Subscrever RSS Subscrever RSS
Edição de 31-07-2020
Jornal Online

SECÇÃO: Opinião


foto
VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (28)

O período de férias e as Coletividades

Vamos em 4 meses de pandemia e, ainda hoje, os tempos não estão de feição para a nossa sociedade em geral e para o nosso movimento associativo em particular.

Vivemos com bastantes incertezas quanto ao futuro, as atividades em várias áreas, da cultura, do desporto, do recreio, não acontecem, os apoios financeiros às Coletividades são esporádicos, sendo certo que vão acontecendo um pouco por vários Concelhos do nosso poder local, onde são definidas verbas de apoio para despesas concretas e imediatas, ultrapassando a imagem dos vários Protocolos anuais, que aqui e acolá vão sendo executados.

Quando tais Protocolos deixarem de servir como fundo de maneio para disfarçar a cobertura de despesas mais imediatas, de novo os problemas ressurgirão, e muitas Coletividades ver-se-ão novamente com os mesmos medos de corresponder às dificuldades reais.

JUSTIFICA-SE NESTA ALTURA UMA OUTRA ATITUDE

Tem acontecido a divulgação dos vários Municípios que assumem a responsabilidade de tais apoios, continuando a Confederação a desenvolver todos os esforços para que tais apoios sejam motivo de enquadramento em propostas do Orçamento Geral de Estado para 2021, para que não sejam causados encargos maiores a esses Municípios.

No apoio à ação da Associação das Coletividades de Valongo, também continuaremos a manifestar a necessidade de efetivação de tais procedimentos, sendo certo que até à data de hoje ainda não foi encontrado o melhor caminho para a definição em concreto, do apoio a tais necessidades. Caminho esse que não passará com certeza, por acordos mais ou menos isolados.

Continuará a Confederação a fazer o seu caminho no reforço de ação conjunta das nossas Coletividades a nível nacional reforçando a atividade com mais empenho que leve a cabo o reforço do reconhecimento da importância do nosso movimento associativo.

DIA 16 DE JULHO, A CPCCRD RECEBEU AS INSÍGNIAS DE MEMBRO HONORÁRIO DA ORDEM DO INFANTE D. HENRIQUE
DIA 16 DE JULHO, A CPCCRD RECEBEU AS INSÍGNIAS DE MEMBRO HONORÁRIO DA ORDEM DO INFANTE D. HENRIQUE

RECONHECIMENTO JUSTO

No passado dia 16 de julho, em cerimónia que decorreu na Sala dos Embaixadores do Palácio de Belém, a Confederação Portuguesa das Coletividades – CPCCRD – foi agraciada como Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique, tendo recebido as respetivas insígnias das mãos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Na presença de todos os Presidentes dos Órgãos Sociais da Confederação, e outros diretores nacionais, o Presidente da Mesa do Congresso, Francisco Barbosa da Costa, recebeu tais insígnias estando presente, também, o Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.

Mais que um ato simbólico que muito dignifica a Confederação das Coletividades; tal reconhecimento envolve todos os dirigentes e associados das nossas coletividades nacionais, realçando a importância de todo o Movimento Associativo Popular.

Todos os atos mais ou menos simbólicos do nosso movimento associativo ao longo de anos, têm sido trabalhados e preparados com o objetivo da nossa afirmação em tudo fazermos para elevar continuamente a importância que temos para a sociedade portuguesa, enquanto força social organizada.

Com o atual reconhecimento pela mais alta instância do poder de representação política, o Presidente da República, evidenciamo-nos cada vez mais, na nossa condição de parceiro credível, na sociedade portuguesa.

Estando perante um reconhecimento justo, tudo faremos para continuamente sermos merecedores de tal confiança, comprometendo-nos com o nosso empenho, com trabalho voluntário e benévolo.

A COMUNICAÇÃO E OS DIRIGENTES

A propósito do seu trabalho final, em conclusão da sua Formação Avançada em Gestão e Dinamização Associativa, trabalho esse publicado na Revista Análise Associativa n.º 7, Vladimiro Matos, dirigente nacional da Confederação, abordou na sua tese, “Comunicação e Marketing”, a importância do diálogo entre os dirigentes associativos, como necessidade de discussão coletiva, com todos os envolvidos no meio associativo. Dirigentes, associados, praticantes das atividades nos espaços associativos, e seus familiares.

Diz VM, “Estou convicto que o diálogo interno e externo contribui para uma Comunicação ativa com consequências necessariamente positivas no desempenho social e cívico da Confederação, não só no seu prestígio, influência no recrutamento de novas filiadas, como na Capacitação dos seu dirigentes, colaboradores, órgãos sociais, trabalhadores e dirigentes das filiadas.”

(...)

leia este artigo na íntegra na edição impressa.

Nota: Desde há algum tempo que o jornal "A Voz de Ermesinde" permite aos seus leitores a opção pela edição digital do jornal. Trata-se de uma opção bastante mais acessível, 6,00 euros por ano, o que dá direito a receber, pontualmente, via e-mail a edição completa (igual à edição impressa, página a página, e diferente do jornal online) em formato PDF. Se esta for a sua escolha, efetue o pagamento (de acordo com as mesmas orientações existentes na assinatura do jornal impresso) e envie para o nosso endereço eletrónico (avozdeermesinde@gmail.com) o nome, o NIF e o seu endereço eletrónico para lhe serem enviadas ao longo do ano, por e-mail, as 12 edições do jornal em PDF.

Mas se preferir a edição em papel receba comodamente o Jornal em sua casa pelo período de 1 ano (12 números) pela quantia de 12,00 euros.

Em ambos os casos o NIB para a transferência é o seguinte: 0036 0090 99100069476 62

Posteriormente deverá enviar para o nosso endereço eletrónico (avozdeermesinde@gmail.com) o comprovativo de pagamento, o seu nome, a sua morada e o NIF.

Adelino Soares*

*Confederação Portuguesa das Coletividades

 

 

este espaço pode ser seu Este espaço pode ser seu Este espaço pode ser seu
© 2005 A Voz de Ermesinde - Produzido por ardina.com, um produto da Dom Digital.
Comentários sobre o site: webmaster@domdigital.pt.