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Edição de 31-12-2021
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    Arquivo: Edição de 30-11-2020

    SECÇÃO: Opinião


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    Demolição do prédio Coutinho

    Desde de 2000, época em que o governo de então atirou o país para a bancarrota hipotecando a soberania nacional, que o prédio sito na cidade de Viana do Castelo, construído há 50 anos e conhecido pelo Prédio Coutinho por se chamar Fernando Coutinho o emigrante então no Zaire, (atual República Democrática do Congo) que adquiriu os terrenos para a construção do referido prédio e do Edifício Jardim, tem vindo a ser objeto de tentativas de demolição pela VianaPolis.

    Estamos em presença de um processo que, segundo o ministro do Ambiente, já consumiu 16 milhões de euros suportados pelos contribuintes, aos quais se somarão pelo menos mais 1,2 milhões de euros para a sua demolição para no final, assistirmos à destruição de um imóvel de 105 frações onde já viveram 300 pessoas, tudo porque certo dia um ministro do Ambiente considerou o prédio como um cancro e um aborto arquitetónico e, como exemplo, o referido prédio deveria ser demolido”. Imaginemos que Sócrates tinha embirrado com o Santuário de Santa Luzia por estar no cimo do monte e decretava a sua demolição. Disparate? Mas o que é se não disparate a teimosia de provocarem a desconstrução do Prédio Coutinho com o único argumento de que se trata de questões de estética que, como se sabe, são sempre discutíveis por dependerem dos gostos de cada um?

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    Se a decisão da VianaPolis era um absurdo por privar a cidade de um edifício que a identifica, hoje o disparate raia os limites de maldade contra os portugueses que se confrontam com as consequências da pandemia, diariamente temendo que as estruturas da saúde colapsem por falta de espaços para seguir os doentes em ambiente de retaguarda, podendo o Prédio Coutinho com a sua elevada capacidade de alojamento, dar um contributo que poderá ser decisivo para centenas de doentes.

    E, passada a pandemia, que se deseja não demore muitos meses, o Prédio Coutinho poderá igualmente contribuir para atenuar a falta de aposentos para estudantes que ano após ano se defrontam com falta de alojamento, como acontece no presente ano letivo para centenas deles.

    Perante este cenário que cerca os portugueses que anteveem um quadro negro quando terminar o período das moratórias, com empresas e famílias confrontando-se com a retoma do pagamento das dívidas, sendo expectável quebra acentuada da economia com as inevitáveis consequências de encerramento de unidades económicas e aumento do desemprego, antevendo-se que as disponibilidades financeiras públicas não possam acorrer a todos, em tempo e valor, também como consequência de disparates na utilização dos dinheiros públicos, que sentido faz o que se passa com a VianaPolis?

    (...)

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    Por: A. Alvaro de Sousa

     

     

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