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Edição de 20-07-2022
Jornal Online

SECÇÃO: Destaque


“Noite Branca e dos Bombos” regressou ao nosso convívio ainda com maior grandiosidade e... afluência

Fotos MANUEL VALDREZ
Fotos MANUEL VALDREZ
«Foi um êxito enorme», foi desta forma que Constantino Moreira, presidente da Direção da Associação Académica e Cultural de Ermesinde (AACE), caracterizou a “Noite Branca e dos Bombos” de 2022, realizada a 16 de julho último. Organizada conjuntamente pela AACE, pela Junta de Freguesia de Ermesinde (JFE), e pela Câmara Municipal de Valongo (CMV), esta foi a 7.ª edição de um evento que foi - a julgar pela enorme adesão que teve - o ponto alto das comemorações do 32.º aniversário da elevação de Ermesinde a cidade. Um evento que começa a ultrapassar as fronteiras da cidade e do nosso distrito! É verdade. Na conversa que mantivemos com Constantino Moreira foi-nos dito por este dirigente associativo que vieram até Ermesinde pessoas de outros pontos do país propositadamente a esta manifestação cultural, pessoas essas que deram não só os parabéns pela forma como o evento foi organizado, como também asseguraram que para o ano estão cá outra vez! «Ficaram espantados com o que aqui viram», lembrou o presidente da AACE referindo-se aos “forasteiros” que aqui vieram e que aqui se depararam com a animação farta e variada que encontraram em torno deste evento.

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Após dois anos de “ausência”, devido às contingências da pandemia, a “Noite Branca e dos Bombos” regressou este ano ainda com mais atrativos, mais grandiosa do que nunca, tendo havido uma aposta clara da organização em alargar a festa a mais pontos da cidade. Como foi o caso da zona da Gandra, onde este ano pela primeira vez foi montado um palco e onde durante todo o dia se exibiram não só vários grupos de música e de dança da AACE; bem como os Boinas da Bela; o Rancho Folclórico, Infantil e Juvenil da Gandra; entre outros. Aliás, e no sentido de levar a festa até outros pontos da cidade, a AACE levou por diante uma arruada de bombos durante a tarde, arruada essa que passou por vários locais da nossa terra. Mas também os grupos de música da Universidade Sénior de Ermesinde/Ágorarte, o Grupo de Danças e Cantares de Alfena, a Escola More Dance, a Escola Power Dance, a Escola Atitude Dance, a All Academy, ou seja, a “prata da casa”, ou por outras palavras, associações/grupos da terra, contribuíram para essa farta e variada animação que aqui atraiu, ao longo de todo o dia, mas com maior ênfase à noite, cerca de 20.000 pessoas, um número que foi avançado por Constantino Moreira.

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O dirigente não tem dúvidas de que a “Noite Branca e dos Bombos” vai ser, se já não é, a maior festa da cidade, caminhando a passos largos para uma ambição do presidente da CMV, ou seja, fazer aqui a maior arruada de bombos de todos os tempos. E pelo que vimos não andará muito longe de isso vir a acontecer num futuro imediato. Relativamente ao cortejo dos bombos, que iniciou por volta da meia noite e terminou às 3h00, ele foi integrado por 14 entidades/associações, a esmagadora maioria delas oriundas da nossa freguesia. Cortejo que foi composto por mais de 350 elementos, em representação das seguintes entidades/associações: Bombeiros Voluntários de Ermesinde - associação que abriu o cortejo -; a AACE; o Grupo de Bombos “Os Filhos da Pauta” (de Alfena); a Fanfarra de Percussão Ruxaxa (de Vila do Conde); o Grupo de Bombos “Os Imparáveis” (de Paços de Ferreira); o Açor Tambor; o Grupo de Bombos Recezinhos; o Grupo de Bombos “Zé Pereiras”; o Grupo de Bombos Amigos de Cima (de Rio Moinhos); o Ermesinde Sport Clube 1936; a União Desportiva e Recreativa da Formiga; a União Desportiva, Cultural e Recreativa da Bela; e o Grupo Butterfly. O cortejo foi integrado ainda por muitos autarcas da cidade e do concelho, entre estes os presidentes da CMV e da JFE, respetivamente José Manuel Ribeiro e João Morgado.

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Junta e Câmara cujo papel tem sido determinante na forma como este evento cultural tem crescido, não só em termos de adesão como também em termos de qualidade. «A AACE colabora com o que pode, mas não conseguíamos fazer uma festa desta dimensão sem a CMV e a JFE», frisou Constantino Moreira, que desta forma endereçou um profundo agradecimento às duas autarquias por terem ajudado a fazer desta “Noite Branca e dos Bombos” um «verdadeiro sucesso», acrescentando ainda que «as pessoas estavam com “fome” deste evento» para justificar a elevada adesão de público. Convém recordar que foi a AACE a mentora - há uns anos atrás - da ideia de realizar na nossa cidade este evento.

Mas não foi só um sucesso para a organização, a cargo da JFE, CMV e AACE, como já referimos, mas também para o comércio local que aderiu ao evento, sobretudo os restaurantes, que registarem lotação esgotada, dada a enorme afluência de pessoas que a cidade teve, conforme nos contou o dirigente associativo. Mas melhor do que palavras são as imagens, e nesse sentido aqui ficam algumas (outras mais poderão ser vistas na nossa página de facebook) desta “Noite Branca e dos Bombos” de 2022.

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Por: MB

 

 

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