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Edição de 30-11-2020
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    Arquivo: Edição de 30-09-2018

    SECÇÃO: Local


    Igreja de S. Vincente de Alfena comemora os 50 anos

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    No passado mês de agosto, mais concretamente no dia 25, a Igreja Matriz de Alfena completou 50 anos, já que foi nesse dia, do ano de 1968, que D. Florentino de Andrade e Silva, na qualidade de Administrador Apostólico da Diocese do Porto (durante o exílio de D. António Ferreira Gomes) sagrou os altares do novo templo, dando-se então por concluído.

    Segundo informa a "Voz de Alfena", edição de julho de 2018, a 1.ª pedra daquela Igreja foi lançada no dia 23 de agosto de 1964 e benzida por D. Florentino de Andrade e Silva. A nova Igreja, embora ainda não estivesse concluída, mas já com a possibilidade de ser utilizada para o culto foi benzida pelo mesmo prelado, no dia 27 de agosto de 1967. Seguiu-se o Batistério inaugurado por ocasião da Vigília Pascal de 1968. A sagração do Altar-mor da nova Igreja de Alfena fez-se com as relíquias de S. Timóteo e S. Clemente.

    Acerca do Programa do Cinquentenário da Nova Igreja de S. Vicente de Alfena, o Padre Manuel Fernando escreve o seguinte na "Voz de Alfena" acima referida:

    «Neste ano - falo em nome do Conselho Paroquial da Pastoral - queremos assinalar de modo festivo os 50 anos da sagração dos altares. Com especial destaque para o altar-mor, espaço de convivialidade, partilha e comunhão. Está já preparado um programa para celebrar a efeméride. Pretende-se, deste modo, despertar a comunidade para a valorização do espaço cultural que se destaca pelo seu arrojo arquitectónico e pela sua novidade, à época, tendo já a leitura da reforma litúrgica promovida pelo Concílio Vaticano II. Esta variedade de propostas são um convite para contemplarmos a beleza humana do trabalho e da vontade que se consagraram no mesmo objectivo. A igreja matriz deve ser vista nesta centralidade. Desde o nascimento - Baptismo - até aos últimos momentos - Exéquias - passa a vida toda de uma comunidade. A igreja é o lugar por excelência onde se nasce, cresce e aprendemos a pedagogia da comunhão. O altar-mor faz convergir o nosso olhar na consagração e partilha do pão, desafio constante para as mãos e para o coração de todos!

    Celebremos este jubileu e peçamos a graça de sermos "pedras vivas do templo do Senhor".

    Estamos todos convidados!».

     

     

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