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Edição de 30-04-2022
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    Arquivo: Edição de 30-06-2013

    SECÇÃO: Opinião


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    Quanto custam os sindicatos da educação

    Um grupo de deputados do PSD (os oito da JSD) dirigiram um pedido ao ministro da Educação, desejando saber qual o valor transferido do Estado em 2012 para os sindicatos do sector da educação e quanto está previsto para o próximo ano. Dada a eventual incorreção da pergunta, os seus signatários correm o risco de obterem uma resposta do género: não há qualquer valor transferido do Estado em 2012, o mesmo acontecendo para o ano de 2013, isto porque os custos do funcionamento dos sindicatos, suportados pelos contribuintes, revestirem a forma das entidades ou instituições públicas continuarem a processar os vencimentos dos trabalhadores destacados para serviços nos sindicatos, como se estivessem a exercer as funções para que foram contratados, em vez das clássicas transferências financeiras.

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    Interpelado quanto ao alcance da pergunta, o deputado Hugo Soares considera-a legítima, já que é também legítimo saber quanto custam ao Estado os representantes do povo na Assembleia da República ou os presidentes de Câmara.

    Estando completamente de acordo quanto à legitimidade da pergunta, entendemos que a ocasião deveria ser aproveitada para introduzir no custo de funcionamento das estruturas que suportam a democracia algumas alterações, principalmente “num momento em que todos os portugueses fazem sacrifícios”, muitos deles de enorme penosidade.

    E, assim, deveríamos acabar com qualquer comparticipação do OE ou das entidades públicas para custear despesas de partidos ou de sindicatos, pondo fim à subsidiação de custos de funcionamento dos gabinetes partidários no Parlamento, de campanhas eleitorais e de continuarem os ministérios, empresas e outras entidades públicas a assegurar, através dos seus orçamentos, as despesas dos seus colaboradores chamados a exercer funções nos sindicatos ou nos partidos.

    Os milhões de euros que os contribuintes anualmente suportam com as “máquinas” partidárias e sindicais, não são compagináveis com os sacrifícios, os cortes de rendimentos e de serviços sociais impostos aos portugueses através das políticas recessivas protagonizadas pelo atual Governo.

    Por: A. Alvaro de Sousa

     

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