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Edição de 31-10-2018
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    Arquivo: Edição de 31-07-2018

    SECÇÃO: Destaque


    REUNIÃO DA JUNTA DE FREGUESIA DE ERMESINDE

    Junta aprovou alterações ao Regulamento do Fundo de Emergência Social

    Foto ALBERTO BLANQUET
    Foto ALBERTO BLANQUET
    Realizada na noite de 11 de julho passado, a reunião pública do Executivo da Junta de Freguesia de Ermesinde (JFE) ficou marcada pela aprovação unânime das alterações introduzidas no Regulamento do Fundo de Emergência Social (FES), após o período de discussão pública. De acordo com o presidente da Junta, João Morgado, a grande alteração introduzida no FES prende-se com o facto de que a partir de agora nenhum beneficiário desta medida de apoio social prestada pela JFE tenha de prestar trabalho em troca. Recordou que desde o princípio deste processo o PS entendeu que quem recebe este apoio não tem de prestar trabalho para justificar o dinheiro que lhe é garantido, assegurando dessa forma que dali em diante quem necessite deste apoio não tenha de prestar trabalho em troca. Também André Teixeira usaria da palavra para comentar esta alteração ao regulamento do FES, dizendo que «o PS não esquece os seus valores e a sua maneira de estar. Temos a noção de que as pessoas quando recorrem a este tipo de ajuda não o fazem de ânimo leve, e a maior parte delas fá-lo porque tem uma necessidade pontual, e daí nós temos de ajudar quem precisa. E não nos parecia correto que alguém que fosse ajudado tivesse depois de dar algo em troca, e assim acho que é de louvar a introdução desta alteração no regulamento do FES».

    O período de antes da Ordem do Dia da sessão ficou marcado por mais uma abordagem àquele que segundo o presidente da JFE é um «drama da cidade», isto é, o problema da limpeza e do corte das ervas. Multiplicam-se as reclamações dos fregueses relativamente a este assunto, tendo João Morgado lembrado que a empresa responsável pela manutenção dos espaços verdes e limpeza das ruas estava no terreno há apenas um mês - após o Tribunal de Contas ter concedido o visto para a entrada em vigor do contrato para a varredura e extirpação de ervas com a empresa que venceu o concurso público lançado pela Junta -, e que o Executivo estava um pouco na expetativa para ver o trabalho da empresa, salientando, no entanto, que «o que vemos não é aquilo que queríamos, mas esperamos que daqui a um mês a situação esteja regularizada».

    Por: MB

     

     

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