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Edição de 30-09-2020
Jornal Online

SECÇÃO: Últimas


Reabertura da Linha de Leixões à circulação de passageiros: um ponto de situação

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A reabertura da linha de Leixões à circulação de passageiros foi um dos temas que esteve em cima da mesa da reunião pública da Câmara Municipal de Valongo (CMV) realizada a 8 de outubro passado, no Auditório António Macedo, na sede do Concelho.

O assunto foi introduzido no período de antes da Ordem do Dia, por intermédio do vereador do PSD, Alberto Neto, que questionou o presidente da autarquia sobre o ponto em que está o processo da avançada, em 2018, reabertura da linha à circulação de passageiros, um processo que nas palavras do referido vereador se encontra em stand-by desde então, querendo este saber o que o município valonguense está a fazer juntamente com os outros municípios anexos à linha, isto é, que fazem parte do trajeto da linha, para que o projeto avance.

Na resposta a esta intervenção o presidente da Câmara, José Manuel Ribeiro, informou que tem feito muita coisa em torno deste tema, «tenho pensamento público sobre o assunto, há artigos meus escritos sobre isso, o último foi uma ideia que passava por utilizar a linha para levar o Alfa (comboio) até ao aeroporto», acrescentando que a lógica da linha de Leixões é que ela seja reaberta a passageiros e modernizada. José Manuel Ribeiro disse ainda que os autarcas dos municípios por onde esta linha passa estão muito sensibilizados para este tema, «há uma concordância sobre a importância desta linha e de voltar a ter passageiros. Agora, ela tem de ser aberta noutros moldes, tem que haver investimento nos apeadeiros, tem que se estudar a questão da inter-conetividade com o metro, tem de se avaliar quanto custaria fazer uma modernização da linha. Essa é uma fase que não depende só de nós, depende de quem vai decidir os grandes investimentos, mas estou convencido que para nós é importante porque esta é uma linha que liga a Ermesinde e é uma linha que potencia várias ligações, desde logo ao Douro e ao Minho, e isso ainda dá mais importância à cidade de Ermesinde. Por isso, é que eu me bato pela linha de Leixões há muito tempo», frisou o autarca, que opinou ainda que esta linha é uma alternativa sustentável ao metro, justificando esta sua opinião não só com o facto de o comboio ser um meio de transporte sustentável e amigo do ambiente, mas também com a questão do tempo, ou seja, uma viagem de Ermesinde ao Porto (Estação de S. Bento) demora exatamente 16 minutos, «e não há metro nenhum que seja tão rápido», disse o autarca.

PSD APELA À COLOCAÇÃO DE COBERTURAS NAS ENTRADAS

DAS ESCOLAS BÁSICAS DO CONCELHO

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Ainda no período de antes da Ordem do Dia, o PSD, por intermédio do vereador José António Silva, apelou à Câmara para a necessidade da colocação de coberturas nos portões de entradas das escolas básicas do concelho e a sua respetiva ligação às entradas dos edifícios escolares. De acordo com o vereador social-democrata, as atuais medidas de prevenção à Covid-19 criam enormes problemas nas entradas das escolas, problemas que serão mais agravados com a chegada da chuva, ou seja, em dias de chuva os pais não podem abrigar os filhos desde o portão até à entrada do edifício da escola.

José António Silva deu o exemplo da Escola do Outeiro, em Campo, «onde já circula um abaixo assinado dos pais, são cerca de 75 metros entre o portão e a entrada no edifício e se os encarregados de educação não podem entrar quem é que vai acompanhar as crianças nos dias de chuva? Isto é algo que acontece em muitas escolas de todas as freguesias do concelho, e pensamos que a CMV devia acolher esta proposta do PSD e avançar imediatamente com a execução destas estruturas», disse o vereador.

Na resposta a esta intervenção, o vereador da Educação, Orlando Rodrigues, frisou que «não é a primeira vez que vai chover este ano, todos os anos chove, e as coberturas das escolas nas entradas não estão contempladas, porque há coisas mais urgentes a ter em conta», disse, acrescentando que o que vai ser criado em algumas escolas é um corredor para que quando chova os pais possam levar as crianças ao edifício, sendo que a situação ficará resolvida dessa forma.

Já no período da Ordem do Dia realce para o ponto alusivo à 8.ª edição do Orçamento Participativo Jovem de Valongo, que irá ver o seu valor global aumentar de 150.000 para 200.000 euros, além de que irá passar a premiar um total de 20 projetos.

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Por: MB

 

 

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