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Edição de 31-03-2021
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    Arquivo: Edição de 30-07-2010

    SECÇÃO: Destaque


    NOTÍCIAS DO CENTRO SOCIAL DE ERMESINDE

    PSP explica o conto para que mais ninguém seja enganado pelo vigário

    Uma acção de sensibilização contra as burlas, especialmente aquelas dirigidas aos idosos, decorreu, no passado dia 30 de Junho, no Auditório da Junta de Freguesia de Ermesinde.

    Organizada pelo CSE, esta acção contou com um grande número de participantes, sendo a maioria de centros de dia e de apoio à 3ª idade.

    A apresentação de casos de burla foi feita através do teatro, seguidos da explicação do comandante Pinto Marinho, da PSP de Ermesinde. A primeira peça era sobre alegados funcionários da Segurança Social que pretendiam «trocar moedas que estão fora de circulação», uma mentira que resulta bastante bem entre os idosos. A seguinte representava funcionários da Câmara que iam fazer uma inspecção às canalizações. Nenhuma das situações é permitida por lei pois, quer a troca de moedas, quer a inspecção de casas, tem de ser autorizada pelo Governo e pela Câmara, respectivamente.

    Já as duas últimas situações seriam de burlas encapotadas que, segundo o comandante Pinto Marinho, são as mais comuns. A terceira situação encenada era da recolha de donativos para associações (algo que as associações dificilmente fazem) onde, apesar de “cada um dar o que pode”, a pessoa da associação tenta sempre fazer com que as pessoas dêem mais do que podem.

    A última situação foi a dos vendedores porta-a-porta, que é a de mais difícil detecção. Além da persistência dos vendedores, a partir do momento em que o contrato é assinado, torna-se praticamente irreversível.

    Seguiu-se uma peça jornalística sobre burlas para colmatar a apresentação sobre o tema. Por fim, a audiência pôde colocar questões, quer ao comandante, quer às coordenadoras da palestra (Carla Ferreira, Carla Queirós e Bruna Sousa do Centro Social de Ermesinde) e contar alguma situação de burla de que tivesse conhecimento ou sido vítima.

    Assim, tanto as coordenadoras da ideia como o comandante da PSP de Ermesinde tentaram que fossem contados mais contos do vigário (ou que, pelo menos, este fosse para outra freguesia).

    Por: Sara Amaral

     

     

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