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Edição de 30-11-2021
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    Arquivo: Edição de 20-09-2021

    SECÇÃO: Painel partidário


    A verdade sobre a dívida da autarquia

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    O atual Presidente da Câmara de Valongo tem procurado incessantemente transmitir ao eleitorado a ideia de rigor e transparência na gestão da autarquia que lidera há 8 anos, centrando na alegada diminuição da dívida a sua bandeira.

    A transparência invocada mandaria que José Manuel Ribeiro reconhecesse que esse resultado foi, em larga medida, a consequência da exigência da “troika” aplicável aos municípios que obrigou à contenção de despesa e à cativação de receitas (do IMI, por exemplo) por via do Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), com que teve de lidar no seu primeiro mandato.

    Este facto, aliado à renegociação da dívida, beneficiando de juros mais baixos e recorrendo ao prolongamento dos prazos de pagamento, operada já neste segundo mandato, resultou efetivamente na sua redução mas porque assim foi imposta e não devida ao propagandeado rigor.

    Mas eis que, logo que liberto daquela amarra e não obstante o município ter apresentado em 2020 um saldo negativo de mais de 3 milhões de euros, se prepara para hipotecar a autarquia, por largos anos, recorrendo a empréstimos para a realização de obras não prioritárias como seja, entre outras, a chamada Casa da Democracia Local e ainda outros desvarios que certamente estarão nos seus planos.

    Portanto, tudo leva a crer que, se voltasse a ser eleito, José Manuel Ribeiro endividaria a Câmara Municipal de Valongo, a níveis record, ainda para mais que seria o seu último mandato, certamente inspirado no aforismo popular do “quem vem atrás que feche a porta”.

    A candidatura “Unidos Por Todos” já alertou publicamente para o despesismo desenfreado e irresponsável do atual Presidente da Câmara, mas nunca será demais insistir no alerta, cabendo às pessoas do Concelho de Valongo, através do seu voto nas eleições de 26 de setembro, precaverem-se de penalizações futuras.

    O PSD está preparado para assumir responsabilidades na autarquia, mas em vez de ser chamado para resolver pesadas dívidas herdadas, poder privilegiar a resolução dos reais problemas das pessoas, das famílias e das empresas.

    Comissão Política de Secção de Valongo do PSD

     

     

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