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Edição de 31-03-2021
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    Arquivo: Edição de 10-04-2013

    SECÇÃO: Destaque


    ASSEMBLEIA GERAL DO CENTRO SOCIAL DE ERMESINDE

    Relatório e Contas do Centro Social de Ermesinde aprovadas por unanimidade

    Terceiro ano consecutivo com resultado de exploração positivo, mesmo na situação prolongada de crise económica geral, esta é uma grande notícia para todos os que acompanham a vida desta importante IPSS da cidade de Ermesinde, que viu as Contas e Relatório de Atividades aprovado na Assembleia Geral do passado dia 2 de abril, realizada no salão nobre da instituição.

    Foto URSULA ZANGGER
    Foto URSULA ZANGGER
    Mais uma vez com a afluência de um reduzido número de associados – e tal facto levou mesmo o presidente da Mesa da Assembleia Geral, José Maria Ferreira dos Santos, a fazer um apelo aos sócios para uma maior participação – a Assembleia Geral do Centro Social de Ermesinde viu aprovadas as Contas e Atividades apresentadas pela Direção que, em intervenção do seu presidente, Henrique Queirós Rodrigues, traçou, em linhas gerais um quadro da situação atual da IPSS, os seus constrangimentos e as suas conquistas.

    Assim o presidente, começando por destacar os resultados de exploração positivos – com um saldo superior a 25 mil euros –, resultados positivos estes repetidos pelo terceiro ano seguido, alertou para que a instituição não se deixasse distrair de «outros factos, causadores de constrangimentos».

    Salientou o quadro externo, que entre outras coisas arrastou com ele a comparticipação das famílias, a dificuldade, neste enquadramento, de diminuir significativamente, a dívida ao fornecedores e à banca, mesmo assim com substancial diminuição da dívida, uma e outra.

    Apontou depois os pontos mais críticos deste exercício, ATL, Formação Profissional e jornal “A Voz de Ermesinde”.

    Explicou a situação transitória referente ao Centro de Formação (pelo desmantelamento dos Centros Novas Oportunidades), valência esta que apontou contudo como atuando numa área que é fulcro «de uma instituição como a nossa».

    Relativamente ao jornal apontou um caminho de aumento de receitas, pelo alargamento da rede de leitores e assinantes e por uma mais eficaz cobrança quer a assinantes quer a anunciantes.

    Referiu a adesão do CSE ao Plano de Emergência Social e a colaboração com a Câmara Municipal de Valongo no fornecimento de refeições escolares.

    Destacou depois o que foi alcançado pela instituição em termos do processo de certificação de qualidade, agradeceu a dedicação dos trabalhadores e encerrou a sua intervenção com um agradecimento a várias instituições pela sua cooperação – Câmara de Valongo e Junta de Freguesia de Ermesinde, Centro de Emprego de Valongo, Delegação Regional do IEFP e Centro Distrital da Segurança Social do Porto.

    Após apresentada a posição da Direção passou-se à discussão do Relatório e Contas, que foi aprovado por unanimidade.

    Artur Carneiro, presidente do Conselho Fiscal, leu depois o parecer deste órgão, que ressaltou o «controlo rigoroso dos custos e dos resultados de exploração promovido pela Direção» e elogiou a qualidade dos documentos ali apresentados. O Parecer do Conselho Fiscal chamou a atenção, contudo, para a situação financeira negativa do jornal “A Voz de Ermesinde”, «colocando, mais ano menos ano em causa a sobrevivência do Centro Social de Ermesinde». O mesmo órgão apelou ainda à Direção para «equacionar a sua continuidade», embora fosse favorável à sua sobrevivência, «mas em moldes diferentes dos atuais».

    Finalmente o Parecer salientou «Alguém” que manifestamente se excedeu, em silêncio» – os colaboradores do Centro Social de Ermesinde.

    Por: LC

     

     

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