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Edição de 30-04-2022
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    Arquivo: Edição de 30-11-2020

    SECÇÃO: Opinião


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    Estratégias de Comunicação para conseguir mais conhecimento público da Ciência (parte 2)

    No Instituto Universitário Militar (IUM) existe o Centro de Investigação e Desenvolvimento (CIDIUM), funcionando como Centro de centros por reunir em rede: Centro de Investigação em Segurança e Defesa (CISD); Centro de Investigação Naval (CINAV); Centro de Investigação, Desenvolvimento e Inovação da Academia Militar (CINAMIL) e Centro de Investigação da Academia da Força Aérea (CIAFA). O CIDIUM tem a dupla função de Investigação Universitária em geral e “Agregador de capacidades e competências no desenvolvimento de projetos de I&D, potenciando as especificidades próprias na prossecução das áreas de interesse do IUM, das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana”. A merecer agradável referência sobre Investigação salienta-se o prémio “Investigação Científica em Ciências Militares”, atribuído anualmente em cada uma das seguintes áreas das Ciências Militares: Estudo das crises e dos conflitos armados; Operações militares; Comportamento humano e saúde em contexto militar; Técnicas e tecnologias militares; Estudos de segurança interna e dos fenómenos criminais.

    Este voltar ao estudo do sítio do IUM para obter dados empíricos face ao texto, “Estratégias de Comunicação para conseguir mais conhecimento público da Ciência”, agora já com existência de Doutoramento em Ciências Militares, recomendou que se observasse o artigo publicado no número de abril de 2010 da Revista Militar, “Curso de Doutoramento em Ciências Militares”, pp. 339 a 350 e a observar no Google [02out2020 (23h24)] o que acontece com aquela entrada: Resultados 11 700 000; primeiro lugar, Doutoramento em Ciências Militares – IUM; segundo lugar, Aviso de abertura para candidatos ao…,; terceiro lugar, Curso de Doutoramento em Ciências Militares – Revista Militar (leitura normal 30 minutos). O artigo aponta, claramente, para a criação do curso de doutoramento em Ciências Militares no IUM [na altura designado Instituto de Estudos Superiores Militares (IESM)], como Curso de Promoção a Oficial-General (CPOG), embora se considere que o curso seja, “destinado aos militares com possibilidade de aceder a Oficial-General [Capitães-de-Mar-e-Guerra e Coronéis (Exército e Força Aérea)], mas também com hipóteses de poder ser frequentado por civis e oficiais de patentes inferiores nos casos especiais de elevada aptidão académica e profissional” (p. 350). ki

    Em termos de dinâmica construtiva interliga-se o muitíssimo agrado pela criação do Doutoramento em Ciências Militares em 2018 e seu início no ano letivo 2020/2021, no IUM, com a alegria de ter havido inovação ao ser publicado o Curso de Doutoramento em Ciências Militares em abril de 2010. A primeira observação participante de base bourdieusiana que se fez na documentação do sítio do IUM, para além da duração do Doutoramento, que deve ser mantida e da alteração de Oficiais Auditores para doutorandos, apenas se considera necessário ajustar o número 1 do artigo 4.º das Normas Regulamentares em termos de incluir em “capacidades militares utilizadas na defesa, vigilância, (…)”, aspetos bélicos (de guerra) que talvez se possam designar, operações militares, como acontece numa das sete áreas científicas do atual CPOG.

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    Sem prejuízo de mais tarde se estudarem motivos para considerar a obtenção do atual Doutoramento em Ciências Militares do IUM condição de promoção a Oficial-General, agora importa divulgar a importância da criação deste Doutoramento para desenvolver a sua Investigação.

    A terminar esta parte de intervenção no sentido de alargar o conhecimento do que se passa nas capacidades militares, nomeadamente no potencial relacionado com Oficiais-Generais, salienta-se a importância da qualificação académica como alargamento do espaço de intervenção do cidadão militar de alta patente na previsão de haver esperança de vida com qualidade muito para além da obrigação de deixar o serviço ativo nas Forças Armadas por limite de idade.

    Por fim vamos trabalhar Estratégias de Comunicação na caminhada para obter sucesso no âmbito empírico apresentado. Em primeiro lugar sugerimos que se observe o artigo anterior, Fake News e Ciberpopulismos – Responder com Cultura e outra literacia mediática, onde se apresenta novo modelo de mediação que também se recomenda para conseguir mais conhecimento público da Ciência. Neste quadro de exigência relevam-se critérios epistémicos, onde o processo argumentativo se desenvolve demonstrando que uma correta compreensão do discurso e das crenças do autor provoca no auditório a sensação de que a maior parte do que se diz é verdade. A percepção epistemológica desenvolve-se na argumentação e na articulação da verdade com o racionavelmente aceitável. Este paradigma recomenda que se aceite a falta de competência em algumas áreas envolventes, por um lado, mas por outro que se estudem e conheçam as partes e o conjunto para melhor se poder informar, comunicar e criar condições para alterar comportamentos, ou seja, releva-se a aprendizagem como caminho para adquirir competências. Os estudos decorrem na área da Filosofia da Comunicação, havendo necessidade de integrar critérios baseados na teoria coerencial da verdade e do conhecimento no processo comunicativo, sempre considerando que a coerência produz correspondência.

    Nestas Estratégias incluímos algoritmos e adaptação do método PERT (Project Evaluation and Review Technique) no percurso para a mudança, recordando que já não é apenas a juventude que alcança informação através de canais fora dos media. Os meios de comunicação incluem blogues, websites, web semântica e inteligência artificial, mas também incluem algoritmos que reconhecem gostos do utilizador.

    (...)

    leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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    AntónioPena*

    *Coronel do Exército (TecnManTm), em situação de reforma (84 anos); doutorado em Ciências da Comunicação [FCSH/UNL (jan2006)]; membro emérito do Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT)/Universidade Lusófona (filiação institucional). Agradecemos esta sua colaboração em exclusivo para o jornal “A Voz de Ermesinde”.

     

     

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