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Edição de 31-12-2019
Jornal Online

SECÇÃO: Opinião


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VAMOS FALAR DE ASSOCIATIVISMO (22)

2020 - A vida associativa em discussão permanente

Um novo ano se inicia, e como sempre, tendemos a pensar que coisas novas poderão acontecer. Seja na nossa vida individual, seja na nossa vida coletiva.

Independentemente de sermos indivíduos transportadores de vícios e de hábitos, com os seus mais variados efeitos, sujeitos a períodos datados, e permanentemente influenciados por modas, tais realidades não deixam de ser também, uma continuidade de um trabalho projetado e materializado por ações concretas, realizadas por pessoas que permanentemente as vão burilando e melhorando aqui e acolá.

Tais questões, decorrentes da nossa intervenção individual, ou da nossa atividade coletiva, são atos de continuidade aconteça onde acontecer.

Logo, de novo, é sempre o futuro.

O restante está na continuidade da nossa ação e intervenção social, que nos mantenha mais ou menos perto dos problemas e das soluções necessárias para o que melhor houver a fazer, dando continuidade às suas responsabilidades.

A CONFEDERAÇÃO E O SEU PLANO

DE ATIVIDADES

E ORÇAMENTO

O futuro prepara-se trabalhando.

No que nos diz diretamente respeito, à intervenção da Confederação Portuguesa das Coletividades, e às suas Estruturas Concelhias e Coletividades em geral, o certo será dar continuidade ao trabalho que têm vindo a desenvolver, e que, no nosso caso, se viu aprovado com o Plano de Atividades e Orçamento (PAO) a 7 de dezembro, neste mês e ano que vai acabar.

Certamente, que todo o movimento associativo, de uma forma ou de outra, com mais ou menos dificuldades, mais ou menos participação de associados, também já definiu os seus PA e Orçamentos, ou estará naturalmente a fazê-lo. Até porque, sendo matéria obrigatória na nossa atividade, cada vez mais se torna importante trabalhar bons documentos.

Documentos capazes de refletir o trabalho a desenvolver, e os compromissos não só com os seus associados, como também com as comunidades, onde estejam inseridas as suas sedes sociais.

Estaremos sempre disponíveis para colaborar no apoio à elaboração e preparação de Planos de Atividades e Orçamentos, bastando para tal uma comunicação dirigida ao nosso Gabinete Norte, instalado em Ermesinde, onde prestaremos as informações necessárias para que tal apoio possa acontecer.

Foto ALBERTO BLANQUET
Foto ALBERTO BLANQUET

ORGANIZAÇÃO,

ESTRUTURAS E

FUNCIONAMENTO

Uma leitura atenta do PA da Confederação, e no que ficou definido para o nosso trabalho, podemos verificar a atenção especial que vamos prestar em 2020, na sua execução com todas as Estruturas associativas.

Na introdução do documento aprovado em Conselho Nacional, é salientado que “O papel das Federações Distritais e Associações Concelhias continua a ser uma questão fundamental da estrutura associativa nacional. Deseja-se uma nova perspetiva de relacionamento onde vigore de forma natural a cooperação, participação regular, prestação de contas, confiança e transparência de processos. Este mandato será determinante para o futuro da estrutura associativa nacional. Os projetos associativos que visam especificamente dar resposta a questões concretas, bem como áreas tão importantes como a participação de Dirigentes Jovens; Publicações; Comunicação Informação e Imagem; Formação Protocolada; Relações institucionais com o Estado; Relações com parceiros da Economia Social ou relações internacionais, merecerão toda a atenção deste PAO. As reivindicações junto do Governo e Assembleia da República serão prioridades do nosso trabalho”.

Claro que, para que tal seja possível, será necessária a colaboração e a compreensão de todos os dirigentes associativos, como mais um enorme esforço, no entendimento de que o reforço do movimento associativo, é importante, muito para além da nossa coletividade, do nosso concelho, ou do nosso distrito. Muito para além da nossa importância individual, ou do nosso envolvimento coletivo, eliminando vaidades pessoais no exercício de um poder que não nos pertence.

É uma base de trabalho que se pretende desenvolver, com, e para todo o movimento associativo.

Com abertura e franqueza, típica de gente de trabalho, que atua como é sabido por todos, voluntariamente, que presta o seu tempo livre, às suas comunidades.

Vai a Confederação trabalhar, em conformidade com o documento que, no seu ponto 1.3 diz: “Intensificar as relações de proximidade entre a Confederação, suas Estruturas, Coletividades Elo e as filiadas a partir dos Gabinetes Polos de Atendimento procurando que o contacto ocorra no mínimo numa base semestral.”

Sendo um trabalho muito exigente para todos os dirigentes, será com um grau de esforço permanente de todos, que se conseguirá levar a bom porto tais objetivos.

VALONGO E A SUA ASSOCIAÇÃO

CONCELHIA

Na continuidade de um trabalho natural na sua relação com a Confederação Nacional, a ACC Valongo, aprovou em Assembleia Geral a 24 de outubro o seu PA O, onde foi evidenciada a necessidade em colaborar, no fundamental, para o reforço do movimento associativo local, distrital e nacional.

Definiu como metas de trabalho, uma maior relação com as suas filiadas, a inscrição de novas associadas procurando transmitir a justificação da necessidade e importância do reforço associativo concelhio, dar continuidade à execução dos Jogos Tradicionais, assumir a responsabilidade de trabalhar para um ano de maior afirmação associativa no concelho.

Assumiu a necessidade de trabalhar melhor as parcerias com as nossas autarquias, apresentando protocolos que, balizando a importância dos dois poderes imanados da população, e independentemente das suas diferentes responsabilidades e características, continuem ambos merecedores de apoio e respeito recíproco.

Uma palavra de apreço a “A Voz de Ermesinde” neste ano que acaba, pelo acompanhamento a todo o trabalho associativo, sem deixar de considerar também, como positivos outros contributos de outros periódicos do concelho, à atividade associativa.

Voltaremos a este tema.

Adelino Soares*

*Confederação Portuguesa das Coletividades

 

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