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Edição de 31-10-2019
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    Arquivo: Edição de 21-02-2014

    SECÇÃO: Cultura


    Fadista e atriz Anita Guerreiro festejou os seus 60 anos de carreira em Ermesinde

    Foto CMV
    Foto CMV
    Esta é daquelas noites que por certo ficará gravada a letras de ouro na história cultural da nossa cidade, um serão de gala que teve como cenário o Fórum Cultural de Ermesinde, espaço de eleição que ficou rendido a uma das grandes senhoras do fado, a uma das mais conhecidas e respeitadas intérpretes da canção nacional que em terras ermesindenses assinalou na noite do passado 15 de fevereiro 60 anos de uma notável carreira. Falamos de Anita Guerreiro, nascida em Lisboa a 13 de novembro de 1936 e que com apenas 16 anos iniciou uma carreira ímpar, primeiro no “mundo” do fado ao que se seguiram inúmeros trabalhos na área da representação, já que do seu vasto e rico currículo constam aparições em telenovelas, séries televisivas, e peças de teatro de revista.

    Edificado pela Jet7 Produções o espetáculo de homenagem à artista lotou por completo o recinto cultural ermesindense, vislumbrando-se na plateia algumas figuras conhecidas da vida local – como o presidente e o vicepresidente da Câmara Municipal de Valongo (CMV), respetivamente José Manuel Ribeiro, e Sobral Pires – e de outras paragens, casos da conhecida apresentadora Olga Cardoso e da fadista portuense Florência, duas amigas de longa data de Anita Guerreiro que na hora de usar da palavra não se pouparam em elogios à homenageada, sendo que para Florência além de se tratar de «uma jóia de rapariga, a Anita é uma pessoa que anda sempre de mãos dadas com tudo e com todos». Palavras à parte a noite foi naturalmente preenchida por um vasto repertório de marchas e fados popularizados pela artista ao longo destas seis décadas de atividade, como foram exemplo “Ai, ai Lisboa” (1955), “Calçadinha à Portuguesa” (1982), “Fado da Saudade” (1970), “Hermínia de Lisboa” (1982), e tantos, tantos outros temas (re)interpretados pela conceituada fadista, que nesta tarefa se fez acompanhar ao longo de todo o espetáculo por um naipe de jovens fadistas. No final a merecida ovação por parte de uma plateia que ficou visivelmente rendida ao talento da artista – que das “mãos” da CMV iria mais tarde receber como presente uma peça em ardósia com o seu rosto gravado.

    Por: Miguel Barros

     

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