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Edição de 30-09-2019
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    Arquivo: Edição de 31-07-2019

    SECÇÃO: Destaque


    ABERTURA DO NOVO TÚNEL NA A4 ESTÁ PARA BREVE

    O ponto de situação das obras...

    Foto ALBERTO BLANQUET
    Foto ALBERTO BLANQUET
    Estão concluídas as obras do novo túnel da A4 em Águas Santas. Está assim finalizada a 1.ª fase das obras de alargamento da A4 no sublanço Águas Santas/Ermesinde, sendo que a abertura do novo túnel ao tráfego, ainda que de forma provisória, será feita a curto prazo, embora sem uma data em concreto, conforme a Brisa avançou ao nosso jornal. Este contacto com a empresa concessionária do troço foi feito com o intuito de fazer um ponto de situação de uma obra que ainda levanta algumas dúvidas e questões na nossa comunidade. Desde logo, perceber se este alargamento vai contemplar futuramente um novo e tão reivindicado nó que vise resolver o velho problema do congestionamento da entrada/saída de Ermesinde. Assim, a Brisa esclareceu que não se encontra previsto nestas intervenções qualquer novo acesso à A4. Nesse sentido, cerca de 200 mil pessoas de Ermesinde, Águas Santas (Maia), bem como Baguim do Monte e Rio Tinto (Gondomar) que são servidas por este nó de Ermesinde ficam sem solução à vista para este problema do congestionamento de trânsito. E se olharmos para os relatórios de tráfego emitidos pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) relativamente ao tráfego médio diário mensal registado no sublanço Águas Santas/Ermesinde durante o primeiro trimestre de 2019 – sendo estes os dados mais recentes disponibilizados pelo IMT – a preocupação em encontrar uma solução para o nó de Ermesinde sobe de tom. Senão vejamos. Em março, a média diária mensal de utilizadores do nó foi de 85.792, sendo que em fevereiro foi de 84.462 e em janeiro de 81.728. E se compararmos com o primeiro trimestre de 2018 a alternativa ao atual nó ganha contornos de maior urgência. Vejamos. Em março do ano passado a média diária mensal de utilizadores foi de 83.547, ao passo que nos meses de janeiro e fevereiro foi, respetivamente, de 80.421 e de 82.263.

    Foto BRISA
    Foto BRISA
    Com a conclusão da primeira fase da empreitada, isto é, a construção do novo túnel com quatro faixas de rodagem, que teve um custo de 13,5 milhões de euros, as atenções viram-se agora para as segunda e terceira fases da obra. Sobre a segunda fase, que visa o alargamento e beneficiação do sublanço Águas Santas/nó de Ermesinde e a reabilitação dos dois atuais túneis, cada um deles com duas faixas de rodagem no mesmo sentido, a Brisa refere que a empreitada, que tem um custo de 13,4 milhões de euros, encontra-se a decorrer normalmente, sendo o seu prazo de conclusão o mês de novembro de 2020. Aliás, uma das dúvidas que “circula” na opinião pública ermesindense prende-se precisamente em saber ao certo como irá fluir o trânsito após a conclusão da obra. Assim, o túnel novo ficará dedicado ao tráfego nascente/poente, e os dois antigos ao tráfego poente/nascente - o túnel sul para o tráfego proveniente do Porto e o do meio para o tráfego proveniente da A4 e da A3 (norte).

    Relativamente ao ponto de situação da terceira fase da obra que visa a reformulação do nó de Ermesinde e a praça de portagem, a Brisa diz que a empreitada da reformulação deste nó foi lançada em concurso publico internacional neste preciso mês de julho.

    Esta terceira fase terá um custo de cerca de 6 milhões de euros.

    A Brisa explicou ainda que o Viaduto da Granja, que nunca até aqui foi utilizado, e que em tempos bem recentes se pensou que poderia dar lugar a novo nó alternativo ao de Ermesinde, este permitirá a transposição da A4 a trânsito automóvel e pedonal e dará continuidade a uma nova via camarária prevista no PDM da Câmara Municipal da Maia.

     

     

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