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Edição de 31-07-2019
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    Arquivo: Edição de 07-12-2012

    SECÇÃO: Desporto


    CICLISMO

    Mário Costa de regresso ao ciclismo assina pela OFM/Valongo/Goldentimes

    O irmão do grande campeão Rui Costa regressa ao ciclismo para correr na OFM/Valongo/Goldentimes. Também Maximino Pereira, um dos fundadores da equipa Paredes Rota dos Móveis, está volta à modalidade como diretor técnico da União Ciclista de Sobrado (UCS) para apoiar o conjunto orientado por José Barros, que em 2013 passa a integrar o lote das formações profissionais.

    Aí está a décima contratação para a OFM/Valongo/Goldentimes. Mário Costa, de 27 anos, decidiu voltar ao ciclismo após um ano de paragem, tendo recebido de imediato o apoio do seu irmão Rui Costa, o mais categorizado corredor português da atualidade. Movido pela ambição de “ser melhor do que no passado”, o novo recruta da formação orientada por José Barros salientou a importância do interregno a que, voluntariamente, se submeteu: «Na altura entendi que deveria parar porque queria ser feliz, pois tinha acabado o curso de osteopatia e estava a trabalhar num consultório que montei em casa dos meus pais. Decidi regressar ao ciclismo porque, para além de gostar muito da modalidade, aprendi bastante durante o tempo em que estive parado», referiu o talentoso ciclista, bom sprinter e excelente contrarrelogista.

    O corredor natural da Póvoa de Varzim está fortemente determinado a vingar na modalidade. «Tive a possibilidade de observar muito e, ultrapassadas algumas situações, volto ao ciclismo para ser aquilo que nunca fui enquanto atleta. A minha última corrida aconteceu em Pataias, tendo sido vice-campeão pelo Louletano, em 2011, ano em que o João Cabreira foi campeão nacional de estrada. Curiosamente, até vamos ser companheiros de equipa na próxima época na OFM/Valongo/Goldentimes”, referiu, para revelar de seguida: O meu irmão foi o primeiro a saber desta decisão e incentivou-me muito, disse logo que eu ainda podia dar muito ao ciclismo».

    Nesta nova etapa da sua carreira, Mário Costa não teve dúvidas na escolha da sua futura equipa, pois não lhe foi difícil reconhecer a determinação com que os responsáveis pela UCS têm colocado na construção da equipa para 2013. «Trata-se de um projeto interessante, responsável e ambicioso, o que é bom para o ciclismo, pois creio que a modalidade está a tentar dar a volta por cima. Por isso estou muito contente por poder contribuir para essa mudança. Venho para ajudar os meus companheiros e espero ser útil, pois até penso que estou bem melhor do que quando deixei o ciclismo», referiu o corredor, que se iniciou na modalidade na ASC Guilhabreu com 12 anos, passando depois pela equipa de S. João de Ver e pelo Benfica, onde já correu como profissional, tendo ainda representado o Barbot e o Louletano.

    MAXIMINO PEREIRA: «PROJETO ARROJADO E AMBICIOSO»

    Para lá do ingresso de Mário Costa na OFM/Valongo/Goldentimes – que poderá ainda não ter sido a última contratação -, a UCS passa também a contar com a colaboração de Maximino Pereira, o novo diretor técnico da coletividade sobradense, também ele de regresso à modalidade, após um passado onde se destaca como nota de registo o facto de ter sido um dos fundadores da equipa Paredes/Rota dos Móveis

    «O ciclismo foi sempre uma grande paixão e, ainda que indiretamente, nunca deixei de estar presente para dar o meu apoio. Enquanto diretor desportivo vivi grandes momentos, como aconteceu, por exemplo, com o lançamento de Cândido Barbosa no então Grupo Desportivo José Pereira, de Rebordosa. Tive a oportunidade de lidar com grandes ciclistas como Pedro Soeiro, Virgílio Santos ou José Sousa, entre outros», recordou, visivelmente orgulhoso, o carismático dirigente.

     

     

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