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Edição de 28-02-2021
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    Arquivo: Edição de 31-01-2021

    SECÇÃO: Educação


    PÁGINA DAS ESCOLAS

    CENFIM de Ermesinde unido para mudar vidas!

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    Num ano desafiante para todos(as), a comunidade formativa do CENFIM de Ermesinde foi um dos treze núcleos do CENFIM do país que se juntou à Amnistia Internacional na luta pelos Direitos Humanos, através da assinatura de petições online da “Maratona de Cartas”. Esta atividade consiste em mobilizar milhões de pessoas em todo o mundo para assinarem apelos em prol de pessoas e comunidades que se encontram em risco.

    Entre os dias 4 e 15 de janeiro, as turmas do ensino secundário dos cursos de Técnico/a de Desenho de Construções Mecânicas, Mecatrónica, Soldadura e Maquinação e Programação CNC conheceram, a partir de vídeos, o impacto real que as assinaturas recolhidas pelo mundo têm na vida das pessoas que se colocam em risco por defenderem uma causa. Exemplo disso é o caso de Yasaman Aryani e sua mãe, Monireh Arabshani, em Teerão, que foram presas em abril de 2019 pela sua ação de sensibilização para os direitos das mulheres no Dia Internacional da Mulher. Num vídeo que se tornou viral, ambas são vistas a distribuírem flores a outras mulheres numa carruagem de comboio, em Teerão, com o cabelo descoberto. Com o contributo da Amnistia, em fevereiro de 2020, uma decisão de um tribunal de recurso reduziu substancialmente as suas sentenças, de 9 anos e 7 meses para 5 anos e 6 meses.

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    Sabendo que as nossas ações podem ter um impacto positivo nas vidas de outras pessoas, os(as) jovens assinaram as petições em prol dos casos propostos pela “Maratona de Cartas” de 2020: Germain Rukuki, em Burundi, condenado a 32 anos de prisão por defender os direitos humanos, neste caso, querer acabar com a tortura nas prisões; Melike e Özgür, na Turquia, que se arriscam a 3 anos de prisão por defenderem os direitos LGTBI+; Jani Silva, na Colômbia, ameaçada de morte por proteger a Amazónia; Nassima, na Arábia Saudita, presa por lutar pelos direitos das mulheres; El Hiblu 3, em Malta, o caso de 3 jovens de 15, 16 e 19 anos acusados de piratearem um navio quando apenas tentavam acalmar cerca de 100 pessoas que fugiam da tortura e maus-tratos na Líbia numa pequena embarcação; e Paing Phyo Min, em Myanmar, condenado a 6 anos de prisão, por expressar uma piada num espetáculo contra o exército opressor.

    Todos os anos a Amnistia organiza esta e outras atividades. Se quiser ajudar faça como o CENFIM e junte-se à Amnistia!

    Saiba mais em https://www.facebook.com/cenfimermesinde e www.amnistia.pt/maratona

     

     

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