conformidade com o que for necessário para o desenvolvimento de um maior trabalho coletivo, do que fazer a partir da nossa Coletividade para todo o movimento associativo.

    Sendo que em cada uma, as diferentes dinâmicas desenvolvidas, que com toda a certeza são diferentes, se as projetarmos devidamente, melhorando muito a nossa atividade comunicativa, dando-a a conhecer uns aos outros, as experiências positivas ou negativas, e sem qualquer preconceito de quem faz melhor ou pior, com certeza que prestaremos um contributo necessário ao reforço do Movimento Associativo nacional.

    Com alterações significativas ao nível diretivo, novos dirigentes nacionais, novo presidente de DN, novas experiências, mas sobretudo com uma grande vontade em dinamizar a atividade e o reforço da atuação da Confederação, contarão, pois, com o empenho de cada um de nós.

    FAZERMOS O NOSSO TRABALHO A NORTE

    (...)

    leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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    Adelino Soares*

    *CPCCRD

     

     

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