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    Arquivo: Edição de 15-11-2011

    SECÇÃO: Tecnologias


    Lançamento surpreendente do Commodore OSVision 1.0

    O site dedicado ao lançamento de distribuições de software livre Distrowatch anunciava a passada semana o lançamento do Commodore OSVision 1.0, na versão beta, uma distribuição de software livre baseada no Linux Mint, com o seu layout inspirado no Commodore 64 e workbench do Amiga e cujo lançamento é da responsabilidade da Commodore USA.

    Mais surpreendentemente ainda, o site anuncia o lançamento de uma nova linha de máquinas no futuro, que vão herdar a designação dos clássicos computadores desktop Amiga 1000, 2000 e 3000.

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    Segundo anunciam os seus desenvolvedores, o Commodore OS Vision é uma distribuição de Linux 64-bit, baseada no Mint e criada pelos entusiastas da Commodore que recentemente adquiriram os direitos sobre a linha clássica de computadores da Commodore, tais como o Commodore 64, a série VIC e a futura linha de elevada performance dos computadores Amiga.

    A distribuição é preparada para vir pré--instalada nos novos computadores Commodore e para, através de emulação, permitir correr as velhas aplicações de 8, 16 e 32 bit dos Commodore da era clássica, tais como os Commodore 64 ou os Amiga.

    O Commodore OS Vision usa o interface clássico Gnome 2 com a panóplia de efeitos do desktop Compiz/Emerald. A distribuição inclui dezenas de jogos de todo género (FPS, corridas, retro, etc..), os browsers Chromium e FirefoxI, e programas tais como LibreOffice, Scribus, GIMP, Blender, OpenShot e Cinellera, softeare de desenvolvimento, editores de som como Ardour e Audacity e programas de composição musical como o Linux MultiMedia Studio, isto é a linha de aplicações do mundo Gnu/Linux, através da sua implementação sucessiva pelas “fases” Debian, Ubuntu, Mint e Commodore.

    Vem também com uma série de aplicações reminiscentes dos programas clássicos do Amiga, tais como o programa de tratamento de imagem DeluxePaint ou o gestor de ficheiros DirectoryOpus.

    A Commodore

    e o Amiga

    A Commodore foi um dos mais importantes atores no palco da microinformática dos anos 80 e princípios de 90, distinguindo-se por algumas realizações muiyto significativas como o foram o Commodore 64, o microcomputador mais vendido de todos os tempos, segundo reclama o site da nova Commodore, ou a linha de estações de trabalho Amiga, tecnologicamente muito avançadas para a sua época.

    Segundo a Commodore USA, LLC, esta assegurou recentemente as licenças sobre as marcas Commodore e Amiga e lançará nos próximos meses e anos, uma série de computadores, desktops, notebooks e tablets, apelando ao revivalismo da marca.

    A Commodore USA, LLC foi fundada por Barry Altman em abril de 2010, com o propósito expresso de fazer reviver e restabelecer a famosa marca Commodore.

    Os novos proprietários da marca apresentam-se como fanáticos da Commodore ecdo Amiga, tal como uma grande comunidade de resistentes ainda fiéis.

    De momento a marca prepara-se para lançar no mercado os novos Commodore 64 (com preços que, segundo as especificações variam entre os quase 400 e os 1 500 dólares), na sua configuração mais avançada fornecidos com o chassis, teclado, leitor de cartões multiformato mais USB, CPU Intel Core i7 2,2 GHz (Sandy Bridge), placa gráfica Intel HD Graphics, motherboard mini-ITX mais fonte de alimentação, 8 Gb de memória DDR3 800/1066, Wifi 802.11 b/g/n e Bluetooth, R/W DVD Drive e disco de 2 terabytes a 7 200 rpm.

    Na linha Commodore VIC-Pro o topo de gama ficará por cerca de 1 000 dólares, com especificações semelhantes às da linha Commodore 64, salvo que o leitor de DVD não gravará e o disco rígido não terá mais do que 500 Gb. de espaço.

    O VIC apresenta-se como se fosse um teclado negro, mas nas suas entranhas abriga um computador completo.

    Com a precaução com que devem ser olhados estes anúncios, o futuro Amiga 3000, por sua vez, virá equipado com motherboards Micro ATX, quatro discos rígidos, leitor DVD//BlueRay, e construído de forma a permitir a expansão que os seus utilizadores vierem a achar necessária.

    Por: LC

     

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