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Edição de 31-10-2018
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    Arquivo: Edição de 31-07-2018

    SECÇÃO: Destaque


    REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VALONGO

    Executivo camarário aprova Plano Municipal de Intervenção na área da saúde

    Foto ALBERTO BLANQUET
    Foto ALBERTO BLANQUET
    Foi aprovada - por unanimidade - na reunião pública do Executivo da Câmara Municipal de Valongo (CMV) - realizada no dia 11 de julho - a criação de um Plano Municipal de Intervenção na área da saúde, a ser desenvolvido pelo Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) até final de setembro.

    De acordo com a proposta que esteve à discussão e votação, este plano surge na sequência da formalização, em dezembro de 2014, da adesão do Município de Valongo à Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis - que consiste numa associação de municípios com a missão de apoiar a divulgação, implementação e desenvolvimento do Projeto Cidades Saudáveis junto dos municípios que pretendam assumir a promoção da saúde como uma prioridade -, tendo então sido «assumido o compromisso de desenvolver localmente o Projeto Cidades Saudáveis, consubstanciando-se num conjunto de medidas, entre as quais, a realização do diagnóstico local na área da saúde e a subsequente elaboração do Plano de Desenvolvimento de Saúde para o Concelho de Valongo, numa perspetiva de planeamento estratégico municipal», podia ler-se na proposta.

    Ainda de acordo com a proposta apresentada, «o propósito maior é o de adequar as respostas públicas às reais necessidades da população, aperfeiçoando o perfil das políticas locais, decisões e iniciativas. Neste sentido, foi elaborado o Perfil de Saúde do Concelho de Valongo, tendo por referência a matriz de indicadores, sugerida pela Rede Portuguesa de Municípios Saudáveis, sendo pertinente neste momento avançar-se para a construção de um plano de desenvolvimento nesta área de intervenção, ou seja, de um plano municipal na área da saúde».

    O protocolo de colaboração entre o Município de Valongo e o ISPUP prevê - entre outros objetivos - «a elaboração de um Plano Municipal de intervenção no âmbito da Saúde para o Concelho de Valongo; a produção de planos de ação setoriais; o apoio na implementação articulada dos planos de ação e a respetiva avaliação anual com a produção de relatórios».

    Em contrapartida, o Município de Valongo terá de assegurar o pagamento de 6 000 euros ao ISPUP referentes à elaboração do Plano Municipal de Saúde, mais 16 000 euros (de forma faseada, trimestral) alusivos à produção de planos de ação setoriais, apoio à implementação articulada dos planos de ação e redação de relatórios de avaliação.

    O protocolo é válido por um ano e entra em vigor na data da sua assinatura, sendo automaticamente renovável, por igual período, com uma duração máxima de três anos.

    PSD PROPÕE CRIAÇÃO

    DE PISCINA AO AR LIVRE

    Esta reunião camarária ficou ainda marcada por outros assuntos, entre outros a ideia do PSD para a criação de uma piscina municipal ao ar livre no concelho de Valongo e as obras de beneficiação da Piscina Municipal de Ermesinde. Ambos os assuntos foram apresentados pelo vereador social-democrata José António Silva no período de antes da Ordem do Dia. O citado vereador lembrou que com a chegada do verão muitos valonguenses têm de se deslocar para outros concelhos vizinhos para usufruir de uma piscina ao ar livre, deixando nesses concelhos o seu contributo monetário, «mas é em Valongo que pagam os seus impostos», disse. Nesse sentido, José António Silva frisou que é chegada a hora de criar no concelho uma infraestrutura igual, que permita aos munícipes usufruir de um espaço de lazer sem precisar de se deslocar a outros concelhos ou até ao mar. «Valongo tem muito espaço para implantar uma piscina ao ar livre. Existem freguesias com zonas ribeirinhas, como Ermesinde e Alfena que têm o rio Leça, ou Campo e Sobrado, que têm o rio Ferreira. O difícil será escolher o local», disse o vereador. José Manuel Ribeiro acolheu com agrado esta sugestão, referindo que também ele já havia pensado nesta ideia. Contudo, o problema «é encontrar o local certo e os custos que estão associados à criação dessa piscina. Mas é uma boa ideia», referiu o autarca.

    E por falar em piscinas, José António Silva questionaria a Câmara do porquê de as obras de beneficiação da Piscina Municipal de Ermesinde terem sido adiadas, querendo saber para quando a concretização das mesmas. Na resposta, o vereador do Desporto da CMV, Paulo Esteves Ferreira, informaria que as «obras vão ser feitas», e que só não o foram ainda porque nenhuma empresa apresentou propostas - para levar por diante a empreitada - quando a autarquia abriu o concurso público.

    O vereador disse então que terá de ser lançado um novo concurso, o que irá demorar (todo o processo) cerca de seis meses, pelo menos, preferindo por isso a Câmara adiar as obras até agosto do próximo ano de modo a que a piscina não fique encerrada a meio da época, explicou.

    Por: MB

     

     

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