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Edição de 31-12-2020
Jornal Online

SECÇÃO: Opinião


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VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (33)

2021 – Pensar com confiança no futuro

Os balanços estão feitos.

O ano de 2020 seria um ano de continuidade de afirmação do reforço do movimento associativo, com todo um conjunto de iniciativas preparadas em várias frentes de atividades a nível nacional.

Tal afirmação passava pela continuidade da formação dos dirigentes e associados, pelo melhoramento das relações de aproximação com todas as coletividades locais, nacionais e internacionais, através das comunidades de portugueses espalhadas pelo mundo, pelo reforço dos contactos institucionais com as forças governamentais e autárquicas, com o aprofundar das relações com as próprias comunidades locais e outras.

Repentinamente e aparentemente, tudo ficou paralisado. Ou quase.

O surgimento do Covid em março, criando enorme problemas à sociedade, também nos envolveu. E de que maneira.

Faltam ainda muitas respostas pedidas pela Confederação das Coletividades Portuguesa às filiadas e não só, para que este balanço seja mais correto, estando em curso a sua comunicação para posterior avaliação, e defesa dos nossos interesses junto do estado central e autárquico. Mas já vamos sabendo contar com as dificuldades evidenciadas.

Pela parte da Confederação, pela sua insistência no acompanhamento da situação criada pela pandemia, tudo foi pensado para que nos mantivéssemos alerta e atentos com comunicações permanentes e prementes, com respostas o mais adequadas possíveis às circunstâncias, para que não nos deixássemos abater.

Em contacto direto e presencial com todos os dirigentes ou em ligação virtual através dos meios digitais, tudo foi sendo pensado, questionado e preparado para nos mantermos ativamente interligados.

Também imensas coletividades, em todo o território nacional fizeram a sua parte.

Após o primeiro impacto e com os sustos criados, fomos reagindo à adversidade, e lentamente a situação foi-se normalizando, numa primeira fase.

O aparecimento da segunda fase da pandemia, já foi sendo encarada com outros cuidados e expectativas, e também lentamente, nos fomos adaptando às novas condições, correspondendo com várias ações criativas, umas isoladas, outras exigindo colaborações provenientes de várias origens de formações e saberes.

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PREPARAR O FUTURO

Ultrapassando o momento, e esperançados que a diminuição dos efeitos virais sejam um facto, ajudados por soluções de vacinação da população em massa, criamos expectativas francamente positivas, sentindo-nos preparados para o futuro.

A experiência adquirida durante os seus quase 100 anos de organização do nosso movimento, na procura constante do reforço associativo, marcamos essa presença, continuaremos a fazê-lo, e estamos certos que os princípios que nos orientam, não deixarão de fazer parte dos nossos objetivos: Unir e reforçar o movimento associativo, aproveitando os momentos obrigatórios de acalmia, para pensarmos melhor o que fazer.

Assim, já faz parte de tal preparação, os cuidados com que muitas coletividades prepararam os seus Planos de Atividades e Orçamentos para 2021, os quais, apesar de incertezas, não deixaram de os preparar e aprovar para a necessidade de serem apresentados a quem de direito.

Mas, como tem sido salientado e discutido no nosso meio, uma coisa é a obrigatoriedade da sua preparação e apresentação para um ano civil. Outra é a sua necessária adaptação aos tempos diferentes que vivemos, adaptando a sua preparação trimestral, que deverá ser pensada de forma a que cada coletividade se adapte às circunstâncias, se necessário.

Não sabemos o que o futuro nos vai reservar, mas atendendo à realidade que temos vivido, derivado de uma primeira fase e uma segunda fase, e mesmo considerando a esperança dos efeitos da vacinação em curso contra o Covid, será de bom senso precavermo-nos e cuidarmo-nos. Faz sentido pensar que, a par do PA/O 2021, cada coletividade, e atempadamente, crie Planos trimestrais, ajustando para cada trimestre na sua alteração e adaptação consoante a realidade de cada momento.

Programando na abertura das suas instalações, no desenvolvimento das suas atividades, no envolvimento progressivo dos utilizadores das mesmas atividades, na preparação de iniciativas de convívio, na sua necessidade de realização ações de obtenção de fundos para corresponder às suas necessidades.

(...)

leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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Adelino Soares*

*Confederação Portuguesa das Coletividades

 

 

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