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Edição de 31-07-2020
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    Arquivo: Edição de 30-05-2011

    SECÇÃO: Destaque


    Candidatos do CDS ao Círculo do Porto visitaram Centro Social de Ermesinde

    Uma delegação de candidatos a deputado da Assembleia da República pelo Círculo do Porto, constituída por João Almeida, Cecília Meireles e Vânia Dias da Silva, visitou hoje, 30 de maio, várias valências do Centro Social de Ermesinde (CSE), onde foi recebida por vários dirigentes desta IPSS, entre os quais o presidente da Direção, Henrique Queirós Rodrigues. A visita ao CSE foi precedida de outras visitas do CDS a vários pontos do concelho (em Ermesinde e Valongo, onde esteve com veteranos de guerra e outras IPSS), de acordo com as prioridades políticas definidas pelo partido na sua campanha.

    Fotos URSULA ZANGGER
    Fotos URSULA ZANGGER
    Ausente, contrariamente ao esperado, devido a compromisso com a RTPN, Ribeiro e Castro, cabeça-de-lista do partido às Eleições Legislativas no Círculo do Porto, cedeu a chefia da delegação do CDS nesta visita a Ermesinde ao seu n.º 2 na lista, João Almeida, que se fez acompanhar pela n.º 3 da lista (Cecília Meireles), e pela n.º 5 (Vânia Dias da Silva). A acompanhar os candidatos centristas estava o líder concelhio do partido, Alexandre da Silva Teixeira.

    Feitas as honras da casa pelo presidente da Direção do Centro Social de Ermesinde, que se encontrava acompanhado de outros membros da Direção e por técnicos responsáveis de algumas valências da instituição social, Henrique Queirós Rodrigues introduziu um pouco da história e das circunstâncias da criação do Centro Social enquanto entidade laica, apesar da matriz católica dos seus fundadores, do seu percurso, crescimento e dificuldades desde a inicial Sopa dos Pobres até à instituição na atualidade, com os constrangimentos que defronta, mas igualmente com a permanência e qualidade das respostas que sempre tem procurado dar às necessidades da comunidade.

    Entre essas respostas figura o Lar de S. Lourenço, onde se acolhem mais de meia centena de idosos, alguns – a maioria – já muito dependentes da ajuda de terceiros, tal como explicou Anabela Sousa, a principal responsável técnica da valência.

    Anabela Sousa foi mostrando as instalações do lar, os quartos, as salas de convívio, a enfermaria, a capela (onde João Almeida, pormenor curioso, se ajoelhou de passagem).

    Henrique Rodrigues, por sua vez, ia explicando algumas situações de preocupação, como quando referiu que os utentes do Lar, a partir do momento em que ficavam internados tinham muito mais dificuldade em recorrer ao seu médico de família, o que não deveria acontecer, como se o Centro de Saúde se desresponsabilizasse pelo acompanhamento e o deixasse integralmente nas mãos do Centro Social.

    COMO MELHOR

    TUTELAR

    O SETOR SOCIAL?

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    Estas e outras situações levaram aliás o presidente da Direção do CSE a defender a existência de um Ministério dos Assuntos Sociais, em vez de uma dispersão por várias tutelas das matérias dessa natureza. João Almeida considerou que o mais importante seria sim a articulação entre instituições e tutelas.

    A perguntas do dirigente centrista sobre o CSE, o presidente da Direção elucidou sobre as contas do último ano de exercício e a dimensão atual da sua estrutura de funcionários. Falou também na negociação com o Governo em vários dossiers sensíveis para o setor social e do sentimento de haver muito pouco reconhecimento público pelo papel das IPSS.

    Próximo passo da visita, já com outra técnica no papel de cicerone – Albertina Alves, principal responsável técnica do Centro de Formação – foi a empresa de inserção de lavandaria e tratamento de roupa. Foi explicado o âmbito da empresa e o seu direcionamento mais dirigido a entidades e ao grande público, até por uma questão de não competir com a indústria privada (como lembrou Tavares Queijo, dirigente do CSE). O momento de descontração foi quando João Almeida e Alcina Meireles (também dirigente do CSE) se “associaram”, a brincar, para um futuro negócio no ramo. Albertina Alves a apresentou depois as instalações do próprio Centro de Formação, sempre com o interesse de João Almeida pelos cursos ministrados, as saídas profissionais concretizadas, a cultura de responsabilidade e não facilitação por parte dos formadores do Centro. Albertina Alves falou de algumas histórias de sucesso (na hotelaria, por exemplo) e de uma batalha que estava a ser ganha, a de fazer sentir a necessidade da formação ao longo da vida.

    João Almeida, no final da visita, concedeu umas breves palavras à reportagem de “A Voz de Ermesinde”, explicando como acompanhava a vida local através da estrutura concelhia e como, nesta sua passagem pelo concelho, se priorizou o contacto com o setor social – visitas à Santa Casa da Misericórdia de Valongo e ao Centro Social de Ermesinde, localidade onde a delegação de candidatos também visitou a feira, e aos problemas dos ex-combatentes, tendo visitado em Ermesinde, a sede da Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra. Entre as questões sociais muito preocupantes para o partido, João Almeida destacou o congelamento de pensões.

    O dirigente centrista mostrou-se otimista quanto aos resultados a obter nestas eleições no Círculo do Porto, que isso se refletisse em próximas autárquicas no concelho de Valongo, e destacou um dos principais slogans da campanha do CDS no distrito – “Dar o Norte a Portugal”, pretendendo afirmar o lugar importantíssimo que a região norte representa.

    Por: LC

     

     

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