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Edição de 15-04-2014
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    Arquivo: Edição de 31-10-2013

    SECÇÃO: Destaque


    Tomaram posse os novos eleitos da Assembleia de Freguesia de Ermesinde

    Foi perante um auditório repleto que na noite de 23 de outubro passado decorreu a cerimónia da tomada de posse dos eleitos para a Assembleia de Freguesia de Ermesinde, precedida da instalação da mesa deste órgão e do executivo da Junta. Olhando para estes dois órgãos, e numa comparação com o mandato anterior, as mexidas no “tabuleiro” não foram muitas, já que no elenco do executivo a maioria das caras é repetente, enquanto que a Mesa da Assembleia continua a ser presidida pelo socialista Raul Santos.

    Fotos ALBERTO BLANQUETT
    Fotos ALBERTO BLANQUETT
    Foram muitos os rostos conhecidos que se vislumbraram no auditório da Junta de Freguesia de Ermesinde (JFE), entre outros, os dos recém-empossados presidentes da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, e da Assembleia Municipal de Valongo, Abílio Vilas Boas, bem como inúmeros representantes de instituições e coletividades locais – Bombeiros Voluntários de Ermesinde, Centro Social de Ermesinde, Agrupamento de Escolas de Ermesinde, Casa do Povo de Ermesinde, Ermesinde Sport Clube 1936, CPN, Associação Académica e Cultural de Ermesinde, entre outras. Ainda antes de dar início à tomada de posse dos novos eleitos para a Assembleia de Freguesia de Ermesinde (AFE), o presidente cessante da Mesa deste órgão, Raul Santos, usou da palavra para traçar um pequeno balanço do mandato anterior, endereçando elogios e agradecimentos aos funcionários da Junta, aos membros da Assembleia e do Executivo cessantes, ao público que ao longo dos últimos quatro anos participou nas sessões da Junta e da AFE, ao nosso jornal, o único que na sua opinião vai dando eco da vida destes dois órgãos autárquicos, sublinhando que foi com o auxílio de todos que o mandato pode ser considerado positivo.

    Em seguida deu os parabéns a José Manuel Ribeiro, pela vitória na corrida à autarquia de Valongo, e a Luís Ramalho, pela recondução à frente dos destinos da JFE, desejando a estes e aos restantes eleitos votos de um bom mandato.

    Findo o discurso, Raul Santos deu posse aos novos eleitos da AFE, chamados um a um pela ordem inversa da eleição, a culminar no entusiasticamente ovacionado Luís Ramalho.

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    O reeleito presidente da Junta usaria posteriormente da palavra para destacar que numa altura em que existe uma evidente descrença popular na política nacional aumenta a responsabilidade neste novo mandato para que a política de proximidade – ou política local – não caia também ela no descrédito popular. Apesar deste clima de crispação popular para com a política – e os políticos, muito em particular –, os ermesindenses voltaram a depositar a sua confiança no candidato Luís Ramalho, fruto do trabalho realizado à frente da JFE nos últimos quatro anos, como o próprio sublinhou. Trabalho esse que na sua voz trouxe melhorias à cidade, um esforço que é da autoria de toda uma equipa, a quem Ramalho publicamente agradeceu, e pegando nesta deixa referiu que o trabalho realizado foi apenas o início da longa caminhada que irá continuar no mandato que agora se inicia, frisando que «a partir de hoje o nosso partido é Ermesinde, e estou certo de que poderei contar com o apoio de todos os eleitos destes órgãos (AFE e JFE) para trabalhar em prol da cidade».

    Luís Ramalho que em seguida conduziria os trabalhos da sessão (de forma provisória até ser eleita a nova mesa da AFE), começando pela introdução do ponto alusivo à instalação do executivo da Junta.

    Em cima da mesa surgiu uma única proposta de lista, a qual era composta pelo próprio Luís Ramalho, Sónia Silva, Teresa Raposo, Esmeralda Carvalho, João Morgado, Adelino Soares e Carla Celeste Sousa. Colocada à votação (voto secreto) da recém-empossada Assembleia a proposta seria aprovada por unanimidade, residindo à sua volta algumas curiosidades. Desde logo o facto do novo executivo ser maioritariamente composto por “repetentes”, ou seja, para além do próprio Luís Ramalho também as sociais-democratas Teresa Raposo, e Sónia Silva, e ainda a socialista Esmeralda Carvalho, voltam pelo segundo mandato consecutivo a fazer parte deste órgão. Curiosidade ainda o facto de pela primeira vez na história da freguesia o Bloco de Esquerda – através de Carla Celeste Sousa – ter lugar no executivo da Junta, e de a CDU regressar ao órgão – por intermédio de Adelino Soares – após um mandato de interregno.

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    Pelo facto de sete elementos da AFE terem subido ao Executivo houve então a necessidade dos seus lugares serem preenchidos por outros tantos eleitos suplentes, digamos assim, que em seguida tomariam igualmente posse.

    E o ponto seguinte foi precisamente a eleição da Mesa da AFE, tendo o PS, por intermédio de Tavares Queijo, apresentado uma proposta de lista, a única a ser colocada à votação. Proposta que indicava o socialista Raul Santos de novo como presidente da Mesa, secundado pelos também socialistas Helena Oliveira (1ª secretária), e António Mota (2º secretário). Uma mesa 100 por cento socialista, que seria aprovada por unanimidade. Já na reta final desta sessão o socialista Tavares Queijo usaria da palavra para proferir uma mensagem de protesto para com as atuais políticas governamentais.

    Por: Miguel Barros

     

     

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