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Edição de 20-09-2021
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    Arquivo: Edição de 30-06-2021

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (39)

    O reforço do movimento associativo local e nacional

    É um facto que a Confederação Portuguesa das Coletividades tem desenvolvido uma constante atividade ao longo deste ano e meio vivido em pandemia, de forma a dar corpo a questões importantes em defesa do movimento associativo, de onde se destacam algumas ideias.

    Uma, a capacidade de sabermos lidar com uma situação de saúde pública, que ninguém alguma vez pensou poder vir a acontecer na nossa sociedade em geral, e nas Coletividades em particular, e a necessária preocupação em nos mantermos informados.

    Outra, a forma como temos procurado lidar com tal situação, levando as preocupações que nos têm chegado pelos nossos dirigentes associativos, a todas as entidades responsáveis, ao Governo e aos seus vários ministérios, mais relacionados com áreas das nossas atividades, às Câmaras e Assembleias Municipais, e às Juntas de Freguesia, direta ou indiretamente através da ANM e ANAFRE, e ao Presidente da República.

    E uma terceira, o aproveitar este momento em que tantas informações foram emitidas para que todos pensemos como aproveitar os tempos que correm, aproveitando as informações e comunicações acima indicadas, ouvindo os dirigentes e associados de cada coletividade, com o objetivo do reforço da nossa capacidade orgânica como forma de responder a muitos outros desafios que vamos tendo pela frente.

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    Uma forte

    campanha nacional

    No desenvolvimento da campanha que se iniciou neste último mês de maio com a qual se procura criar condições de resposta à situação originada pela pandemia, foi editado um documento intitulado “Manual de Retoma Associativa Pós Covid-19”, tendo como mote, o incentivo a todos os intervenientes associativos, para se colocar o movimento associativo nacional a reagir.

    Após o contacto com dezenas de Coletividades para que manifestassem as suas preocupações, opiniões e sugestões acerca de que medidas pensavam necessárias para reagir a mais uma crise associativa, permitiu o estudo para a criação de iniciativas motivadoras de combate à crise.

    De combate à crise com a identificação de propostas claras na defesa de uma participação sempre mais transparente e democrática.

    Propondo soluções para o caso de situações de não funcionamento dos órgãos sociais, que sejam tomadas medidas orientadas para o envolvimento de todos os dirigentes, na discussão dos problemas da sua coletividade.

    Fazendo com que, reunindo, avaliem em conjunto os efeitos da pandemia e a divulgação dos seus efeitos negativos, através de uma comunicação permanente com os seus pares, com os seus associados, alargando essa comunicação no envolvimento da sua comunidade local.

    Em casos de dificuldades em fazer aplicar os seus Estatutos, recorrerem a um contacto direto com os associados mais disponíveis, apelando à participação e colaboração na procura de contributos para soluções.

    Recorrendo a medidas de envolvimento de pais e atletas com idades necessárias para a sua formação e responsabilização a nível diretivo.

    Recorrendo aos seus ficheiros, contactando associados mais velhos, que com a sua experiência, sejam capazes de contribuírem mais uma vez para “aguentar” e dinamizar o seu funcionamento.

    Estudando a forma de recuperação de associados e de todos os praticantes das respetivas atividades, através do contacto com técnicos que possam contribuir para uma mobilização que faça recuperar e reativar as respetivas aulas, treinos, ou recreação.

    Promover ações de recuperação de associados, recuperando para o pagamento de quotas que durante este já longo período, ficaram em atraso, e ganhando outros para a manifestação de um apoio solidário para com quem, sempre, e de uma forma solidária, voluntária e benévola, os dirigentes associativos, têm mantido a sua coletividade em funcionamento, contribuindo para a sua manutenção, apesar das enormes dificuldades em resolver problemas que são de todos e para todos.

    (...)

    leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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    Adelino Soares*

    *CPCCRD

     

     

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