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Edição de 30-04-2022
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    Arquivo: Edição de 30-11-2020

    SECÇÃO: Opinião


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    VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (31)

    “Portugal precisa das Coletividades”

    Sob este lema, lançou a Confederação Portuguesa das Coletividades uma campanha que visa animar e dinamizar o movimento associativo nacional, com a evidência de objetivos de segurança, responsabilidade e confiança.

    Motivos não nos faltam para o desenvolvimento de tais dinâmicas associativas, com objetivos de futuro positivo.

    Um dia havemos de nos juntar todos!

    A propósito de mais um adiamento da realização do Dia Nacional das Coletividades que se realizaria na Figueira da Foz no passado dia 7 de novembro, o qual, já tinha derivado de um outro adiamento aprazado para 31 de maio, deu origem a este novo adiamento por efeitos provocados pela Covid19 que não nos larga o pé.

    Mas sim. Um dia destes veremos criadas as condições para nos juntarmos todos.

    E aí, faremos uma grande festa do “venham + cinco”, para animar a malta do associativismo que também não larga a sua teimosia em assumirem responsabilidades na gestão das suas coletividades, reunindo, discutindo e preparando os seus planos de atividades e orçamentos mesmo em tempo de pandemia.

    Responsabilizando quem tem que os colocar em prática, envolvendo todos os participantes, prestando contas aos seus associados e chamando-os a uma maior intervenção e colaboração na sua execução, recuperando as quotas em atraso fruto do momento, fazendo funcionar os bares das suas instalações, convivendo, discutindo, executando.

    Todo o mundo que vive em volta do associativismo popular, hoje, numa situação normal, conviveria nas suas coletividades, disputaria as suas atividades desportivas, assistiria em conjunto aos seus espetáculos favoritos, assistiria aos seus festivais de folclore, divertindo-se, criando laços fraternais, gerindo zangas de circunstância, por brincadeiras mais sérias ou menos convenientes e de conivências diversas, e muitas outras formas de brincadeira, se fariam de uma forma saudável.

    Com muitas dificuldades, mas com a experiência de sempre, tem-se mantido vivo por ação de um conjunto largo de milhares de dirigentes que têm dado “corda aos sapatos”, como quem diz, têm prestado contas à vida, com a permanente preocupação de manter viva a chama associativa.

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    Por isto tudo, é que o movimento associativo não parou e está ávido dessa retoma.

    Plano de Emergência

    Entretanto, e com as novas medidas e indicações centrais que nos chegam pela imposição de um plano de emergência paralisante da sociedade portuguesa, com proporções diferentes do que aconteceu na sua primeira fase, com outros medos à mistura, mas a juntar aos medos anteriores.

    Sendo na mesma uma situação mais preocupante, porque vem acrescentar novas dificuldades às dificuldades existentes, trata-se de medidas que vêm acrescentar novos prejuízos a juntar aos prejuízos anteriores, sem que se veja, tanto pela parte do Governo como das Autarquias Locais, o apoio nas devidas proporções, aos prejuízos assinalados.

    Na devida altura, (maio 2020) a Confederação, através da apresentação de um Plano de Emergência Nacional de apoio às Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, fez chegar ao movimento associativo e às Câmaras Municipais de todo o país, um conjunto de medidas e propostas, justificando e evidenciando tais necessidades.

    Adiantava-se um conjunto de medidas para tais apoios, com propostas, que fossem estudadas por ambas as partes, no encontro de soluções, adiantando indicações e sugerindo determinadas verbas estudadas caso a caso, mediante a realidade de cada Coletividade, correspondendo no apoio a despesas de rendas, água e energia elétrica.

    A imensa maioria das CM nem se dignou responder. Algumas, ainda tomaram medidas, assinalando com a atribuição de valores para além dos Protocolos que tinham sido assinados para o ano de 2020. Outras, atribuíram valores avulso. Muitas, dizem não saber como o fazer, porque a lei lhes coloca entraves diversos e têm medo de cometer erros dos quais terão que responder mais tarde ou mais cedo.

    O certo é que também não se conheceram ações que levassem o governo a comprometer-se com a inclusão em sede de Orçamento do Estado para 2021, com verbas que cobrissem as despesas para com as medidas assinaladas, mas que não prejudicassem as próprias Autarquias, já que aí também, a Confederação propunha a sua integração no OE 2021, como forma de acrescentos maiores de despesa às Autarquias.

    E não se tratam de favores ao movimento associativo.

    (...)

    leia este artigo na íntegra na edição impressa.

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    Adelino Soares*

    *Confederação Portuguesa das Coletividades

     

     

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